Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".
Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".
Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
domingo, 23 de outubro de 2022
segunda-feira, 15 de junho de 2020
De Adriano Moreira, para a NOVA ÁGUIA 26...
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
De Adriano Moreira para a NOVA ÁGUIA 21...
O
SAGRADO NA VIDA DE CADA UM DE NÓSEste tema, na visão cristã que domina este lugar de Fátima, é especialmente posto a cristãos, particularmente ocidentais, e, pela evolução dos tempos, e conjunturas políticas, culturais, e científicas, a crentes, e até a não crentes cujo comportamento não pode cortar com a circunstância porque, como tão incisivamente enunciou Ortega, a admitirem que o homem não tem natureza, mas história, encaminhando para repensar a vida humana tendo presente que “o humano escapa à razão físico-matemática como a água por uma peneira”.
Intervenção de Abertura do II Festival Literário de Fátima (excerto inicial)
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
De Adriano Moreira, para a NOVA ÁGUIA 17
Não podemos deixar de lembrar o visionário Agostinho da Silva, que depois de ajudar a formar o Brasil Moderno, imaginou uma sementeira de centros culturais ao redor da Terra – Ceuta, Índia, Malaca, Goa, Macau, Brasília. Amarras da cultura portuguesa miscigenada pelas distâncias, pelos tempos, pelas políticas. Nesta data, as comunidades de origem e cultura portuguesa marcam presença sobretudo na Europa em crise, porque esta não tem conceito estratégico, não teve política consistente do alargamento, está a aprender que mediu mal a capacidade de ter uma política de segurança e defesa autónomas (excerto).
quarta-feira, 22 de julho de 2015
De Adriano Moreira, para a NOVA ÁGUIA 16
quinta-feira, 26 de março de 2015
De Adriano Moreira, para a NOVA ÁGUIA 15

domingo, 26 de outubro de 2014
sábado, 20 de setembro de 2014
DESAFIOS DE PORTUGAL: A IDENTIDADE NACIONAL | De Adriano Moreira, para a NOVA ÁGUIA 14
sábado, 5 de abril de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
"Conciliar o Mundo", de Adriano Moreira, para a NOVA ÁGUIA 13
domingo, 1 de setembro de 2013
De Adriano Moreira, para a NOVA ÁGUIA 12: "O Futuro de Portugal"
Para abordar esta questão complexa que se enuncia, no encontro em curso, com a fórmula de simples leitura – O futuro de Portugal – tem de lembrar-se que a pergunta, – sempre angustiante e não tranquilizadora – foi mais de uma vez colocada na história, longa de séculos, de um país que frequentemente teve de avaliar a relação de capacidade com a efetivação de um Projeto Estratégico Nacional.domingo, 12 de agosto de 2012
De Adriano Moreira, para o próximo nº da NOVA ÁGUIA
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Adriano Moreira: Personalidade Lusófona de 2011

Após ter ouvido o parecer do seu Conselho Consultivo – constituído por 70 membros, representando toda a Comunidade Lusófona –, a Direcção do MIL decidiu atribuir o Prémio Personalidade Lusófona de 2011 ao Professor Doutor Adriano Moreira, por todo o seu trabalho em prol do reforço dos laços entre os países e regiões do espaço da lusofonia, no plano cultural, social, económico e político – desígnio estratégico do MIL.
Recordamos os anteriores premiados: Embaixador Lauro Moreira (2009) e Bispo Ximenes Belo (2010).
A sessão pública de entrega do Prémio, que decorrerá no dia 24 de Fevereiro, será anunciada em breve.
MIL: Movimento Internacional Lusófono
www.movimentolusofono.org
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
UMA PROSPECTIVA DA CPLP (excerto)*

A língua é o nosso instrumento mobilizador do mais importante dos capitais de recuperação, porque transporta valores, nunca é neutra.
Com a língua portuguesa acontece que, implantada em todas as latitudes, também, como aconteceu com o cruzamento das espécies, se tornou mestiça. Por isso tenho afirmado que a língua portuguesa não é nossa, também é nossa, querendo significar que em cada lugar de implantação, pela soberania, pela evangelização, ou pelo comércio, agregou valores que lhe dão especificidade na adopção plural que conseguiu.
Tem um traço comum, a que sempre chamei a maneira portuguesa de estar no mundo, que é a sua trave mestra, o conceito que une todas as etnias e culturas que atraiu, e que permitiu a formação da CPLP.
Nenhuma das potências, que participaram no Império Euromundista, conseguiu organização semelhante, nem mesmo a Espanha que também implantou o castelhano em tantos lugares.
Esta união de pessoas que conservam a identidade específica e a ligação comum que é a língua, constitui um instrumento, e o exemplo, da capacidade de responder à exigência de finalmente reconhecer que a Terra é a casa comum dos homens, que sem diferenças de etnias, crenças, e culturas, todos participam a mesma aventura de viver, e que o globalismo que realmente os unifica é enfrentarem um risco global. A contribuição dos que partilham a maneira portuguesa de estar no mundo para o património comum da humanidade, que inclui os valores que apontam para colocar o diálogo no lugar do combate, e alargar o reconhecimento recíproco pelo respeito que dispensa a tolerância, é uma parcela valiosa e indispensável desse património. E também contribuição para a segurança de que será possível reconstruir um novo futuro promissor, para além da crise brutal, e das ameaças inquietantes.
ADRIANO MOREIRA
* Texto a publicar na íntegra no próximo número da NOVA ÁGUIA.quinta-feira, 20 de maio de 2010
Sobre "A VIA LUSÓFONA"

O seu livro foi quase uma revelação, não pela orientação, mas pela forma, de notável clareza e pertinência, para já não falar na continuidade e coerência com que desenvolve o seu pensamento. Mas também – e no caso não é o aspecto menos importante – pela lúcida e contida coragem de que dá mostras, não só enfrentado os problemas, mas também as críticas.
Se é verdade que não subscrevo tudo o que diz (…), julgo que só nos matizes e num ou noutro desenvolvimento prático isso não acontece. Por exemplo, mal conheço o Doutor Fernando Nobre para ter opinião acerca da sua candidatura, embora me agradem os argumentos que apresenta a seu favor. No essencial e no conjunto reconheço-me nas posições que assume e sinceramente me alegro por ver que há quem as defenda em público e com tal determinação; fazendo votos por que, para além do meu Amigo, elas representem o pensamento de boa parte da nova geração (…).
Felicito-o também pelo apreço que mostra pelo Professor Adriano Moreira, pessoa com quem nunca falei, mas que tenho como o único político que realmente pensa a nossa situação e os nossos problemas a partir do sistema de valores a que o Renato Epifânio chama a cultura, a nossa cultura. Acontece porém que essa cultura ou sistema de valores tem sido sujeito a tão persistente e violento desgaste que se tornou cada vez mais algo virtual e portanto uma referência dificílima de usar com proveito. Estou mesmo convencido de que as forças que nos são adversas – e elas existem, patentes ou ocultas, agindo sobretudo no interior da sociedade –, essas forças há muito dirigem a barragem de fogo contra os valores culturais que possam sustentar a nossa identidade.
Por mim, que nem sou da geração do Professor Adriano Moreira nem da do Renato Epifânio e tenho a noção dos meus limites, mas combato na mesma hoste, tenho-me limitado à defesa e promoção desses valores culturais. A passagem pela política activa, para a qual não tive vocação, resultou de circunstâncias imperiosas e não teve condições para dar real expressão a esses valores. Por isso mais aprecio a atitude do Renato Epifânio e daqui o incito a continuar, pois urge que haja quem dê forma concreta a uma “república” tanto mais desacreditada quanto mais se tornou a bandeira de partidos, que aliás mais parecem bandos de malfeitores.
A tarefa é muito difícil e crucial, tanto mais porque se a Espanha, por exemplo, não envia as suas forças armadas para conquistar Portugal, não desiste do intento de o conseguir por via económica, como é notório, esperando algo semelhante ao que sucedeu em 1580. Por outro lado, os ressentimentos, mesmo se não forem espontâneos, serão artificialmente cultivados, como ainda hoje se observa em muitos brasileiros, passados quase dois séculos da independência, por sinal protagonizada pelo herdeiro do trono português. Dificuldades estas (como outras) que o Renato Epifânio não subestima decerto, embora compreensivelmente procure reduzi-las à dimensão que convém. Aliás, parece-me muito feliz a opção por valorizar tanto o caso de Timor, para quem as nossas responsabilidades são enormes.
Deixe-me só acrescentar que se Portugal, felizmente, não nasceu sobre um poço de petróleo, dispõe de excepcionais condições naturais e estratégicas que só não usa porque, como diz, não tem projecto próprio e deixou de acreditar em si mesmo (…)
Joaquim Domingues
Braga, 13 de Maio de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Duas fotos da sessão de ontem...
(Adriano Moreira, presidindo à sessão)
(Lauro Moreira, no discurso de agradecimento do Prémio Personalidade Lusófona 2009)P.S.: Em breve, disponibilizaremos o vídeo da sessão.
(blogue: http://www.mil-hafre.blogspot.com/)
(facebook: http://www.facebook.com/group.php?gid=2391543356)
Se quiser aderir ao MIL, basta enviar um e-mail: adesao@movimentolusofono.org
Indicar: nome, e-mail e área de residência.
MIL-CONSELHO CONSULTIVO:Alexandre Banhos Campo (Galiza), Amândio Silva (Portugal), Amorim Pinto (Goa), Artur Alonso Novelhe (Galiza), Carlos Frederico Costa Leite (Brasil), Carlos Vargas (Portugal), Fernando Sacramento (Portugal), Francisco José Fadul (Guiné-Bissau), Jorge Ferrão (Moçambique), Jorge da Paz Rodrigues (Portugal), José António Sequeira Carvalho (Portugal), José Jorge Peralta (Brasil), José Luís Hopffer Almada (Cabo Verde), José Manuel Barbosa (Galiza), Lúcia Helena Alves de Sá (Brasil), Luís Costa (Timor), Luísa Timóteo (Malaca), Manuel Duarte de Sousa (Angola), Miguel Real (Portugal), Miriam de Sales Oliveira (Brasil), Nuno Rebocho (Portugal), Octávio dos Santos (Portugal), Paulo Daio (São Tomé e Príncipe), Paulo Pereira (Brasil) e Vitório Rosário Cardoso (Macau).
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Para ler o resto, vai ter que esperar pelo nº 5 da NOVA ÁGUIA...

Foi do Padre António Vieira o conceito de que Deus “fez o homem para a eternidade e não para o tempo”. Mas esta conclusão da fé, que orienta no sentido de aceitar que o Deus cristão “não é uma divindade da natureza mas sim o Deus da história, assumindo-se o cristianismo como religião em que Deus se revela no tempo” (P. Calafate), fez da vida de cada ser uma experiência limitada, um tempo breve que procura articular com um tempo longo das gerações que alongam a recusa dos tempos breves, dos quais disse Santo Agostinho: “se dissera estou aqui, entre a primeira sílaba e a segunda já o estou não seria estou, nem o aqui seria o mesmo lugar, porque como tudo está passando, tudo se teria mudado”.
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