Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
A Águia foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.
A NOVA ÁGUIA pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu “espírito”, adaptado ao século XXI, conforme se pode ler no nosso Manifesto.
Tal como n’ A Águia, temos tido o contributo das mais relevantes figuras da Cultura Lusófona...
Para o 26º número, os textos devem ser enviados até ao final de Junho.
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.
Lançamento da NOVA ÁGUIA 25
10 de Março, no Palácio da Independência (na foto: Miguel Real, António Braz Teixeira, Renato Epifânio e Abel Lacerda Botelho). Para ver o vídeo, clicar sobre a imagem...
Para agendar um lançamento: novaaguia@gmail.com; 967044286.
MAPIÁGUIO (mapa de locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA): Albufeira, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guimarães, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
Nota: Muitos destes lançamentos, não só no país como por todo o espaço lusófono, só têm sido possíveis pelo apoio que a este projecto tem sido dado, desde a primeira hora, pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono. O nosso público reconhecimento por isso. Desta forma, a NOVA ÁGUIA tem tido uma projecção não apenas estritamente nacional mas lusófona.
O "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural
Ângelo Alves, "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo"
Manuel Ferreira Patrício, sobre o MIL e a NOVA ÁGUIA
In AA.VV. "A Vida como Projecto. na senda de Ortega e Gasset", Universidade de Évora Edições, 2014, p. 13.
sábado, 24 de abril de 2010
"PARE, ESCUTE, OLHE"
O documentário estreou nos cinemas a 8 de Abril e cerca de três mil espectadores viram o filme nos cinemas Lusomundo Amoreiras, Parque Nascente, Cinema City Alvalade, e nas exibições descentralizadas em Torres Novas, Vila Real, Mirandela, Guarda, Faro, Tavira, Castelo Branco e Redondo.
Após visionarem o documentário, são muitos os e-mails a questionar o que podem fazer, como podem intervir para a defesa do património do vale do Tua. Por esse motivo, em conjunto com a QUERCUS, MOVIMENTO CÍVICO PELA LINHA DO TUA, GEOTAS, COAGRET, e outros movimentos sociais, foi lançado um manifesto online pela preservação do vale do Tua (http://www.peticao.com.pt/vale-do-tua) e um “Apelo aos deputados”. Já foram enviadas mais de duzentas cartas.
Assim, todos aqueles que vêm o documentário e se sentem indignados ou revoltados podem escrever aos deputados – representantes do povo – e manifestar o seu sentimento através do site:
www.pareescuteolhe.com
ou http://www.earth-condominium.com/cartabarragens/
TRAILER SITE TEASER AMANHECER TEASER BARRAGENS www.pareescuteolhe.com
SINOPSE
Dezembro de 91. Uma decisão política encerra metade da centenária linha ferroviária do Tua, entre Bragança e Mirandela. Quinze anos depois, o apito do comboio apenas ecoa na memória dos transmontanos. A sentença amputou o rumo de desenvolvimento e acentuou as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal, tornando-o no país mais centralista da Europa Ocidental.
Os velhos resistem nas aldeias quase desertificadas, sem crianças. A falta de emprego e vida na terra leva os jovens que restam a procurar oportunidades noutras fronteiras. Agora, o comboio que ainda serpenteia por entre fragas do idílico vale do Tua é ameaçado por uma barragem que inundará aquela que é considerada uma das três mais belas linhas ferroviárias da Europa.
PARE, ESCUTE, OLHE é uma viagem por um Portugal profundo e esquecido, conduzida pela voz soberana de um povo inconformado, maior vítima de promessas incumpridas dos que juraram defender a terra. Esses partiram com o comboio, impunes. O povo ficou, isolado, no único distrito do país sem um único quilómetro de auto-estrada.
FICHA TÉCNICA
Direcção Fotografia, Edição e Realização Jorge Pelicano Assistente Realização Rosa Teixeira Da Silva Pesquisa e Desenvolvimento Jorge Pelicano Rosa Teixeira Da Silva Música Original Manuel Faria, Frankie Chavez, Francisco Faria Produção Costa do Castelo Filmes Produtor Paulo Trancoso Captação de Ambientes Filipe Tavares, Joaquim Pinto Mistura e Edição de Som João Ganho Arquivo Ferroviário Joaquim Mendes, Bob Docherty, Fernando Nunes, Marco Prata
Co-Produção Sic Televisão Apoio Financeiro Fica
terça-feira, 28 de julho de 2009
Um dia para limpar a floresta portuguesa
http://limparportugal.ning.com/
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Próxima quarta...
Exmos(as). Senhores(as),
A Petição pela Linha do Tua Viva, mais de um ano depois de ser lançada, será discutida e votada em plenário, na Assembleia da Republica, no próximo dia 22 de Julho (quarta-feira), a partir das 15h.
O Movimento Cívico pela Linha do Tua (MCLT) lançou a Petição pela Linha do Tua Viva em 27 de Março de 2008 como forma de protesto, pela intenção do Governo de destruir o último troço da Linha do Tua, em funcionamento, para construção de uma mega-barragem na foz do Rio Tua.
O relatório com as conclusões resultantes do inquérito promovido pela Comissão das Obras Publicas, Transportes e Comunicações, na sequência da entrega da Petição pela Linha do Tua Viva, em 18 de Junho de 2008, com mais de 5000 assinaturas, a S. Exa. o Sr. Presidente da Assembleia da Republica, Dr. Jaime Gama, está agora disponível no site do MCLT, para conhecimento de todos:
http://www.linhadotua.net/docs/AR_linhadotua.PDF
Agradecemos que todos os interessados, com disponibilidade para assistir à discussão e votação da Petição pela Linha do Tua Viva, na Assembleia da Republica, no próximo dia 22 de Julho de 2009, nos contactem nesse sentido.
Atentamente,
Movimento Cívico pela Linha do Tua
www.linhadotua.net
sábado, 18 de julho de 2009
A Rede Norte e a Linha do Tua
O Movimento Cívico pela Linha do Tua congratula-se com a criação da Rede Norte e com o interesse que a defesa da Linha do Tua continua a gerar e a merecer, nos vários sectores da sociedade. A Linha do Tua é uma das causas eleitas, por esta recém-criada plataforma cívica, para aplicação e desenvolvimento de um projecto, conforme explica José Ferraz Alves, na RTV:
http://www.acdporto.org/2009/07/17/rede-norte-na-rtv/
Segue abaixo, uma mensagem de um dos movimentos cívicos que integra a Rede Norte, dando conta dos objectivos da mesma, algumas das últimas iniciativas e formas de contacto, para conhecimento e informação de todos os interessados.
Por último, informamos que se espera a presença de representantes da Rede Norte no debate de 23 de Julho ("O Vale do Tua - A importância do Património do Desenvolvimento Regional"), na Casa Regional dos Transmontanos e Alto Durienses do Porto. O objectivo é apresentar e discutir algumas das propostas da Rede Norte para o desenvolvimento da região, em particular, da Linha do Tua.
Atentamente,
Movimento Cívico pela Linha do Tua
www.linhadotua.net
A recém-criada REDE NORTE, da qual faz parte a ComboiosXXI, é uma plataforma de movimentos cívicos que, através da partilha de contactos, experiência e conhecimento, prentende criar uma massa crítica capaz de incluir na agenda política e mediática causas do foro económico-social e da sustentabilidade inerentes à região Norte.
A REDE NORTE irá debruçar-se sobre temas transversais às preocupações das várias associações, tendo como metodologia o trabalho interdisciplinar e o pensamento estruturado em equipa, sempre com a intenção de criar uma ideia de Região construída a partir dos interesses dos cidadãos.Na primeira reunião desta plataforma, - no passado dia 11 de Julho de 2009 no Clube Lieterário do Porto - foi decidido que o primeiro tema a abordar será a Linha do Tua, precisamente por ser uma causa da região que perfaz os requisitos de uma intervenção holística: factores ecónomico-sociais, ambientais, de organização do território, da mobilidade e do turismo.Se está interessado em colaborar activamente nesta "rede", contacte-nos info@comboiosxxi.org.
VIDEO:http://bragaporto40minutos.blogspot.com/2009/07/rede-norte-na-rtv.htmlARTIGO
OPINIÃO:http://bragaporto40minutos.blogspot.com/2009/07/telefonem-me-in-jn-2009.html
NOTA DE IMPRENSA:http://bragaporto40minutos.blogspot.com/2009/07/nota-de-imprensa-rede-norte.html
Comboios XXI
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Ainda mais deste futuro cinzento?
Torga, Miguel, Diário XVI
domingo, 5 de julho de 2009
Uma iniciativa interessante...
«E se cada um de nós pudesse colaborar na elaboração de uma nova Constituição?»
Vai ser lançada no próximo dia 11 de Julho a iniciativa Constituição 2.0, uma wiki criada para que qualquer pessoa possa colaborar na elaboração de uma nova Constituição para Portugal.
O debate de lançamento será centrado nos temas levantados por si no blogue, ou pelo twitter, as suas sugestões são muito importantes: diga o que acha que é o assunto prioritário que deva estar numa nova Constituição.
Pode fazê-lo aqui, adicionando um comentário:
http://constituicao20.wordpress.com/2009/06/25/temas-para-o-debate-escolha-o-seu/
Twitter hashtag: #constituicao20
Facebook: http://www.facebook.com/event.php?eid=99644001371&ref=ts
O seu contributo é fundamental!
Mais informações em http://constituicao20.wordpress.com/
DEBATE DE LANÇAMENTO: 11 de Julho 2009 no Museu das Comunicações,
Átrio da Casa do Futuro (10h às 18h)
Organização: Instituto da Democracia Portuguesa (IDP)
sábado, 27 de junho de 2009
Onde tudo é possível...
«Esta é a mensagem que o pessoal docente da Escola Secundária de Pacific Palisades (Califórnia) aprovou unanimemente que deveria ser gravada no atendedor de chamadas da escola. Foi o resultado de a escola ter implementado medidas que exigiam aos alunos e aos pais que fossem responsáveis pelas faltas dos estudantes e pelas faltas de trabalho de casa. A escola e os professores estão a ser processados por pais que querem que as notas que levam ao chumbo dos seus filhos sejam alteradas para notas que os passem - ainda que esses miúdos tenham faltado 15 a 30 vezes num semestre e não tendo realizado trabalhos escolares suficientes para poderem ter uma nota positiva.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Não querendo que me faça espécie, vamos lá ver no que vai dar...
Enfim, mais do mesmo.
A ver... Desejo estar errado.
«China interessada no sector dos petróleos de Timor-Leste [ 2009-06-16 ]
Díli, Timor-Leste, 16 Jun - O ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, Zacarias da Costa, disse segunda-feira em Díli ter discutido durante a sua deslocação à China a possível cooperação chinesa no sector dos hidrocarbonetos. "O presidente Hu Jintao reconheceu que Timor-Leste é um país rico em petróleo, gás e recursos naturais que interessam à China e Timor-Leste também está interessado numa parceria estratégica como a China”, acentuou, lembrando que os negócios nortearam o seu périplo de uma semana. O envolvimento chinês "poderá passar pela construção do gasoduto para Timor-Leste, se for possível negociar com a Austrália, e pelo estabelecimento de uma zona de apoio em Suai (sul)”, adiantou à agência noticiosa portuguesa Lusa.O ministro adiantou estarem ainda em jogo “refinarias e de toda a infra-estrutura necessária ao sector, tanto em terra como no mar”.O ministro dos Negócios Estrangeiros lembrou que o país “já tem um parceiro estratégico, a Petronas, da Malásia, bem como um bom grupo de apoio na Coreia do Sul, liderado pela Korgaz”.Em 2002, realçou, a Petrochina enviou uma missão à região, para um levantamento e estudos em terra.Na altura, foi celebrado um acordo bilateral, estando prevista para breve a deslocação de uma nova missão empresarial chinesa a Timor-Leste, com o objectivo de discutir com o Governo o envolvimento no sector, adiantou o chefe da diplomacia timorense.Zacarias da Costa valorizou ainda a exportação de mais de uma centena de produtos timorenses para a China, fruto de um acordo bilateral assinado em 2008. (macauhub)»
domingo, 14 de junho de 2009
Processo constituinte em Angola...
Está em curso o processo constituinte em Angola que levará à elaboração da futura Constituição. Um grupo de Organizações da Sociedade Civil está envolvida em tal processo de forma a garantir uma "CONSTITUIÇÃO CIDADÃ".
Neste sentido está em curso um pequeno inquérito sobre o domínio por parte do cidadão sobre o referido processo. Agradecemos a mais ampla divulgação. Para todas as instituições que tenham websites e/ou Blogs agradecemos que coloquem o link nos mesmos.
Para Preencher o Inquérito sobre a Constituição Online:
http://www.surveymonkey.com/s.aspx?sm=Zugmd2l1aisXHpECkGMhvw_3d_3d
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Em Évora...
Exmo.(a) Senhor.(a)
Numa altura em que é preciso (re) aprender a usar os nossos recursos através da Educação para o consumo sustentado da água, porque não começar pelos mais pequenos oferecendo-lhes um livro que aborda a temática da água e alerta para a sua importância vital?
*Ajudar à preservação deste bem essencial é tarefa de todos e que a todos diz respeito. Pela nossa parte, estamos a erguer em Évora o Centro UNESCO da Aldeia das Ciências dedicado à Água, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (http://www.youtube.com/watch?v=HbYR2l45CM0 )
Encontrando-se em fase de Conclusão, este Centro necessita da Vossa participação de forma a torná-lo realidade mais rapidamente. O Vosso contributo será fundamental para esta causa e poderá concretizar-se através da aquisição de exemplares do livro Água 4 contos da autoria de Maria Alberta Meneres, Matilde Rosa Araújo, José Jorge Letria e António Torrado com ilustrações de Francisco Bilou, ao preço unitário de 4,99€ mais Portes de Envio.
Mais informações estão disponíveis na página web 4contos.aguatv.org e para encomendas de outras quantidades ou qualquer esclarecimento adicional, estamos ao vosso inteiro dispor através da nossa colaboradora Nélia Correia pelo telefone 266748100, fax 266748102 ou pelo e-mail: agua.4contos@gmail.com
Certos da vossa sensibilidade, interesse e apoio por estas temáticas apresentamos os nossos melhores cumprimentos.
Sandra Rodrigues
sexta-feira, 5 de junho de 2009
É para esta vergonha civilizacional que caminhámos e nela patinaremos -
«Aumento substancial do número de bebés prematuros
Alguns dos factores apontados por Sandra Antunes para explicar o aumento do número de bebés prematuros prendem-se com o facto de existirem cada vez mais mães hipertensas, «partos após os 35 anos, deslocamento da placenta».
Para além destes factores, a organizadora do primeiro congresso sobre bebés prematuros refere ainda o estilo de vida actual como agente que exerce uma forte influência no parto prematuro, avança a TSF».
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Marcha Mundial Contra a Fome
É já no próximo dia 7 de Junho que se realiza mais uma edição da Marcha Mundial Contra a Fome e voltamos a contar com a participação de todos para ajudar o Programa Alimentar das Nações Unidas na luta contra a fome infantil. Com apenas 5 euros (valor da inscrição) – o correspondente a 25 refeições no âmbito do World Food Programme - podemos contribuir para combater um flagelo que todos os dias mata mais de 25 mil pessoas em todo o Mundo, das quais 14 mil são crianças.
Domingo, 7 de Junho às 10 horas
Lisboa => Torre de Belém / Docas
Porto => Cais de Gaia / Passeio Alegre
A Marcha Mundial contra a Fome – Walk the World é uma manifestação global destinada a promover a sensibilização e recolha de fundos para as acções do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, que luta contra a fome infantil. O evento decorre durante 24 horas, em todos os fusos horários, com o objectivo de erradicar a fome e a pobreza extrema no mundo até 2015, conforme a Campanha do Milénio das Nações Unidas.
Esta acção de solidariedade social surgiu no âmbito de uma parceria estabelecida em 2003 entre o World Food Programme das Nações Unidas e a TNT e, desde o seu lançamento, a Marcha registou um enorme crescimento – de evento regional com 40 mil participantes para um evento global com 250 mil participantes, em 2008.
Sabia que:
Há alimentos suficientes para alimentar toda a população mundial durante quase meio século;
Apesar disso, mais de 300 milhões de crianças em todo o mundo sofrem de fome crónica;
A fome e a subnutrição são as causas de mais de metade do número total de mortes de crianças, provocando, todos os anos, a morte de aproximadamente 5 milhões de crianças;
Pode ser fornecida uma refeição escolar a uma criança com fome pela irrisória quantia de 20 cêntimos.
Inscrições:
Até 05/06/09 na Sportzone:
Grande Lisboa: Almada Forum, Armazém Chiado, CascaiShopping, Colombo, Oeiras Parque, Vasco da Gama
Grande Porto: Arrábida Shopping, Gaia Shopping, Ikea Matosinhos, NorteShopping, Parque Nascente, Via Catarina
No dia 07/06/09: até à hora da marcha na linha da partida
As verbas angariadas por esta iniciativa serão entregues na totalidade ao WFP - Programa Alimentar Contra a Fome, das Nações Unidas.
Veja aqui o vídeo do Walk the World.
www.movingtheworld.org
terça-feira, 2 de junho de 2009
Por Setúbal...
Declaração
O património como valor estratégico e oportunidade de Setúbal
O Património Cultural constitui-se como um dos activos mais preciosos de qualquer Concelho, em especial dos que possuem percursos históricos mais antigos e cujos recursos naturais foram parcialmente exauridos com o tempo e actividades humanas. Trata-se de um activo de que cada geração, presente e futura, se deve considerar como fiel depositária e cuja amplitude transcende a esfera estritamente local. Não podemos considerar-nos donos de tudo quanto nos foi colectivamente legado e que pertence em grande medida a quem nos antecedeu, cabendo-nos a nós apenas reparti-lo com os nossos contemporâneos e com quem nos há-de suceder. Cuidar e desenvolver o Património Cultural, muito mais do que uma decorrência da lei, nacional, europeia ou universal constitui, pois, um imperativo civilizacional e de cidadania.
Em mais de trinta anos de vida democrática recente deram-se passos importantes para que o Património Cultural português começasse a adquirir na sociedade o lugar central, progressivo e moderno que lhe compete. Libertámo-nos de fantasmas; somos unânimes na consideração de que as políticas de Património Cultural constituem o desígnio central do Estado e das Autarquias na área da Cultura.
Em consequência organizaram-se departamentos específicos da Administração central e local, promoveram-se cursos para formar técnicos especializados, criaram-se
associações profissionais e cívicas… e no entanto o Património Cultural português continua em grande parte abandonado, em acelerada degradação, sem ter ocupado a centralidade que requer nas políticas do Estado e na sociedade em geral.
Mais recentemente, a perda de horizonte político estratégico e a desqualificação operacional e técnica dos serviços do Estado na área do património atingiu extremos inimagináveis. Corre-se o risco de regressão significativa e irremediável. Sucedem-se as denúncias de escândalos relacionados com a destruição de bens patrimoniais e a paralisia de serviços, pelo que cabe às autarquias um papel determinante na salvaguarda deste recurso.
Neste quadro político e social, os cidadãos subscritores da presente Declaração sentem que é chegada a hora de constituir uma plataforma no sentido de facilitar a análise conjunta de todas as problemáticas patrimoniais, que até aqui vinham estudando sectorialmente.
Partindo do diagnóstico e denúncia da situação actual, sempre que justificado, a plataforma ora criada visa sobretudo abrir a via de uma alternativa de esperança no futuro, constituindo-se desde já como um fórum de reflexão e de proposição de medidas, habilitando os restantes agentes sociais, nomeadamente os partidos e o Executivo local, a melhor exercerem as suas competências próprias e visando sobretudo, em última instância, a adopção da uma linha estratégica de desenvolvimento de Setúbal, tirando o devido partido do Património Cultural local.
Para alcançar os objectivos indicados a plataforma irá desenvolver um programa variado de iniciativas, que passam pela elaboração de estudos sectoriais de diagnóstico aprofundado da situação actual e pela organização de conferências e debates onde a ideia de força O Património como valor estratégico e oportunidade local, constituirá o mote federador.
Insistimos no nosso ponto de que o direito ao Património Cultural constitui não somente uma obrigação constitucional e legal, mas representa sobretudo um direito societário de novo tipo, tão importante como o do acesso à informação. Importa passar das palavras aos actos, dar conteúdo efectivo aos amplos consensos políticos existentes neste domínio e, de uma vez por todas, fazer do património um desígnio comum, assumido colectivamente pelo Estado e pelos cidadãos, individualmente considerados e também livremente organizados através de um movimento associativo forte e esclarecido, como é próprio de qualquer sociedade desenvolvida.
Para que o Património Cultural possa constituir a oportunidade de futuro, o desígnio local que reivindicamos, torna-se necessário prosseguir articuladamente as seguintes linhas estratégicas:
1. Promover o desenvolvimento de uma sociedade civil forte e esclarecida, verdadeiramente capaz de inspirar as políticas do Estado e dos agentes económicos e sociais. Neste sentido é antes do mais desejável repensar e fortalecer as bases do contrato social estabelecido eleitoralmente, o que passa por quatro planos sucessivos de actuação:
a) A exigência que as propostas contidas em programas eleitorais contemplem medidas substantivas a tomar na área do Património Cultural;
b) A dotação do município com as capacidades técnicas e legais de efectiva fiscalização das acções neste sector;
c) Fazer com que se torne uma realidade a auscultação de todos os órgãos de consulta independentes e representativos, cuja existência, funcionamento regular e capacidade real de influência constitui uma das principais garantias do exercício da cidadania, especialmente em sociedades democráticas avançadas, como se pretende ser a nossa;
d) Promoção da competência técnica na autarquia nas áreas que tutelam o Património Cultural. O facto de se encarar a Cultura como um sector marginal e pouco preponderante na governação, tem tido consequências na capacidade de intervenção operacional. A Cultura, e o Património em especial, devem merecer por parte do Estado uma atenção mais cuidada e criteriosa, nomeadamente, na constituição das equipas responsáveis, pois destas depende em muito a definição e promoção das políticas públicas, nesta área tão sensível e especializada. Só apostando na excelência e catapultando a Cultura para a vanguarda das políticas locais, se poderão evitar erros que muitas vezes assumem um carácter irreversível;
2) Promover a qualificação profissional na execução das políticas patrimoniais, o que supõe designadamente:
a) O apoio aos curricula académicos e estágios práticos visando formação adequada ao exercício profissional das competências inerentes à execução das políticas patrimoniais existentes na região;
b) A substituição da lógica das empresas e mercantilização do Património Cultural, substituindo-a pelo apoio à criação e manutenção de ONG’s regionais com funções operativas;
c) A renovação dos quadros de pessoal da administração pública tanto técnicos como com funções de suporte (essenciais para um funcionamento eficaz dos organismos públicos), acorrendo ao perigo eminente de ruptura de serviços, que se vêm já hoje impossibilitados do exercício das funções de gestão e fiscalização que competem ao Estado e começam a colocar em risco a preservação efectiva dos bens patrimoniais sob sua gestão directa seja no sector dos museus, seja no sector do património arquitectónico e arqueológico;
3) Promover a transversalidade entre os vários sectores da autarquia, criando uma dinâmica que possa responder às actuais apetências de um público que, apesar de tudo, participa cada vez mais em determinadas manifestações de índole cultural. Refira-se, como exemplo o diálogo que poderá existir entre o património, museologia e criação contemporânea, tanto no domínio das artes plásticas como no das artes performativas;
4) Constituir os mecanismos que permitam o estabelecimento, com a adequada participação da sociedade civil, de uma efectiva política para o património cultural, dotada de suficientes meios financeiros, tendo especialmente em atenção os sectores da Cultura, da Educação, do Ambiente, do Urbanismo e do Ordenamento do Território e do Turismo;
5) É especialmente urgente proceder, no mais curto prazo, a uma reconfiguração do organigrama institucional municipal:
a) Definir um modelo coerente de gestão do Património Cultural local que possa garantir a sua efectiva salvaguarda, delimitando com rigor e bom senso as competências locais, tendo sempre presente a salvaguarda da capacidade interventiva, como garante último da perenidade de bens que, pela sua natureza, não constituem propriedade plena de nenhuma geração ou grupo particular;
b) Em concreto, reorganizar a orgânica a política na área do Património Cultural dotando-a de um esquema operacional agilizado e de circuitos de decisão claros, sem sobreposições de competências;
c) Assegurar o desenvolvimento de políticas de salvaguarda do Património Cultural integradas, incluindo os bens imóveis, móveis e imateriais;
d) Reforçar significativamente a dotação financeira no sector do Património Cultural;
e) Manter e reforçar as competências operacionais específicas desse sector, quer quanto a domínios técnicos de especialidade, quer quanto à actuação no território;
f) Zelar pela salvaguarda dos fundos documentais do organismo, como sejam os arquivos e bibliotecas de especialidade, garantindo a sua efectiva disponibilização pública;
g) Promover uma política inequívoca para o Inventário do Património Cultural de forma a garantir a continuidade e especificidade de sistemas e garantir simultaneamente uma eficaz e indispensável inter-operacionalidade entre os mesmos;
h) Incentivar a criação e integração em rede das bases de dados e sistemas de informação actualmente existentes, negociando protocolos que potenciem economias de escala no plano do recurso às infra-estruturas de telecomunicações;
i) Apoiar uma política de difusão cultural nomeadamente através da manutenção ou reformulação, mas nunca extinção, de publicações monográficas e periódicas, em certos casos já existentes;
6) Finalmente, é especialmente urgente proceder às reivindicações junto do Estado Central e outras instituições, responsabilizando-as pelos efeitos nocivos da sua acção junto do Património Cultural, no mais curto prazo, procurando que, através do diálogo se propiciem soluções para:
a) Propugnar pela musealização da feitoria fenícia de Abul, com acessos e sinalização clara;
b) Propugnar pela abertura ao público da cidade romana de Tróia, bem como pela construção do prometido museu monográfico de um dos mais importantes arqueosítios da Península Ibérica;
c) Exigir ao Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, a recuperação da villa romana da Comenda e da fortaleza de São Filipe, que se encontram em claro risco de derrocada, de acordo com a alínea i do artigo 2.º do POPNA (Resolução do Concelho de Ministros 141/2005, publicado no DR de 23 de Agosto);
d) Instar, junto da Reserva do Estuário do Sado, para a manutenção da abertura e usufruto público do Moinho de Maré da Mourisca;
e) Instar, junto do Ministério da Cultura, para a continuidade das obras na reabilitação do Convento de Jesus e reinstalação do Museu de Setúbal no mesmo;
f) Exigir à tutela a transferência de posse do Convento de S. Francisco para o município, de modo a aí serem instaladas valências culturais concretas, com índice de construção 0, para aí instalar o verdadeiro centro cultural há muito reivindicado para Setúbal;
g) Instar, junto da AMDS, pela reabilitação do Convento de S. Paulo e Santa Maria de Alferrara, de modo a albergarem funções de reconhecida utilidade pública, tais como ensino, culturais, patrimoniais e outras, a serem definidas em amplo debate público;
Ao apresentarmos publicamente a nossa iniciativa, pretendemos passar das palavras aos actos, tomando sobre nós uma parte da responsabilidade que reivindicamos para a sociedade civil em matéria da definição das políticas patrimoniais. Fazemo-lo numa óptica construtiva, de quem pretende constituir parte da solução. Neste sentido, o elenco de medidas acima indicadas representa apenas um primeiro contributo para o efeito desejado, devendo ser corrigido ou aprofundado em consequência da discussão ampla e pública que entendemos dever existir em domínio no qual todos nos sentimos colectivamente comprometidos.
Acima de tudo desejaríamos mobilizar todos, cidadãos e associações cívicas, especialistas e associações científicas ou profissionais, serviços públicos e empresas privadas, representantes eleitos pelo povo e políticos com funções governativas, para um amplo movimento de reflexão e debate que tenha por mote o princípio que nos anima: O património como valor estratégico e oportunidade de Setúbal.
Assinam,
Prima Folia – Cooperativa Cultural
Associação dos Cidadãos pela Arrábida e Estuário do Sado
A César o que é de César
Partilho a realidade:
Grupo dos Amigos de Olivença
www.olivenca.org
*Divulgação
Petição «O Estatuto Jurídico de Olivença»
Numa iniciativa original de alguns apoiantes da Causa de Olivença, encontra-se em subscrição pública, «on-line», uma petição aos candidatos ao Parlamento Europeu. Pode consultar e subscrever em: http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2009N53
Lx., 27-05-2009
SI/GAO.
sábado, 30 de maio de 2009
Os impactos das alterações climáticas no sistema energético português em 2050
Palavras-chave em Português: alterações climáticas, CO2, barragem, sistemas energéticos, TIMES
Publicidade enganosa
Assim se escreveu ao Ministro do Ambiente,
http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=20&cid=4361&bl=1
terça-feira, 26 de maio de 2009
Petição por uma alteração legislativa que impeça que os Tribunais retirem às famílias de acolhimento crianças que estejam com estas há mais de um ano
A prioridade dada aos laços biológicos contra a estabilidade emocional e contra a própria felicidade das crianças deve ser eliminada da Lei e o Bem Estar da Criança deve ser colocado como o aspecto central dos processos de devolução aos pais biológicos, no estrito respeito pelo espírito do nº1 do art. 1977 do Código Civil.
Esta petição será entregue a todos os grupos parlamentares representados na Assembleia da República e no cumprimento do "Direito de Petição" (Lei 43/90), art. 21 será obrigatoriamente analisada se forem reunidas mais de mil assinaturas e apreciada em plenário (art. 24) se reunir mais de quatro mil assinaturas.
Assine em:
http://www.gopetition.com/online/28059.html
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Já assinei...
Petição Movimento do Descontentamento
Para: Assembleia da República
MANIFESTO
O descontentamento que atinge grande parte da população, que não vislumbra alternativas credíveis a esta insustentável situação, poderá levar a níveis de abstenção elevadíssimos.
Com efeito, pese o crescimento do PCP e do BE, e a descida do PS, a verdade é que também o PSD tem crescido nas sondagens. Acresce que embora todos neguem a intenção de regressar ao famigerado bloco central, o adormecimento, o cansaço e a desilusão do eleitorado criam condições propícias a que tal aconteça, perante o apregoado fantasma da instabilidade.
Aí está um mito que a realidade social desmente. Querem maior instabilidade do que a provocada pelo desemprego crescente, a falência das pequenas e médias empresas, a deslocalização de multinacionais que condenam à miséria centenas de milhares de trabalhadores? Querem maior instabilidade do que a provocada pela agitação social que já se faz sentir e pode ser o prenúncio de tumultos incontroláveis que poderão alastrar a todo o país, tal como vozes avisadas e insuspeitas de lançarem gasolina para a fogueira têm prevenido?
A linha editorial de O Cacimbo tem, desde o início, denunciado as políticas anti-sociais deste governo, que já tinha destruído a classe média e criado dois milhões de novos pobres, muito antes da crise mundial a qual, agora utiliza para justificar a situação de descalabro económico e crise social nacional de que é o primeiro responsável. Deste modo, sabemos que:
- o desmantelamento progressivo e persistente do Serviço Nacional de Saúde;
- o clima irrespirável que se vive nos ensinos básico, secundário e superior onde as universidades tendem a ser um espaço ao serviço das elites e dos interesses negociais dos bancos e das empresas, impedindo o acesso à formação superior de uma vasta camada da população portuguesa;
- a falta de isenção de alguns órgãos de soberania e a ineficácia da Justiça, os escândalos permanentes com figuras de alto gabarito, a começar pelas suspeitas acerca do envolvimento do primeiro-ministro, de autarcas que embora arguidos em diversos crimes de colarinho branco continuam a presidir às Câmaras Municipais;
- as reformas e indemnizações milionárias que continuam a auferir gestores de empresas públicas e privadas – incluindo os que arruinaram a Banca e saíram com os bolsos cheios e completamente impunes;
geram inevitavelmente um clima de desespero na população e profundo descrédito na classe política em que a maioria absoluta do PS transformou o parlamento num órgão de soberania inútil que legisla mal e não fiscaliza o governo.
É por isso que este blogue abre as portas a todos os que, como nós, sentem que a sociedade civil tem de dar um forte safanão que altere radicalmente este situacionismo, servindo de porta-voz que congregue um amplo movimento de descontentamento.
Todos não seremos demais para criar e ampliar tal movimento.
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2009N37
sábado, 23 de maio de 2009
Ferdinand Dimadura
- de tudo o que sabemos o que é que realmente aprendemos?
Este vídeo no sítio abaixo referido fez-me lembrar esta minha inquietação...
http://www.cultureunplugged.com/play/1081/Chicken-a-la-Carte
terça-feira, 19 de maio de 2009
Acção de protesto contra campanha EDP-Barragens
Procurando dar seguimento ao profundo descontentamento para com a inqualificável campanha da EDP-Barragens, irei, em nome individual, exercendo o meu dever de cidadania em defesa da conservação da Natureza, do meio Ambiente, realizar uma acção de protesto (com faixa) no dia 20 de Maio junto à entrada do "pólo de Sustentabilidade" da EDP na Praça Marquês de Pombal entre as 09.00 e as 13.00h.
"Ninguém cometeu maior erro do que aquele que não fez nada só porque podia fazer muito pouco"
Edmund Burke
Luis Cunha Avelar
961122437