A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

Albufeira, Alcáçovas, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belmonte, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Ermesinde, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Famalicão, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guarda, Guimarães, Idanha-a-Nova, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Mirandela, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pinhel, Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Teresina (Brasil), Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vigo (Galiza), Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
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domingo, 10 de agosto de 2025

NOVA ÁGUIA nº 35: Capa, Editorial e Índice...

 


No trigésimo quinto número da Revista NOVA ÁGUIA, o destaque maior vai para a secção sobre “Filosofia da História Portuguesa”, que colige uma dezena e meio de ensaios, apresentados, em primeira mão, num Colóquio que decorreu em Junho do passado ano, na Biblioteca Nacional de Portugal, por iniciativa do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira.

Nesta secção, encontramos assim reconstituídas algumas das mais relevantes visões – quer retrospectivas, quer prospectivas – da nossa história comum. Falamos, nomeadamente, das visões de Rodrigues de Brito, Cunha Seixas, Silva Cordeiro, Sílvio Lima, António Quadros, Oliveira Martins, Sampaio Bruno, Lima de Freitas, António Sérgio, Teófilo Braga, Teixeira de Pascoaes, Fidelino de Figueiredo, Eduardo Lourenço, Jaime Cortesão, Amorim de Carvalho, Agostinho da Silva e Dalila Pereira da Costa.

De seguida, destacamos uma dezena de “Outros Vultos” da nossa comum Cultura Lusófona – desde logo, Sophia de Mello Breyner Andresen, ainda por ocasião dos vinte anos do seu falecimento –, bem como, por ordem alfabética: Albano Martins, Almada Negreiros, Amorim de Carvalho, Daniel Pires, Fernando Pessoa, Henrique Levy, Manuel Ferreira Patrício, Orlando Vitorino e Ruy Cinatti, por António Braz Teixeira lapidarmente caracterizado como “poeta-peregrino do mundo lusófono tropical”.

Depois, como sempre acontece, temos uma série – de mais de uma dezena – de “Outros Voos”, de temática mais diversa, e, em “Extravoo”, publicamos as justificações da quarta Entrega dos Prémios TABULA RASA: Festivais Literários de Fátima – organizados, desde 2015, pela NOVA ÁGUIA e pelo MIL (Movimento Internacional Lusófono), que decorreu igualmente em Junho do passado ano –, nas diversas categorias: Literatura Infanto-Juvenil, Poesia, Ficção, Filosofia e Prémio Vida e Obra, entregue a José Carlos Seabra Pereira, por todo um conjunto valiosíssimo de livros, donde se destaca a sua “grande e pioneira síntese” sobre As literaturas em língua portuguesa, das origens aos nossos dias.

Dando de novo a palavra a António Braz Teixeira: “José Carlos Seabra Pereira, nesta sua obra, duplamente monumental, pela sua extensão e pela amplitude do seu âmbito espácio-temporal, trata de um universo de autores nunca antes considerados como constituindo um conjunto unificado pela língua portuguesa, do mesmo passo que torna patente o fecundo diálogo travado, ao longo do tempo, ente as literaturas lusófonas nos cinco continentes.”. Numa época em que tanto se contesta o próprio conceito de Lusofonia, eis, por todas essas razões, uma obra que merece, da nossa parte, o maior reconhecimento.

A Direcção da NOVA ÁGUIA

Post Scriptum: Dedicamos este número da NOVA ÁGUIA a Vasco Rocha Vieira, Sócio Honorário do MIL e último Governador Português de Macau, que nos deixou a 22 de Janeiro – no próximo número, evocá-lo-emos pela voz de Jorge Rangel, Presidente do Instituto Internacional de Macau.

NOVA ÁGUIA Nº 35: ÍNDICE

Editorial…5

Prémios PASC de Cidadania 2024…6

FILOSOFIA DA HISTÓRIA PORTUGUESA

A FILOSOFIA DA HISTÓRIA NO KRAUSISMO PORTUGUÊS: RODRIGUES DE BRITO, CUNHA SEIXAS E SILVA CORDEIRO | António Braz Teixeira…8

A FILOSOFIA DA HISTÓRIA DO CRISTIANISMO DE RODRIGUES DE BRITO | A. Paulo Dias Oliveira…15

SÍLVIO LIMA, CRÍTICO DA FILOSOFIA DA HISTÓRIA | Carlos Leone…24

OS TRILHOS DA HISTÓRIA À LUZ DA MOVÊNCIA FILOSÓFICA DE ANTÓNIO QUADROS | César Tomé…26

OLIVEIRA MARTINS: O COMPROMISSO DA “VIDA NOVA” | Guilherme d’Oliveira Martins…35

A CONCEPÇÃO BRUNINA DA HISTÓRIA | Joaquim Domingues…42

INTRODUÇÃO À FILOSOFIA DA HISTÓRIA DE LIMA DE FREITAS (DO SIMBOLISMO AO SACRISMO) | José Carlos Pereira…48

ANTÓNIO SÉRGIO: HISTORIOLOGIA, HISTORIOSOFIA E HISTORIOPEDIA | José Esteves Pereira…52

filosofia da história em teófilo braga | José Luís Brandão da Luz…57

MÂNTICA E PRESENTIFICAÇÃO: VIVÊNCIAS IMERSIVAS DA HISTÓRIA EM TEIXEIRA DE PASCOAES | Luísa Borges…67

ELEMENTOS DA LEITURA FIDELINIANA DA HISTÓRIA | Mário Carneiro…71

EDUARDO LOURENÇO: O DEBATE COM ORPHEU E A PRESENÇA E A CRÍTICA AO MARXISMO | Miguel Real…76

O TERCEIRO FACTOR: FRANCISCANISMO, FIORISMO E MARTINISMO NA LITERATURA DE JAIME CORTESÃO | Pedro Martins…86

ENTRE AMORIM DE CARVALHO E AGOSTINHO DA SILVA: DO “FIM HISTÓRICO” AO “RENASCIMENTO” DE PORTUGAL, 50 ANOS APÓS A REVOLUÇÃO DE 1974 | Renato Epifânio…98

DALILA PEREIRA DA COSTA E A RAZÃO MÍTICA NA HISTÓRIA DA ESPIRITUALIDADE PORTUGUESA | Samuel Dimas…103

SOPHIA, 20 ANOS DEPOIS

O BRANCO, O SOL, O AZUL E A CAL EM SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN | Luís de Barreiros Tavares…114

SOPHIA DE MELLO BREYNER: UMA ORAÇÃO NO TEMP(L)O | Maria Luísa Francisco…118

DA LUZ SEM SOMBRA À SOMBRA DA LUZ: ENTRE A GRÉCIA E A IBÉRIA, ENTRE SOPHIA DE MELLO BREYNER, TEIXEIRA DE PASCOAES E JOSÉ MARINHO | Renato Epifânio…119

COM SOPHIA DE MELLO BREYNER: NAS PALAVRAS QUE INVOCAM O SILÊNCIO SAGRADO DA VIDA | Samuel Dimas…121

OUTROS VULTOS

ALBANO MARTINS | Jorge Vicente Valentim…128

ALMADA NEGREIROS | Annabela Rita…136

AMORIM DE CARVALHO | Júlio Amorim de Carvalho…145

DANIEL PIRES | António Aresta…153

FERNANDO PESSOA | Alexandra Barreiros…161

HENRIQUE LEVY | Elter Manuel Carlos…162

MANUEL FERREIRA PATRÍCIO | Emanuel Oliveira Medeiros…165

ORLANDO VITORINO | João Luís Ferreira…168

RUY CINATTI | António Braz Teixeira…177

OUTROS VOOS

PORTUGAL NUM CAPRICCIO 9 SÉCULOS DEPOIS | Annabela Rita…186

CERVANTES E SHAKESPEARE: A LITERATURA-MUNDO NA CULTURA PORTUGUESA | António José Borges…189

AINDA SOBRE O ENSINO DA FILOSOFIA NO ENSINO SECUNDÁRIO EM PORTUGAL | Artur Manso…192

LINGUAGEM, PENSAMENTO E DIDÁTICA: SINAIS DA FALA E DO SILÊNCIO | Emanuel Oliveira Medeiros…197

DOS TO KREWN, ADKA E DIKÉ OU DA MOTRICIDADE DA JUSTIÇA E INJUSTIÇA SEGUNDO A LEI NATURAL QUE GOVERNA O DECURSO DOS FENÓMENOS NO TEMPO SEGUNDO A NECESSIDADE | Joaquim Pinto…201

DESAFIOS ÉTICOS DE NOSSA TRADIÇÃO LUSO-BRASILEIRA | José Maurício de Carvalho…204

A PAIXÃO DO FILOSOFAR | Luís Furtado…208

POE-BÉCQUER: COMPROMISSO ÉTICO-POLÍTICO E NEUTRALIDADE AXIOLÓGICA | Luís G. Soto…209

ESPIRAL OU O CÍRCULO QUE SE NÃO FECHA: A PROPÓSITO DA DESCOBERTA DE UM ESCRITO INÉDITO DE ANTÓNIO QUADROS | Pedro Martins…215

DEAMBULAÇÕES PRÓ-LUSÓFONAS | Renato Epifânio…220

AUTOBIOGRAFIA 15 | Samuel Dimas…224

EXTRAVOO

PRÉMIOS TABULA RASA: FESTIVAL LITERÁRIO DE FÁTIMA | Maria Luísa Francisco, António José Borges, Luís Lóia, Annabela Rita e António Braz Teixeira…238

PERIÓDICOS ETERNOS

TRADUÇÃO DO CORREIO DE LONDRES & MAPA POLÍTICO | Pedro Vistas…250

BIBLIÁGUIO

PORTUGAL, RAZÃO E MISTÉRIO | Joaquim Domingues…254

A FILOSOFIA DA SAUDADE | Renato Epifânio…256

VISÕES DE AGOSTINHO DA SILVA: DE PORTUGAL À LUSOFONIA | Miguel Real…257

AUTOBIOGRAFIA DE JESUS | Risoleta C. Pinto Pedro…258

FRANCISCO MACHADO DE FARIA E MAIA, ROBERTO DE MESQUITA E O SEU TEMPO | Berta Pimentel…266

O PRINCÍPIO DO MUNDO | Jorge Chichorro Rodrigues…267

LENDAS E CONTOS POPULARES TRANSMONTANOS | Ernesto Rodrigues…270

OPERAÇÃO MILITAR ESPECIAL | Carlos Leone…273

TUDO O QUE SOBE DEVE CONVERGIR | António José Borges…275

POEMÁGUIO

PÚBLIO CLÁUDIO PULCRO; ALI IBNE IÚÇUFE; O OUTRO INFANTE; O OUTRO SANCHO | Jesus Carlos…126

TRÍADE | Maria Luísa Francisco…127

DA SAUDADE QUE TAMBÉM SE ACENDE | José Valle de Figueiredo…184

ODE AO STATUS QUO | Jaime Otelo…184

DECREPITUDE | Maria José Leal…185

ELOGIO DE GASTÃO CRUZ | Manoel Tavares Rodrigues-Leal…236

NA PARTIDA DA SENHORA BEATRIZ | Paulo Jorge Brito e Abreu…237

BOLINA; HÁ FORMAS | António José Borges…248

A MORTE | Samuel Dimas…249

À LUZ PASSAGEIRA DO DIA; OUTONO | João Franco…276

ENCONTRO | Fernando de Moraes Gebra…277

MORADAS: CADERNO POÉTICO E VISUAL

Poemas de Joel Henriques e Ilustrações de Henrique e António Nahak Borges…278

MEMORIÁGUIO…284

MAPIÁGUIO…285

ASSINATURAS…286

COLECÇÃO NOVA ÁGUIA…289 

Para encomendar: info@movimentolusofono.org

Colecção Nova Águia: https://www.zefiro.pt/category/filosofia-nova-aguia

Outras obras promovidas pelo MIL: https://millivros.webnode.com/

quinta-feira, 17 de abril de 2025

26 de Abril, no Porto: Apresentação da Revista NOVA ÁGUIA nº 35…


No trigésimo quinto número da Revista NOVA ÁGUIA, o destaque maior vai para a secção sobre “Filosofia da História Portuguesa”, que colige uma dezena e meio de ensaios, apresentados, em primeira mão, num Colóquio que decorreu em Junho do passado ano, na Biblioteca Nacional de Portugal, por iniciativa do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira.

Nesta secção, encontramos assim reconstituídas algumas das mais relevantes visões – quer retrospectivas, quer prospectivas – da nossa história comum. Falamos, nomeadamente, das visões de Rodrigues de Brito, Cunha Seixas, Silva Cordeiro, Sílvio Lima, António Quadros, Oliveira Martins, Sampaio Bruno, Lima de Freitas, António Sérgio, Teófilo Braga, Teixeira de Pascoaes, Fidelino de Figueiredo, Eduardo Lourenço, Jaime Cortesão, Amorim de Carvalho, Agostinho da Silva e Dalila Pereira da Costa.

De seguida, destacamos uma dezena de “Outros Vultos” da nossa comum Cultura Lusófona – desde logo, Sophia de Mello Breyner Andresen, ainda por ocasião dos vinte anos do seu falecimento –, bem como, por ordem alfabética: Albano Martins, Almada Negreiros, Amorim de Carvalho, Daniel Pires, Fernando Pessoa, Henrique Levy, Manuel Ferreira Patrício, Orlando Vitorino e Ruy Cinatti, por António Braz Teixeira lapidarmente caracterizado como “poeta-peregrino do mundo lusófono tropical”.

Depois, como sempre acontece, temos uma série – de mais de uma dezena – de “Outros Voos”, de temática mais diversa, e, em “Extravoo”, publicamos as justificações da quarta Entrega dos Prémios TABULA RASA: Festivais Literários de Fátima – organizados, desde 2015, pela NOVA ÁGUIA e pelo MIL (Movimento Internacional Lusófono), que decorreu igualmente em Junho do passado ano –, nas diversas categorias: Literatura Infanto-Juvenil, Poesia, Ficção, Filosofia e Prémio Vida e Obra, entregue a José Carlos Seabra Pereira, por todo um conjunto valiosíssimo de livros, donde se destaca a sua “grande e pioneira síntese” sobre As literaturas em língua portuguesa, das origens aos nossos dias.

Dando de novo a palavra a António Braz Teixeira: “José Carlos Seabra Pereira, nesta sua obra, duplamente monumental, pela sua extensão e pela amplitude do seu âmbito espácio-temporal, trata de um universo de autores nunca antes considerados como constituindo um conjunto unificado pela língua portuguesa, do mesmo passo que torna patente o fecundo diálogo travado, ao longo do tempo, ente as literaturas lusófonas nos cinco continentes.”. Numa época em que tanto se contesta o próprio conceito de Lusofonia, eis, por todas essas razões, uma obra que merece, da nossa parte, o maior reconhecimento.

A Direcção da NOVA ÁGUIA

Post Scriptum: Dedicamos este número da NOVA ÁGUIA a Vasco Rocha Vieira, Sócio Honorário do MIL e último Governador Português de Macau, que nos deixou a 22 de Janeiro – no próximo número, evocá-lo-emos pela voz de Jorge Rangel, Presidente do Instituto Internacional de Macau.

NOVA ÁGUIA Nº 35: ÍNDICE

Editorial…5

Prémios PASC de Cidadania 2024…6

FILOSOFIA DA HISTÓRIA PORTUGUESA

A FILOSOFIA DA HISTÓRIA NO KRAUSISMO PORTUGUÊS: RODRIGUES DE BRITO, CUNHA SEIXAS E SILVA CORDEIRO | António Braz Teixeira…8

A FILOSOFIA DA HISTÓRIA DO CRISTIANISMO DE RODRIGUES DE BRITO | A. Paulo Dias Oliveira…15

SÍLVIO LIMA, CRÍTICO DA FILOSOFIA DA HISTÓRIA | Carlos Leone…24

OS TRILHOS DA HISTÓRIA À LUZ DA MOVÊNCIA FILOSÓFICA DE ANTÓNIO QUADROS | César Tomé…26

OLIVEIRA MARTINS: O COMPROMISSO DA “VIDA NOVA” | Guilherme d’Oliveira Martins…35

A CONCEPÇÃO BRUNINA DA HISTÓRIA | Joaquim Domingues…42

INTRODUÇÃO À FILOSOFIA DA HISTÓRIA DE LIMA DE FREITAS (DO SIMBOLISMO AO SACRISMO) | José Carlos Pereira…48

ANTÓNIO SÉRGIO: HISTORIOLOGIA, HISTORIOSOFIA E HISTORIOPEDIA | José Esteves Pereira…52

filosofia da história em teófilo braga | José Luís Brandão da Luz…57

MÂNTICA E PRESENTIFICAÇÃO: VIVÊNCIAS IMERSIVAS DA HISTÓRIA EM TEIXEIRA DE PASCOAES | Luísa Borges…67

ELEMENTOS DA LEITURA FIDELINIANA DA HISTÓRIA | Mário Carneiro…71

EDUARDO LOURENÇO: O DEBATE COM ORPHEU E A PRESENÇA E A CRÍTICA AO MARXISMO | Miguel Real…76

O TERCEIRO FACTOR: FRANCISCANISMO, FIORISMO E MARTINISMO NA LITERATURA DE JAIME CORTESÃO | Pedro Martins…86

ENTRE AMORIM DE CARVALHO E AGOSTINHO DA SILVA: DO “FIM HISTÓRICO” AO “RENASCIMENTO” DE PORTUGAL, 50 ANOS APÓS A REVOLUÇÃO DE 1974 | Renato Epifânio…98

DALILA PEREIRA DA COSTA E A RAZÃO MÍTICA NA HISTÓRIA DA ESPIRITUALIDADE PORTUGUESA | Samuel Dimas…103

SOPHIA, 20 ANOS DEPOIS

O BRANCO, O SOL, O AZUL E A CAL EM SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN | Luís de Barreiros Tavares…114

SOPHIA DE MELLO BREYNER: UMA ORAÇÃO NO TEMP(L)O | Maria Luísa Francisco…118

DA LUZ SEM SOMBRA À SOMBRA DA LUZ: ENTRE A GRÉCIA E A IBÉRIA, ENTRE SOPHIA DE MELLO BREYNER, TEIXEIRA DE PASCOAES E JOSÉ MARINHO | Renato Epifânio…119

COM SOPHIA DE MELLO BREYNER: NAS PALAVRAS QUE INVOCAM O SILÊNCIO SAGRADO DA VIDA | Samuel Dimas…121

OUTROS VULTOS

ALBANO MARTINS | Jorge Vicente Valentim…128

ALMADA NEGREIROS | Annabela Rita…136

AMORIM DE CARVALHO | Júlio Amorim de Carvalho…145

DANIEL PIRES | António Aresta…153

FERNANDO PESSOA | Alexandra Barreiros…161

HENRIQUE LEVY | Elter Manuel Carlos…162

MANUEL FERREIRA PATRÍCIO | Emanuel Oliveira Medeiros…165

ORLANDO VITORINO | João Luís Ferreira…168

RUY CINATTI | António Braz Teixeira…177

OUTROS VOOS

PORTUGAL NUM CAPRICCIO 9 SÉCULOS DEPOIS | Annabela Rita…186

CERVANTES E SHAKESPEARE: A LITERATURA-MUNDO NA CULTURA PORTUGUESA | António José Borges…189

AINDA SOBRE O ENSINO DA FILOSOFIA NO ENSINO SECUNDÁRIO EM PORTUGAL | Artur Manso…192

LINGUAGEM, PENSAMENTO E DIDÁTICA: SINAIS DA FALA E DO SILÊNCIO | Emanuel Oliveira Medeiros…197

DOS TO KREWN, ADKA E DIKÉ OU DA MOTRICIDADE DA JUSTIÇA E INJUSTIÇA SEGUNDO A LEI NATURAL QUE GOVERNA O DECURSO DOS FENÓMENOS NO TEMPO SEGUNDO A NECESSIDADE | Joaquim Pinto…201

DESAFIOS ÉTICOS DE NOSSA TRADIÇÃO LUSO-BRASILEIRA | José Maurício de Carvalho…204

A PAIXÃO DO FILOSOFAR | Luís Furtado…208

POE-BÉCQUER: COMPROMISSO ÉTICO-POLÍTICO E NEUTRALIDADE AXIOLÓGICA | Luís G. Soto…209

ESPIRAL OU O CÍRCULO QUE SE NÃO FECHA: A PROPÓSITO DA DESCOBERTA DE UM ESCRITO INÉDITO DE ANTÓNIO QUADROS | Pedro Martins…215

DEAMBULAÇÕES PRÓ-LUSÓFONAS | Renato Epifânio…220

AUTOBIOGRAFIA 15 | Samuel Dimas…224

EXTRAVOO

PRÉMIOS TABULA RASA: FESTIVAL LITERÁRIO DE FÁTIMA | Maria Luísa Francisco, António José Borges, Luís Lóia, Annabela Rita e António Braz Teixeira…238

PERIÓDICOS ETERNOS

TRADUÇÃO DO CORREIO DE LONDRES & MAPA POLÍTICO | Pedro Vistas…250

BIBLIÁGUIO

PORTUGAL, RAZÃO E MISTÉRIO | Joaquim Domingues…254

A FILOSOFIA DA SAUDADE | Renato Epifânio…256

VISÕES DE AGOSTINHO DA SILVA: DE PORTUGAL À LUSOFONIA | Miguel Real…257

AUTOBIOGRAFIA DE JESUS | Risoleta C. Pinto Pedro…258

FRANCISCO MACHADO DE FARIA E MAIA, ROBERTO DE MESQUITA E O SEU TEMPO | Berta Pimentel…266

O PRINCÍPIO DO MUNDO | Jorge Chichorro Rodrigues…267

LENDAS E CONTOS POPULARES TRANSMONTANOS | Ernesto Rodrigues…270

OPERAÇÃO MILITAR ESPECIAL | Carlos Leone…273

TUDO O QUE SOBE DEVE CONVERGIR | António José Borges…275

POEMÁGUIO

PÚBLIO CLÁUDIO PULCRO; ALI IBNE IÚÇUFE; O OUTRO INFANTE; O OUTRO SANCHO | Jesus Carlos…126

TRÍADE | Maria Luísa Francisco…127

DA SAUDADE QUE TAMBÉM SE ACENDE | José Valle de Figueiredo…184

ODE AO STATUS QUO | Jaime Otelo…184

DECREPITUDE | Maria José Leal…185

ELOGIO DE GASTÃO CRUZ | Manoel Tavares Rodrigues-Leal…236

NA PARTIDA DA SENHORA BEATRIZ | Paulo Jorge Brito e Abreu…237

BOLINA; HÁ FORMAS | António José Borges…248

A MORTE | Samuel Dimas…249

À LUZ PASSAGEIRA DO DIA; OUTONO | João Franco…276

ENCONTRO | Fernando de Moraes Gebra…277

MORADAS: CADERNO POÉTICO E VISUAL

Poemas de Joel Henriques e Ilustrações de Henrique e António Nahak Borges…278

MEMORIÁGUIO…284

MAPIÁGUIO…285

ASSINATURAS…286

COLECÇÃO NOVA ÁGUIA…289

Para encomendar: info@movimentolusofono.org

Outras obras promovidas pelo MIL: https://millivros.webnode.com/


domingo, 16 de fevereiro de 2025

Na NOVA ÁGUIA 35: FILOSOFIA DA HISTÓRIA PORTUGUESA...

A FILOSOFIA DA HISTÓRIA NO KRAUSISMO PORTUGUÊS: RODRIGUES DE BRITO, CUNHA SEIXAS E SILVA CORDEIRO | António Braz Teixeira

A FILOSOFIA DA HISTÓRIA DO CRISTIANISMO DE RODRIGUES DE BRITO | A. Paulo Dias Oliveira

SÍLVIO LIMA, CRÍTICO DA FILOSOFIA DA HISTÓRIA | Carlos Leone

OS TRILHOS DA HISTÓRIA À LUZ DA MOVÊNCIA FILOSÓFICA DE ANTÓNIO QUADROS | César Tomé

OLIVEIRA MARTINS: O COMPROMISSO DA “VIDA NOVA” | Guilherme d’Oliveira Martins

A CONCEPÇÃO BRUNINA DA HISTÓRIA | Joaquim Domingues

INTRODUÇÃO À FILOSOFIA DA HISTÓRIA DE LIMA DE FREITAS (DO SIMBOLISMO AO SACRISMO) | José Carlos Pereira

ANTÓNIO SÉRGIO: HISTORIOLOGIA, HISTORIOSOFIA E HISTORIOPEDIA | José Esteves Pereira

filosofia da história em teófilo braga | José Luís Brandão da Luz

MÂNTICA E PRESENTIFICAÇÃO: VIVÊNCIAS IMERSIVAS DA HISTÓRIA EM TEIXEIRA DE PASCOAES | Luísa Borges

ELEMENTOS DA LEITURA FIDELINIANA DA HISTÓRIA | Mário Carneiro

EDUARDO LOURENÇO: O DEBATE COM ORPHEU E A PRESENÇA E A CRÍTICA AO MARXISMO | Miguel Real

O TERCEIRO FACTOR: FRANCISCANISMO, FIORISMO E MARTINISMO NA LITERATURA DE JAIME CORTESÃO | Pedro Martins

ENTRE AMORIM DE CARVALHO E AGOSTINHO DA SILVA: DO “FIM HISTÓRICO” AO “RENASCIMENTO” DE PORTUGAL, 50 ANOS APÓS A REVOLUÇÃO DE 1974 | Renato Epifânio

DALILA PEREIRA DA COSTA E A RAZÃO MÍTICA NA HISTÓRIA DA ESPIRITUALIDADE PORTUGUESA | Samuel Dimas

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Na NOVA ÁGUIA 35: sobre Ruy Cinatti ...

 

RUY CINATTI, POETA-PEREGRINO DO MUNDO LUSÓFONO TROPICAL[1]

António Braz Teixeira

1. De seu nome completo Ruy Cinatti Vaz Monteiro Gomes, o futuro poeta nasceu em Londres, em 1915, filho de pai de ascendência transmontana e algarvia e de mãe de origem macaense e italiana, da qual herdou o apelido Cinatti, que viria a adoptar como nome literário.

Tendo vindo para Portugal em tenra idade, perdeu a mãe aos dois anos, vítima da “pneumónica”, tendo esse facto marcado, decisiva e profundamente a sua vida e a sua poesia, como o testemunha a sua primeira recolha poética, Nós não somos deste mundo (1941).

Aluno distinto dos Pupilos do Exército, em 1935, aos 20 anos, com José Blanc de Portugal (1914-2000), Orlando Ribeiro (1911-1987) e outros colegas, participou num cruzeiro de juventude, que o levou à Madeira, a Cabo Verde, a São Tomé e Príncipe e a Angola e foi o seu primeiro contacto com os trópicos e com o mundo africano português, que o marcará profundamente e encontrará singular expressão na sua obra poética.


[1] Conferência que decorreu no Palácio da Independência, em 19 de Junho de 2024, no âmbito do “Círculo da Língua Portuguesa”, neste caso em parceria com a APE: Associações dos Pupilos do Exército.

(excerto)

sábado, 25 de janeiro de 2025

Na NOVA ÁGUIA 35: sobre Orlando Vitorino...

 

ORLANDO VITORINO NO MOVIMENTO DA FILOSOFIA PORTUGUESA

João Luís Ferreira

Muitos dos que se reúnem no âmbito das actividades do MIL e da Revista NOVA ÁGUIA não conheceram nem conviveram pessoalmente com os principais autores da filosofia portuguesa à excepção talvez de Pinharanda Gomes (falecido há apenas 6 anos) e de António Braz Teixeira.

Apresentar Orlando Vitorino constitui por isso uma responsabilidade mas também uma dificuldade pessoal. Dar testemunho do homem, dar testemunho do pensamento do autor e distinguir ou discernir o que na relação pessoal que mantivemos durante mais de 20 anos, possa obstaculizar a clareza interpretativa e o contributo para compreender o autor e o seu pensamento.

(excerto)

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Na NOVA ÁGUIA 35: sobre Fernando Pessoa...


 FERNANDO PESSOA, NUM CLARO-ESCURO DA CONSCIÊNCIA

Alexandra Barreiros

Ao tentar escrever uma biografia de Fernando Pessoa, deparamo-nos com um problema fundamental: é que, como refere Eduardo Lourenço, um dos seus mais subtis exegetas, “procurando o homem só encontraremos textos”. Será pois ainda possível sentir o menor espanto, se aquele que de si próprio disse “tenho pela vida o interesse de um decifrador de enigmas”, se tenha convertido no enigma supremo? Ele mesmo nos avisou:

Sou um evadido

Logo que nasci, fecharam-me em mim

Ah, mas eu fugi!

(excerto)

sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Na NOVA ÁGUIA 35: sobre Daniel Pires...

 


DANIEL PIRES E AS TRÊS TERTÚLIAS ORIENTAIS[1]

António Aresta

Licenciado em filologia germânica e doutorado em cultura portuguesa com uma tese dedicada a Bocage, Daniel Pires estudou, planeou e organizou novas edições das obras de Camilo Pessanha, Wenceslau de Moraes, de Bocage, sem esquecer a península de Setúbal, esse microcosmos que tem dado pano para mangas na biografia, na história cultural, na literatura, ou nos estudos etnográficos. Esta é a primeira tertúlia oriental que Daniel Pires teve a arte e o engenho de colocar em diálogo aberto e problematizante com a contemporaneidade, dando visibilidade à estética, à poética, às ideias, à pedagogia, à política e ao quotidiano rumoroso que foi encontrar nas páginas dos jornais portugueses metropolitanos e dos jornais portugueses do extremo oriente.

[1] Intervenção no Simpósio de Homenagem “Daniel Pires, Mestre dos Investigadores” (Auditório da Biblioteca Nacional de Portugal, 30 de Setembro de 2024).

(excerto)

terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Na NOVA ÁGUIA 35: sobre Amorim de Carvalho...

 


NO 120.° ANO DO NASCIMENTO DE AMORIM DE CARVALHO

Júlio Amorim de Carvalho

Morte no exílio. Exílio voluntário. Não por razões de contingência política. Exílio voluntário e definitivo: supremo exílio[1], motivado na profunda incompatibilidade de Amorim de Carvalho com o ambiente mental do seu país, que lhe fôra persistentemente hostil, de que resultou a marginalização do homem, o silenciamento organizado e sistemático da sua obra ‒ proveniente duma incompatibilidade genética ou incompatibilidade de raiz psico-sociolόgica entre, por um lado, o espírito elítico amoriniano e, por outro, a pesada mentalidade-massa acrítica da pseudo-intelectualidade portuguesa.


[1] Amorim de Carvalho usou a expressão supremos exilados referindo-se àqueles que, como ele, da pátria já nada esperam (poema A comédia da morte, soneto Cruel o exílio dos que a dúbia estrela).

(excerto)

quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

Na NOVA ÁGUIA 35: sobre Almada Negreiros...

 


ALMADA NEGREIROS: “ATÉ HOJE FOI SEMPRE FUTURO”

Annabela Rita

Almada, como outros revolucionários da Arte, reconhecem a importância da tradição mais conceptualmente densa que a atravessa. A proporção áurea, exibida no Parténon, usada por Phideas e aprofundada por Luca Paciolli (De divina proportioni, 1509), é reconhecível na pintura de Giotto, na música de Bartok, na poesia de Camões, na arquitectura de Le Corbusier, etc., para evocar apenas estes exemplos. Almada dirá a respeito numa entrevista ao Diário de notícias (16.06.1960), recorrendo a um significativo plural de grupo:

Nós não pretendemos senão encontrar o cânone e não supusemos nunca que determinada época fosse a exclusiva. /…/ Ele está sempre e é por isso mesmo que ele é cânone.

(excerto)

sábado, 21 de dezembro de 2024

Na NOVA ÁGUIA 35: SOPHIA, 20 ANOS DEPOIS...

 

O BRANCO, O SOL, O AZUL E A CAL EM SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

Luís de Barreiros Tavares

DA LUZ SEM SOMBRA À SOMBRA DA LUZ: ENTRE A GRÉCIA E A IBÉRIA, ENTRE SOPHIA DE MELLO BREYNER, TEIXEIRA DE PASCOAES E JOSÉ MARINHO

Renato Epifânio

COM SOPHIA DE MELLO BREYNER: NAS PALAVRAS QUE INVOCAM O SILÊNCIO SAGRADO DA VIDA

Samuel Dimas