A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

24 de Abril, sábado, pelas 15:00, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Sesimbra



Lançamento de Poemas da Montanha, recolha de poesias de Frei Agostinho da Cruz que conta com um prólogo de Dalila L. Pereira da Costa e tem a chancela da Serra d’Ossa. A apresentação da obra estará a cargo de Luís Paixão, do círculo dos Cadernos de Filosofia Extravagante.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Voto de Ardente Amor Divino

«Amar Jesus é ser com ele na morte passageira e na vida eterna. Não se trata de sobrevivência, em nós, de qualquer entidade invisível e abstrata, mas do próprio corpo [do coração] ressurgido.»
Teixeira de Pascoaes, São Paulo

«Quem me dera por língua um raio ardente
Que os corações abrirá e abrasará,
E os derreterá, unirá e transformará,
No amor, que arde e inflama suavemente.

Amor, que tudo quer, nada consente,
Amor, que não se vê, sendo luz clara,
Amor, que do céu vem, e no céu pára,
Amor, que quem o sente, não se sente.

Amor que n'alma imprime um ser divino,
Que alumiando abre, abrindo acende,
Derrete unindo, e une transformando,

Amor, que cá na terra é peregrino,
Amor, que atrai o spírito e o suspende,
Amor, enfim, que só se adquire amando.»
Frei Agostinho da Cruz

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

AO MESMO SANTO



Místico português do século XVI que viveu como eremita num lugar muito bonito, uma serra em Portugal, chamada Arrábida, que fica por cima donde o rio Sado encontra o Atlântico.
A foto eu
roubei de quem me deu a conhecer.



Nas entranhas da mãe alumiado
Da luz que nas da Virgem dentro via,
Sentiu João quamanho bem seria
Trocar pelo deserto o povoado.

Dele fugindo vai, todo abrasado
Do fogo que em seu peito arder sentia;
Mais quer de animais brutos companhia
Que ser de gente humana acompanhado.

A troca foi ditosa em tenra idade:
A solitária vida é mais segura,
Que do mundo cruel a falsidade.

Nas pedras do deserto achou brandura,
Nas serpentes da serra piedade,
E nas peles das feras cobertura.


Frei Agostinho da Cruz