A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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quinta-feira, 28 de agosto de 2025

In NOVA ÁGUIA nº 36: PERSPECTIVAS SOBRE RAUL LEAL, NOS 60 ANOS DA SUA PARTIDA

 

DIFICULDADES DE ACESSO À OBRA LEALINA – A HÉTERO-ORTODOXIA DE RAUL LEAL: DA VISÃO DO ACESSO AO ACESSO À VISÃO  

Pedro Vistas…108

DUAS PORTAS DE ENTRADAS NA OBRA DE RAUL LEAL

Renato Epifânio…115

O MANIQUEÍSMO TRANSCENDENTAL DE DEUS-SATÃ NA TEOMETAFÍSICA DE RAUL LEAL

Samuel Dimas…119

terça-feira, 16 de agosto de 2016

De Raul Leal, para a NOVA ÁGUIA 18...


O texto de Raul Leal (1886-1964) aqui em jogo foi o primeiro de três textos – os restantes são de Natália Correia e de Lima de Freitas – que serviram de introdução ao livro Mário Cesariny (Secretaria de Estado da Cultura, Lisboa, 1977, pp. 7-11). É porém possível – o livro não o esclarece – que o texto, escrito a propósito da primeira exposição pictórica de Mário Cesariny, que teve lugar em 1958, na Galeria do Diário de Notícias em Lisboa, tenha tido anterior publicação, porventura no ano da mostra e no jornal que a tutelou, mas que desconhecemos.

Trata-se de peça pouco conhecida – Pedro Vistas, por exemplo, não a acolhe no recentíssimo “Raul Leal ou da Inclassificável Vertigem: a propósito da tentadora atribuição do título de “surrealista” à obra lealina” (in NOVA ÁGUIA, n.º 17, 2016, pp. 126-136) – mas de valia maior para se sopesar o binómio Raul Leal/ Mário Cesariny. Apreciada até hoje apenas a partir dos escritos de Cesariny consagrados a Leal, a relação dos dois, e até a de Leal com o surrealismo, ganha novo espaço e nova luz com este texto. Não é meu propósito classificar à força Raul Leal de “surrealista” mas apenas, recuperando um texto semi-inédito do autor de Sodoma Divinizada, dar a conhecer o invulgar apreço que Leal teve por Cesariny e pela sua aventura – surrealista esta sem qualquer dúvida. É mais um passo, pequeno mas seguro, para se avançar no estudo das relações de Raul Leal com o surrealismo.

Neste domínio, vasto e complexo, tirar conclusões precipitadas é prejudicial. Pior do que isso, só mesmo abordá-lo com falta de simpatia e com redutoras ideias feitas. Não poderá haver estudo compreensivo sobre as relações de Leal com Cesariny e com o surrealismo sem espírito aberto de simpatia, o único que se pode mostrar profícuo em empresa desta natureza. Sem abertura, sem cautela na emissão dos juízos e sobretudo sem a empatia que nos leva a compreender, o resultado neste terreno volve-se frouxo e caricatural, tornando-se uma ocasião perdida de fazer avançar a luz.

Sobre o texto em causa seja-me permitido só constatar que a experiência de criação surrealista de Cesariny, poético-pictórica, encontra tradução plena no glossário de Raul Leal. Estado de sublimação abstraccionante, diz o autor a propósito do impulso criativo de Cesariny. Nenhum fosso, nenhum desajustamento, nenhum desacordo, pois, entre o vocabulário mais significativo do pensamento de Leal e a criação surrealista.

António Cândido Franco

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

De Joaquim Domingues, para a NOVA ÁGUIA 16


SITUAÇÃO DE RAUL LEAL

Raul Leal apenas colaborou no segundo fascículo de Orpheu, mas não há dúvida de que se lhe aplicam, com plena propriedade, os termos com que o amigo caracterizou o fenómeno geracional de que ambos participaram. Por isso apareceria, em Novembro de 1935, no terceiro fascículo do Sudoeste, onde Almada Negreiros aprazara reunir de novo os de Orpheu. Ele mesmo o corroborou, muitos anos depois, asseverando que “os grandes fundadores de Orpheu – Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro e Luís de Montalvor – não exerceram nem podiam exercer nenhuma influência no meu espírito criador, que se exprimiu, quase inteiramente, antes dessa revista aparecer e sem que eu ainda conhecesse tais sublimes artistas”. Aditando:
“O que se deu, pois, foi uma coincidente comunidade espontânea de espíritos que se formaram, porém, e se desenvolveram separadamente”
(excerto)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

De Pinharanda Gomes, para a NOVA ÁGUIA 13

Ao Encontro de Teixeira Rego (1881-1934)

Memória: No 50.º Aniversário da Morte de Raul Leal (Henoch)

A estátua de Nuno de Santa Maria em Lisboa

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Hoje, Aniversário de Raul Leal, vertiginoso pensador da Vertigem - da Maria para o Dirk



A um de Setembro de 1886 nasceu este homem, este vertiginoso pensador e "profeta". Nasceu este demoníaco construtor de ideias maiores do que o tempo e incontíveis numa pátria e muito menos na pátria mental. Alucinado, deslumbrado com o fogo apaixonado da velocidade do pensamento e embriagado pela vinha que um discurso que conhece a terra e aspira ao céu produz, é prestar-lhe uma justa homenagem. Celebrá-lo é orlar os nossos dias das suas profecias, mas é igualmente, neste dia, provar desse vinho espiritual, erguer a taça cheia de ideias-vertigens que são uma colheita rara nas terras e nas taças de Portugal. Viva Raul Leal!

- Maria

domingo, 24 de maio de 2009

Amanhã e quarta, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto...

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Raul Leal e a Tradição Cultural e Filosófica Portuguesa

25 de Maio, segunda-feira, sala 201 pelas 15h00

II - "Aspectos do pensamento filosófico de Raul Leal."

Por

Paulo Borges e Rui Lopo



FILOSOFIA E LITERATURA NA OBRA DE EDUARDO LOURENÇO -
PARADIGMAS TEÓRICOS E POSICIONAMENTO HERMENÊUTICO

por

Maria Manuel Baptista


no dia 27 de Maio, pelas 17.30h, na sala do Departamento de Filosofia
da FLUP (piso 1, torre B)

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Grande Raul Leal

«O genio de Kant e Nietzsche transcendentalizado pelo espirito de Schumann elevando á Liberdade Pura dos portugueses animará o Futuro que se ha-de abrir para a Humanidade!...»

Raul Leal, A Liberdade Transcendente, p. 130