Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".
Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".
Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)
sexta-feira, 6 de março de 2026
Plataforma de Associações Lusófonas
quinta-feira, 5 de março de 2026
19-20 de Junho: Colóquio “António Ferro, 70 anos depois”
Caso pretenda participar neste Colóquio, deverá enviar-nos, até final de Março, uma proposta de título, com resumo e breve CV (para: iflbgeral@gmail.com)
quarta-feira, 4 de março de 2026
NOVA ÁGUIA nº 37: Capa, Editorial e Índice...
No trigésimo sétimo número da NOVA ÁGUIA, o destaque maior vai para José Marinho, por muitos considerado como, provavelmente, o maior filósofo português do século XX, não apenas pelo “conteúdo” da sua obra – por muito que este tenha decorrido do seu fino e fundo diálogo com, entre outros, Sampaio Bruno, Teixeira de Pascoaes e Leonardo Coimbra –, como também, senão sobretudo, pela “forma” com que se expressou, em particular na sua Teoria do Ser e da Verdade, a sua obra de maior estatura metafísica, publicada em 1961, qual “montanha inacessível na planície acidentada do pensamento português”, nas lapidares palavras de António Telmo. Nascido, no Porto, em 1904, José Marinho veio a falecer, em Lisboa, em 1975 – por ocasião dos 50 anos do seu falecimento, o Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, em parceria com o Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, realizou, no Porto e em Lisboa, um Colóquio sobre a sua Obra e Pensamento, em que se apresentaram os textos que aqui publicamos.
Como sempre, destacamos “outros vultos” da cultura lusófona, começando, neste caso, por António Ferro, provavelmente o melhor Ministro da Cultura que Portugal teve nos últimos 100 anos – como, também de forma lapidar, escreve António Braz Teixeira neste número da NOVA ÁGUIA: “Afigura-se culturalmente incompreensível que, decorridos mais de oitenta anos sobre a morte prematura e trágica de Duarte Pacheco (1899-1943) e setenta sobre o desaparecimento de António Ferro (1895-1956), não haja ainda sido reconhecido o papel decisivo que, como Ministro das Obras Públicas (1932-1943), o primeiro teve na introdução da arquitectura moderna entre nós e não tenha sido possível, até hoje, proceder a uma avaliação serena, séria, objectiva e justa da importância da acção cultural que o segundo desenvolveu, de 1933 a 1949, à frente do Secretariado de Propaganda Nacional/ Secretariado Nacional de Informação e, de 1941 a 1949, como presidente da Emissora Nacional (cargo que acumulou com aquele) e o que essa acção teve de inovador e de antecipador ou precursor de iniciativas e realizações que, com meios incomparavelmente superiores, a Fundação Calouste Gulbenkian e outras instituições vieram a levar a cabo décadas mais tarde.”.
Após evocarmos ainda António José de Brito, António Telmo, Francisco da Cunha Leão, Gilberto de Mello Kujawski, José Carlos Craveiro Lopes, José Maria Amorim de Carvalho e Silvestre Pinheiro Ferreira, temos mais de uma dezena de “outros voos” e, em “extravoo”, o (duplo) regresso, que aqui saudamos, de Paulo Borges às páginas da nossa Revista, com o ensaio “O infinito no espírito do lugar: para uma fenomenologia mítico-simbólica e profética da cultura galaico-portuguesa”. Finalmente, depois da rubrica “Periódicos Eternos”, destacamos ainda uma dúzia de publicações recentes, começando por seis obras com a chancela do MIL (Movimento Internacional Lusófono) publicadas nos últimos seis meses, sem esquecer mais uma edição do nosso Caderno Poético e Visual – desta vez com poemas de Manuel Cândido Pimentel e ilustrações de Cláudia Guerreiro –, bem como todos os demais poemas que aqui publicamos. Na poesia e, sobretudo, no ensaio, número após número (e estamos já a caminho dos quarenta), a NOVA ÁGUIA confirma-se assim, nas palavras também lapidares de Miguel Real, como, provavelmente, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
NOVA ÁGUIA Nº 37:
ÍNDICE
Editorial…5
Entrega
do Prémio MIL Personalidade Lusófona de 2025…6
Regulamento
do Prémio Adriano Moreira…11
JOSÉ MARINHO, 50
ANOS DEPOIS
APROXIMAÇÃO DA REFLEXÃO
ESTÉTICA DE JOSÉ MARINHO | António Braz Teixeira…12
O SIGNIFICADO DA ARCANA
SAPIENZA EM JOSÉ MARINHO | Alexandre Teixeira Mendes …17
JOSÉ
MARINHO: EM TORNO DA EDUCAÇÃO, CULTURA E FILOSOFIA | Artur Manso…30
LENDO
JOSÉ MARINHO, OU DA FILOSOFIA | João Luís
Ferreira…40
JOSÉ MARINHO E ÁLVARO RIBEIRO:
A VIRTUDE FILOSÓFICA DA AMIZADE | Joaquim Domingues…44
JOSÉ MARINHO E MICHEL HENRY: A
“DOCTA IGNORANTIA” E A “SOBRIA EBRIETAS” | Jorge Teixeira da Cunha…52
A INSUBSTANCIALIDADE SUBSTANTE MARINHIANA DO SUJEITO
METAFÍSICO WITTGENSTEINIANO | Marco António Dias…55
SUPRA-INDIVIDUAL INDIVIDUADO E INSUBSTANCIAL
SUBSTANTE: ENCOBRIMENTO E DESENCOBRIMENTO NA PNEUMATOLOGIA DE ANTERO DE QUENTAL
E JOSÉ MARINHO | Paulo Borges…59
A FILOSOFIA DA HISTÓRIA DE
JOSÉ MARINHO | Renato Epifânio…66
A NOÇÃO MONISTA E
PANTITEÍSTA DA CISÃO EM DEUS NA METAFÍSICA DE JOSÉ MARINHO | Samuel Dimas…73
CORRESPONDÊNCIA
ENTRE JOSÉ MARINHO E JOSÉ RÉGIO: UM ASPECTO RELEVANTE | Teresa Líbano Monteiro…87
OUTROS VULTOS
ANTÓNIO
FERRO | António
Braz Teixeira…94
ANTÓNIO
JOSÉ DE BRITO | Jóni Coelho…96
ANTÓNIO
TELMO | Alexandre Teixeira Mendes…111
FRANCISCO DA CUNHA LEÃO |
Artur Manso…122
GILBERTO DE MELLO KUJAWSKI | António Braz Teixeira…130
JOSÉ CARLOS CRAVEIRO LOPES | José Almeida e Jorge Camanho…133
JOSÉ
MARIA AMORIM DE CARVALHO | Júlio Amorim de
Carvalho…134
SILVESTRE PINHEIRO FERREIRA | Joaquim Domingues…148
OUTROS VOOS
O FUTURO DAS CULTURAS DE
LÍNGUA PORTUGUESA | António de Abreu Freire…158
13 %, CASUS BELLI | J.A. Alves Ambrósio…169
ENTRE
CINEMA, ENSINO DA FILOSOFIA E FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO | Elter Manuel Carlos…171
REFLEXÃO
SOBRE O DIA DE REIS | João
Luís Ferreira…176
A
ESCOLHA DAS PALAVRAS | João Seabra Botelho…177
A
PALAVRA PERDIDA E A MÚSICA QUE RESTAURA |
Jorge Chaminé…179
A LÍNGUA DEVE SER UM PALCO DE
PAZ, NÃO DE GUERRA | Jorge Chichorro Rodrigues…181
APONTAMENTOS SOBRE A LETRA MINÚSCULA:
DEUS – POESIA – FILOSOFIA | Luís de Barreiros Tavares…185
REVISITAR PENSAMENTOS SOMBRIOS
| Manuel Curado…188
DEAMBULAÇÕES
PRÓ-LUSÓFONAS | Renato Epifânio…194
AUTOBRIOGRAFIA
17 | Samuel Dimas…199
EXTRAVOO
O
INFINITO NO ESPÍRITO DO LUGAR: PARA UMA FENOMENOLOGIA MÍTICO-SIMBÓLICA E
PROFÉTICA DA CULTURA GALAICO-PORTUGUESA | Paulo Borges…212
PERIÓDICOS ETERNOS
MOTIM LITERÁRIO EM FORMA DE
SOLILÓQUIOS & EXAME CRÍTICO AO MOTIM LITERÁRIO | Pedro Vistas…224
BIBLIÁGUIO
TEÓFILO BRAGA, HOJE: NO CENTENÁRIO DA SUA MORTE | Manuel Cândido Pimentel…232
QUESTÕES DE ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA |
António Braz Teixeira…233
O ADVENTO DO QUINTO IMPÉRIO | Paulo Rola…234
DA SAUDADE – DE
ENDOVÉLICO POR ATÉGINA: MITOS & MISTÉRIOS DA PORTUGALIDADE | Renato Epifânio…235
O SENTIDO DAS FORMAS: PÁGINAS DE
ESTÉTICA LUSO-BRASILEIRA | Alexandre Teixeira Mendes…236
COMPREENDER,
VERDADE E POLÍTICA EM HANNAH ARENDT | Giovanni
Damele…239
PERCURSOS DE HISTÓRIA DAS IDEIAS II |
António Braz Teixeira…240
PORTUGAL E A INVENÇÃO DE UM MUNDO NOVO | Maria Leonor Xavier…242
GEOPOLÍTICA E GEOESTRATÉGIA:
OS DESTINOS MANIFESTOS, AS REALIDADES E O RESTO | Jóni Coelho…247
SABER O REAL | Luís G. Soto…249
DIAS
MENORES | Pedro
Arrifano…251
AUTOBIOGRAFIA DE JESUS | António José Borges…252
POEMÁGUIO
O PORTUGUÊS DE SERVIÇO | Renato
Epifânio…11
TÚNEL | Fernando de Moraes
Gebra…92
O SONHO DE
ULISSES
| Alexandra Barreiros…92
NYNEVE OU A DAMA DO LAGO | Manuel Dugos
Pimentel…93
SENHOR,
VOSSOS RIOS
| Manoel Tavares Rodrigues-Leal…156
UTOPIA; LAR; INQUIETO | João Franco…157
VOZ PASSIVA | Jaime Otelo…230
DO AMOR CELESTE | Paulo Jorge Brito e Abreu…230
ENQUANTO A NOITE FOR A NOITE |
Joel Henriques…231
GANZFELD | António José
Borges…254
GRANITO
& MÁRMORE; TORGA | Jesus Carlos…257
MORADAS: CADERNO POÉTICO E VISUAL
Poemas de Manuel
Cândido Pimentel; ilustrações de Cláudia Guerreiro…258
MEMORIÁGUIO…280
MAPIÁGUIO…281
ASSINATURAS…281
COLECÇÃO NOVA ÁGUIA…284
Para encomendar: info@movimentolusofono.org
Colecção Nova Águia: https://www.zefiro.pt/category/filosofia-nova-aguia
Outras obras promovidas pelo MIL: https://millivros.webnode.com/
terça-feira, 3 de março de 2026
Novo Livro Fundação Lusíada/ MIL: "Individuação", de C. Hipólito Reis
"Individuação", de C. Hipólito Reis
Fundação Lusíada/ MIL/ DG Edições, 2025, 154 pp.
ISBN: 978-989-36597-1-7
segunda-feira, 2 de março de 2026
21 Autores para a Filosofia Portuguesa do Século XXI
domingo, 1 de março de 2026
Volume V d'A Via Lusófona...
Coligem-se aqui mais de meia centena de textos, todos eles, de forma mais ou menos directa, sobre a temática lusófona, textos que escrevemos nos últimos dois anos e que foram sendo publicados, de forma dispersa, em diversos jornais e revistas, bem como em outras plataformas digitais em que regularmente colaboramos. No seu conjunto, estes textos retratam bem – julgamos – os diversos planos em que a Lusofonia se deve cumprir: no plano cultural, desde logo, mas também nos planos social, económico e político. Só assim, cumprindo-se em todos estes planos, a Lusofonia – é nossa convicção – se cumprirá realmente e deixará de ser apenas um mote retórico e inconsequente, como ainda – importa reconhecê-lo – em grande medida é.
Para encomendar: info@movimentolusofono.org
Colecção Nova Águia: https://www.zefiro.pt/category/filosofia-nova-aguia
Outras obras promovidas pelo MIL: https://millivros.webnode.com/
sábado, 28 de fevereiro de 2026
Prémio de Ensaio "Adriano Moreira", promovido pela Academia Internacional da Cultura Portuguesa
Artigo 1º - Descrição
O “Prémio Adriano
Moreira” é uma iniciativa da
Academia Internacional da Cultura Portuguesa (AICP), a que poderão associar-se outras instituições, ao abrigo de protocolos
especialmente celebrados para o efeito.
Artigo 2º - Objetivo
O “Prémio Adriano
Moreira” tem como objectivo distinguir o melhor ensaio sobre as
diversas identidades culturais que constituem a Comunidade de Língua
Portuguesa, tal como a podemos equacionar no século XXI.
Artigo 3º - Concurso
A natureza do concurso, a
constituição do júri e a fixação do calendário são da responsabilidade do
Conselho Académico da AICP.
Artigo 4º - Condições de Admissão
Serão admitidos a concurso
ensaios inéditos com a extensão máxima de
10.000 palavras e que incluam um título e um resumo de até 300 palavras.
Artigo 5º - Apresentação de Candidaturas
A apresentação das candidaturas,
por pessoas singulares com plena capacidade jurídica independentemente da sua
nacionalidade, deverá ser feita em mensagem de correio electrónico, enviada
para o endereço da AICP: aicpgeral@gmail.com,
com ficheiro anexo em formato PDF.
Artigo 6º - Júri
O Júri do “Prémio Adriano
Moreira” será constituído por
quatro membros do Conselho Académico da AICP, mais um representante da família
do Professor Adriano Moreira.
Artigo 7º - Prazos
O concurso, a realizar-se
anualmente, tem início com a publicação do anúncio de abertura. O período
de envio das candidaturas encerra às 23h59m (TMG) do dia 6 de Setembro (data do
aniversário do Professor Adriano Moreira) de cada ano. A avaliação das candidaturas e a publicitação do resultado
decorrem até ao dia 23 de Outubro (data do falecimento do Professor
Adriano Moreira) do mesmo ano.
Artigo 8º - Deliberações do júri
a)
- As deliberações
do júri são tomadas por maioria simples, tendo o Presidente do júri voto de
qualidade, em caso de empate.
b)
– O júri
pode deliberar a não atribuição do Prémio.
Artigo 9º - Prémio
Em cada edição, o “Prémio Adriano
Moreira” será constituído por uma
quantia em dinheiro, atribuída ao(s) autor(es) do ensaio vencedor, no montante
de mil euros, e pela publicação do ensaio no Boletim da AICP.
Artigo 10º - Casos Omissos
Todos os casos omissos neste
regulamento serão resolvidos pelo Conselho Académico da AICP.
Artigo 11º - Recurso
As decisões do júri não são
passíveis de recurso.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Abril 2026: X Colóquio Luso-Galaico sobre a Saudade/ III Encontro de Filosofia e Cultura Luso-Galaica

13 de Abril (Lisboa); 14 de Abril (Porto e Vigo); 15 de Abril (Santiago de Compostela)
Ver Programa: https://iflb.webnode.page/abril-2026-x-coloquio-luso-galaico-sobre-a-saudade-iii-encontro-de-filosofia-e-cultura-luso-galaica/
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Novo Livro MIL: “O diálogo com Kant no pensamento luso-brasileiro”
ÍNDICE
Conferências
ECOS DE KANT
NA REFLEXÃO FILOSÓFICA PORTUGUESA | António Braz Teixeira
A HERANÇA DE
KANT NO BRASIL | José Maurício de Carvalho
Comunicações
A PRESENÇA DE IMMANUEL KANT EM O CONTEUDO E O CRITERIO DO DIREITO,
DE JOSÉ FREDERICO LARANJO | A. Paulo Dias Oliveira
O KANTISMO E O CULTURALISMO EM
SÍLVIO ROMERO | Adelmo
José da Silva
ECOS DE KANT EM VICENTE FERRER
NETO PAIVA E PAULO AUTRAN DE ALBUQUERQUE | Ana Paula
Loureiro de Sousa
O BELO, O SUBLIME E O RIDÍCULO NA PERSPECTIVA KANTIANA | Fábio Abreu dos
Passos
DUAS RAZÕES PARA O INCOMPARÁVEL SUCESSO DA FILOSOFIA
DE KANT NO BRASIL | Humberto Schubert Coelho
O FORMALISMO ÉTICO NO PENSAMENTO PORTUGUÊS | Jorge Teixeira
da Cunha
PEDRO DE
AMORIM VIANA E A PERCEPÇÃO DE KANT EM MEADOS DE OITOCENTOS EM PORTUGAL | José
Esteves Pereira
FRANCISCO
FARIA E MAIA E KANT | José Luís Brandão da Luz
O DIÁLOGO COM KANT EM FERREIRA DEUSDADO | Luís Lóia
APROXIMAÇÃO AO
PENSAMENTO JURÍDICO-FILOSÓFICO DE LUÍS CABRAL DE MONCADA NO CONTEXTO DO
NEOKANTISMO | Mário Reis Marques
O NEOKANTISMO
E O CULTURALISMO DE TOBIAS BARRETO | Paulo Roberto Andrade de Almeida
JOSÉ
MARINHO E A “CRISE DESENHADA PELA FILOSOFIA DE KANT” | Renato Epifânio
A RELAÇÃO ENTRE O PENSAMENTO E O SER NO SISTEMA PANTITEÍSTA DE CUNHA
SEIXAS EM DIÁLOGO COM KANT | Samuel Dimas
OPERAÇÕES DO ESPÍRITO E COMPREENSÃO DA COMPREENSÃO: KANT EM FERNANDO GIL
| Sofia Miguens
COM QUAL KANT FLUSSER GOSTARIA DE
CONCORDAR? | Wanderley
Dias da Silva
“O diálogo com Kant no pensamento luso-brasileiro”, coord. de António Braz Teixeira, Celeste Natário e Renato Epifânio
IF-UP/ IFLB/ MIL/ DG Edições, 2025, 240 pp.
ISBN: 978-989-36224-1-4










