EM TODO O PAÍS & MUNDO LUSÓFONO: LANÇAMENTOS NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI

Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".

A Águia foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.

A NOVA ÁGUIA pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu “espírito”, adaptado ao século XXI, conforme se pode ler no nosso
Manifesto.

Tal como n’ A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas:

- 1º número (1º semestre de 2008): A ideia de Pátria: sua actualidade.

- 2º número (2º semestre de 2008): António Vieira e o futuro da Lusofonia.

- 3º número (1º semestre de 2009): O legado de Agostinho da Silva, 15 anos após a sua morte.

- 4º número (2º semestre de 2009): Pascoaes, Portugal e a Europa: 20 anos após a queda do Muro de Berlim.

- 5º número (1º semestre de 2010): Os 100 anos d' A Águia e a situação cultural de hoje.

- 6º número (2º semestre de 2010): A República, 100 anos depois.

- 7º número (1º semestre de 2011): Fernando Pessoa: "Minha pátria é a língua portuguesa" (nos 15 anos da CPLP).

- 8º número (2º semestre de 2011): O Pensamento da Cultura de Língua Portuguesa: nos 30 anos da morte de Álvaro Ribeiro.

- 9º número (1º semestre de 2012): Nos 100 anos da Renascença Portuguesa: como será Portugal daqui a 100 anos?

- 10º número (2º semestre de 2012): Leonardo Coimbra, Dalila Pereira da Costa, Manuel Laranjeira e João de Deus: Razão e Espiritualidade.

- 11º número (1º semestre de 2013): "Da minha língua vê-se o mar": o Mar e a Lusofonia.

- 12º número (2º semestre de 2013): O pensamento de António Quadros - nos 20 anos do seu falecimento.

- 13º número (1º semestre de 2014): O balanço de Abril, 40 anos depois - nos 20 anos do falecimento de Agostinho da Silva.

- 14º número (2º semestre de 2014): 80 Anos da "Mensagem" – 8 Séculos da Língua Portuguesa.

- 15º número (1º semestre de 2015): Nos 100 Anos do “Orpheu” e da "Arte de Ser Português"

- 16º número (2º semestre de 2015): Quem tem medo da Filosofia Lusófona? Nos 100 anos do falecimento de Sampaio Bruno.

- 17º número (1º semestre de 2016): A importância das Diásporas para a Lusofonia.

- 18º número (2º semestre de 2016): Autores em destaque - Ariano Suassuna, Delfim Santos e Vergílio Ferreira.

- 19º número (1º semestre de 2017): O Balanço da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa ; Afonso de Albuquerque: 500 anos depois.

- 20º número (2º semestre de 2017): José Rodrigues (no ano da sua morte); Raul Brandão (nos 150 anos do seu nascimento); Francisco Manuel de Melo (nos 350 anos da sua morte).

- 21º número (1º semestre de 2018): Ainda sobre José Rodrigues; Fidelino de Figueiredo (nos 50 anos da sua morte); António Nobre e Raul Brandão (nos 150 anos do seu nascimento).

- 22º número (2º semestre de 2018): V Congresso da Cidadania Lusófona; Dalila Pereira da Costa (nos 100 anos do seu nascimento); Francisco do Holanda (nos 500 anos do seu nascimento).

- 23º número (1º semestre de 2019): Nos 10 anos do MIL: Movimento Internacional Lusófono); Almada Negreiros; ainda sobre Dalila Pereira da Costa.

- 24º número (2º semestre de 2019): Afonso Botelho (nos 100 anos do seu nascimento).

- 25º número (1º semestre de 2020): Pinharanda Gomes: Textos e Testemunhos dos seus Amigos.

Para o 25º número, os textos devem ser enviados até ao final de Dezembro.

Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).

Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.

Capa da NOVA ÁGUIA 24

Capa da NOVA ÁGUIA 24

EDITORIAL NOVA ÁGUIA 24

As personalidades maiores (ou mais aquilinas) são aquelas que mais transcendem fronteiras – culturais, religiosas ou ideológicas. Pela amostra (significativa – mais de uma dúzia) de testemunhos que aqui recolhemos, proferidos numa sessão em sua Homenagem promovida pelo Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, no dia 10 de Maio do corrente ano, no Palácio da Independência, João Bigotte Chorão foi, de facto, uma personalidade maior da nossa cultura lusófona.

Personalidade não menor foi a de Afonso Botelho, que completaria no dia 4 de Fevereiro 100 anos. Igualmente por iniciativa do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, realizou-se, nesse exacto dia, também no Palácio da Independência, um Colóquio que abordou as diversas facetas do seu pensamento e obra. São os textos então apresentados (com mais alguns entretanto chegados) que aqui publicamos (mais de uma dezena e meia de textos).

Dois mil e dezanove tem sido um ano especialmente rico em centenários. Para além de Afonso Botelho, evocamos aqui igualmente Jorge de Sena e José Hermano Saraiva. Para o próximo número, fica desde já prometida a evocação de Joel Serrão e de Sophia de Mello Breyner Andresen, onde iremos também recordar Agustina Bessa-Luís, recentemente falecida, no início deste semestre, que marcou ainda presença na NOVA ÁGUIA – logo no primeiro número, onde publicámos um texto seu intitulado “O fantasma que anda no meu jardim”, que termina desta forma: “Voltaremos a encontrar-nos”. Até sempre, Agustina!

Ainda no vigésimo quarto número da NOVA ÁGUIA, para além do “Poemáguio” e do “Memoriáguio” (duas secções igualmente clássicas), publicamos cerca de uma dezena de “Outros Voos” e, em “Extavoo”, mais um capítulo da segunda parte (inédita) da Vida Conversável, de Agostinho da Silva, bem como a série completa das “Cartas sem resposta” de João Bigotte Chorão –, algumas das quais já publicadas em números anteriores da nossa revista. No “Bibliáguio”, por fim, publicamos mais de meia dúzia de recensões de obras que despertaram a atenção do nosso olhar aquilino.


A Direcção da NOVA ÁGUIA


Post Scriptum: Já na fase final da composição deste número, a 27 de Julho, faleceu, aos oitenta anos, Pinharanda Gomes, Sócio Honorário do MIL: Movimento Internacional Lusófono, um dos mais importantes colaboradores da NOVA ÁGUIA, desde o primeiro número (até este que aqui se apresenta, com dois ensaios que nos fez chegar no primeiro semestre deste ano), e, sob todos os pontos de vista, uma das mais relevantes figuras da cultura lusófona do último meio século (facto que só por ignorância ou má-fé pode ser contestado). Por isso, no próximo número da revista, teremos, logo a abrir, uma série de Textos e Testemunhos em sua Homenagem.

NOVA ÁGUIA Nº 24: ÍNDICE

Editorial…5
HOMENAGEM A JOÃO BIGOTTE CHORÃO
Textos e Testemunhos de J. Pinharanda Gomes (p. 8), Alfredo Campos Matos (p. 22), Annabela Rita (p. 22), António Braz Teixeira (p. 24), António Cândido Franco (p. 24), António Leite da Costa (p. 25), António Manuel Pires Cabral (p. 26), Artur Anselmo (p. 27), Eugénio Lisboa (p. 27), Isabel Ponce de Leão (p. 29), Jaime Nogueira Pinto (p. 29), Miguel Real (31), Paulo Ferreira da Cunha (p. 39) e Paulo Samuel (p. 41).
NOS 100 ANOS DE AFONSO BOTELHO
APOLOGIA E HERMENÊUTICA NA OBRA DE AFONSO BOTELHO | António Braz Teixeira…48
AFONSO BOTELHO SEMI-INÉDITO | António Cândido Franco…57
AFONSO BOTELHO NO 57: MOVIMENTO DE CULTURA PORTUGUESA | Artur Manso…59
EDUCAÇÃO E SAUDADE EM AFONSO BOTELHO | Emanuel Oliveira Medeiros…65
HUMANISMO ESPERANÇOSO DE AFONSO BOTELHO | Guilherme d’Oliveira Martins…86
À MEMÓRIA DE AFONSO BOTELHO | J. Pinharanda Gomes…88
AFONSO BOTELHO: TESTEMUNHO BREVE | Joaquim Domingues…90
AFONSO BOTELHO, UM ARISTOCRATA EXEGETA DE D. DUARTE | José Almeida…92
TESTEMUNHO E HOMENAGEM A AFONSO BOTELHO | José Esteves Pereira…97
MITO E MITOS FUNDANTES: A POSSIBILIDADE DO DISCURSO DA SAUDADE | Luís Lóia…98
O TEMA DA SAUDADE NA TEORIA DO AMOR E DA MORTE DE AFONSO BOTELHO | Manuel Cândido Pimentel…104
AFONSO BOTELHO: DA RAZÃO E DO CORAÇÃO | Maria de Lourdes Sirgado Ganho…108
AFONSO BOTELHO, DO PENSAMENTO À ESCRITA FICCIONAL NO 57: UMA ABORDAGEM DO CONTO O INCONFORMISTA | Maria Luísa de Castro Soares…112
A FICÇÃO DE AFONSO BOTELHO | Miguel Real…118
DA FILOSOFIA COMO “SABEDORIA DO AMOR”: ENTRE JOSÉ MARINHO E AFONSO BOTELHO | Renato Epifânio…125
A RENÚNCIA DO MAL NA METAFÍSICA CRISTÃ DA REDENÇÃO DE AFONSO BOTELHO | Samuel Dimas...127
SOBRE A MÓNADA HOMEMULHER EM AFONSO BOTELHO | Teresa Dugos-Pimentel…139
OUTRAS EVO(O)CAÇÕES: JORGE DE SENA E JOSÉ HERMANO SARAIVA
A CRÍTICA LITERÁRIA EM JORGE DE SENA | Miguel Real…146
JOSÉ HERMANO SARAIVA: HISTORIADOR E DIVULGADOR DA CULTURA PORTUGUESA | Nuno Sotto Mayor Ferrão…151
OUTROS VOOS
A MANEIRA PORTUGUESA DE ESTAR NO MUNDO | Adriano Moreira…162
O PENSAMENTO ESTÉTICO DE EDUARDO LOURENÇO | António Braz Teixeira…165
O SENTIDO FILOSÓFICO-TEOLÓGICO DA LUZ EM “VIRGENS LOUCAS” DE ANTÓNIO AURÉLIO GONCALVES | Elter Manuel Carlos…170
OS AÇORES E O MAR – O POVO, SOCIEDADE(S) E TERRITÓRIOS | Emanuel Oliveira Medeiros…176
SOBRE OS INÉDITOS DE JUNQUEIRO | Joaquim Domingues…188
VIVÊNCIAS COM MÁRIO CESARINY E FERNANDO GRADE: POETAS E PINTORES | Luís de Barreiros Tavares…194
SENTIDO E VALOR ACTUAIS DA MONARQUIA: UMA PERSPECTIVA TEÓRICO-CONSTITUCIONAL | Pedro Velez…197
CINCO DEAMBULAÇÕES PRÓ-LUSÓFONAS| Renato Epifânio…199
AUTOBIOGRAFIA 6 | Samuel Dimas…204
EXTRAVOO
VIDA CONVERSÁVEL - SEGUNDA PARTE (CONTINUAÇÃO) | Agostinho da Silva…220
CARTAS SEM RESPOSTA | João Bigotte Chorão…227
BIBLIÁGUIO
ARISTÓTELES EM NOVA PERSPECTIVA | Joaquim Domingues…256
A ESCOLA PORTUENSE EM QUESTÃO | Elísio Gala…256
LEONARDO COIMBRA: VIDA E FILOSOFIA | José Esteves Pereira…258
EUDORO DE SOUSA E A PRESENÇA DO MITO NA FILOSOFIA PORTUGUESA | Samuel Dimas…262
TABULA RASA II & ESTUDOS SOBRE HEIDEGGER | Renato Epifânio…263
PEITO À JANELA SEM CORAÇÃO AO LARGO | Onésimo Teotónio Almeida…264
ESPÍRITOS DAS LUZES | Anabela Ferreira…266
POEMÁGUIO
CATATÓNICO; GOLGOTHA | António José Borges…46
SEU HÁBITO MELHOR | Jaime Otelo…47
“NASCERÁ O MAIOR AMOR…” | Catarina Inverno…144
FUNDURA | Maria Leonor Xavier…145
MACAU | António José Queiroz…159
CANÇÃO SUPREMA | Carla Ribeiro…160
COMO PODEM ESPERAR | Delmar Maia Gonçalves…161
PELOS SENTIDOS | Juvenal Bucuane…161
NUME | Luísa Borges…218
STELA | Jesus Carlos…219
MIMNERNO E AS FOLHAS CAÍDAS DE JÚDICE | Susana Marta Pereira…254
LARGO | Joel Henriques…255
PARA O HERBERTO HELDER | Manoel Tavares Rodrigues-Leal…267
SEGUNDA VARIAÇÃO | José Luís Hopffer C. Almada…268
MEMORIÁGUIO…272
MAPIÁGUIO…273
ASSINATURAS…273
COLECÇÃO NOVA ÁGUIA…274

Lançamento da NOVA ÁGUIA 24

Lançamento da NOVA ÁGUIA 24
18 de Outubro, no Palácio da Independência (na foto: Abel Lacerda Botelho, Renato Epifânio e António Braz Teixeira). Para ver o vídeo, clicar sobre a imagem...

Para agendar um lançamento: novaaguia@gmail.com; 967044286.

MAPIÁGUIO (mapa de locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA): Albufeira, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guimarães, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.

Nota: Muitos destes lançamentos, não só no país como por todo o espaço lusófono, só têm sido possíveis pelo apoio que a este projecto tem sido dado, desde a primeira hora, pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono. O nosso público reconhecimento por isso. Desta forma, a NOVA ÁGUIA tem tido uma projecção não apenas estritamente nacional mas lusófona.

PARA ASSINAR A NOVA ÁGUIA:

https://zefiro.pt/as-nossas-coleccoes-zefiro-revista-nova-aguia-assinaturas

O "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural

O "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural
Ângelo Alves, "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo"

Manuel Ferreira Patrício, sobre o MIL e a NOVA ÁGUIA

Manuel Ferreira Patrício, sobre o MIL e a NOVA ÁGUIA
In AA.VV. "A Vida como Projecto. na senda de Ortega e Gasset", Universidade de Évora Edições, 2014, p. 13.
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sábado, 2 de junho de 2012

02.06.12 - 18h30: Feira do Livro de Coimbra

- Apresentação de O Segredo do Grão Vasco - de Coimbra a Viseu, o 515 de Dante, de Pedro Martins, por António Carlos Carvalho. 
 - Apresentação de António Telmo, 3.º volume dos Cadernos de Filosofia Extravagante, por Pedro Martins. 
- Apresentação do nono número da revista Nova Águia, Nos 100 anos da Renascença Portuguesa: como será Portugal daqui a 100 anos?, por Renato Epifânio.

sábado, 12 de maio de 2012

Sábado, 12 de Maio: mais 2 Lançamentos NOVA ÁGUIA 9

12.05.12 - 17h30: Centro Cultural de Moscavide 

12.05.12 - 20h00: Feira do Livro de Lisboa (Auditório) 

Na Feira do Livro de Lisboa, em conjunto com os "Cadernos de Filosofia Extravagante" (por Pedro Martins) e "O Segredo de Grão Vasco" (por José Paulo Albuquerque).

sábado, 3 de dezembro de 2011

Este Sábado, na Casa do Fauno (Sintra): "Congeminações em Sintra: o Legado de António Telmo"


3 Dezembro, 15h-18h (Sáb.) – Entrada Livre

Encontro: CONGEMINAÇÕES EM SINTRA: O LEGADO DE ANTÓNIO TELMO

Apresentação: O Segredo do Grão Vasco – de Coimbra a Viseu, o 515 de Dante de Pedro Martins
com ANTÓNIO CARLOS CARVALHO

Apresentação: A Aventura Maçónica – Viagens à Volta de um Tapete de António Telmo
com LUÍS PAIXÃO

Apresentação: António Telmo, 3.º volume dos Cadernos de Filosofia Extravagante
e: 8º número da revista Nova Águia – O Pensamento da Cultura de Língua Portuguesa
com PEDRO MARTINS, RENATO EPIFÂNIO e RODRIGO SOBRAL CUNHA.

sábado, 26 de novembro de 2011

A apresentar hoje, em Sesimbra: Em Memória de António Telmo



ÍNDICE

Apresentação, Pedro Martins e Renato Epifânio…7
[A família é de noite quando se dorme], António Telmo…
O batoteiro, António Telmo…
Pensar o irracional [entrevista]…
Conversa com António Telmo…

ACTAS DO COLÓQUIO “A OBRA E O PENSAMENTO DE ANTÓNIO TELMO”
Intróito, António Braz Teixeira
O homem e a obra , Joaquim Domingues…
Um olhar de António Telmo na simbólica de Prestes João, Abel de Lacerda Botelho
António Telmo e os caminhos da hermenêutica, Roque N. Brás de Oliveira…
António Telmo e as três tradições do Livro, M. N. Vieira…
O octógono e o número 8 – Notas soltas de uma tertúlia, Luís Paixão
Os nomes de António Telmo, António Carlos Carvalho
António Telmo e a Inversão dos Candelabros, Cynthia Guimarães Taveira
Significado e Valor da Filosofia na Obra de António Telmo - Em diálogo com José Marinho, Rui Lopo
António Telmo e Luís de Camões, Pedro Martins
Correspondência entre António Telmo e António Quadros, António Quadros Ferro
A Ideia de Pátria em António Telmo, Renato Epifânio
Religiosidade e Razão Poética em António Telmo, Carlos Aurélio
Uma carta de António Telmo sobre o Surrealismo, António Cândido Franco
O viajante, Rodrigo Sobral Cunha
O Sebastianismo em António Telmo, Carlos Vargas
Testemunho sobre António Telmo: Passos da Memória, Manuel Ferreira Patrício
Dois testemunhos, Pedro Sinde
O Futuro, em memória de António Telmo, Paulo Santos
António Telmo e o tempo da filosofia extravagante, Pedro Paquim Ribeiro
Recordar António Telmo, Maurícia Teles da Silva
No signo da Raia, J. Pinharanda Gomes

OUTROS ESTUDOS E TESTEMUNHOS
António Telmo e o Camonismo contemporâneo, António Cândido Franco
António Telmo, filósofo da razão estética, António Quadros
António Telmo e a hermenêutica, Avelino de Sousa
Inteligência e bondade, Elísio Gala
Testemunho a/de António Telmo, José Paulo Ribeiro Albuquerque
Encontro com António Telmo, Helder Cortes
Visita à casa de António Telmo, em Estremoz, neste temp(l)o do Espírito Santo, Eduardo Aroso
Ao António Telmo, Isabel Xavier
Nenhum lugar é sem sombra, Jesus Carlos

CORRESPONDÊNCIA INÉDITA
Carta a António Telmo, Álvaro Ribeiro
Carta a António Telmo, José Marinho
Cartas a António Telmo e Anahi, Agostinho da Silva
Carta a António Telmo, Dalila Pereira da Costa
Carta a António Telmo, António Quadros

Tomé Natanael, António Telmo

Micropétalas extravagantes

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ciclo sobre António Telmo em Sesimbra



Ortodoxia e livre-pensamento

Há pouco mais de meio século, Álvaro Ribeiro afirmava pertencer Sampaio Bruno à tendência característica da filosofia portuguesa por se tratar de um livre-pensador religioso, igualmente distante do positivismo agnóstico e do catolicismo ortodoxo. “Livre-pensador – esclarece o filósofo noutro passo da sua obra – é o homem capaz de pensar livremente os valores – o bom, o belo e o vero – e mais ainda aquilo que os unifica e afinal garante. O problema do infinito incita o livre-pensador a meditar heroicamente a difícil temática religiosa. Nisso está o mérito; nisso está a dificuldade; nisso está o perigo; porque o livre-pensador, ao contrário do positivista, avança por um domínio delimitado pelos escolásticos, mas acelera a evolução espiritual da Humanidade”.

Estas considerações serão talvez surpreendentes para quem se habituou a assimilar a liberdade de pensamento à recusa, pura e simples, de uma qualquer crença religiosa. O que Álvaro Ribeiro e, na sua senda, António Telmo, nos propõem é algo de diferente: aceitar a fé como o ponto de partida necessário da demanda filosófica, mas pôr em causa, se for esse o caso, o constrangimento das formulações dogmáticas.

Assumindo este legado fundamental dos três pensadores, o Círculo António Telmo, o MIL: Movimento Internacional Lusófono, a revista Nova Águia e os Cadernos de Filosofia Extravagante propõem-se, em parceria com a Câmara Municipal de Sesimbra, actualizar alguns dos problemas que ele suscita. Por exemplo: as relações entre a religião, o esoterismo e a filosofia; o convívio, por vezes conflituoso, das três tradições abraâmicas; ou a distinção entre ortodoxia, heterodoxia e heresia.

Por outro lado, com a organização deste ciclo de estudos pretende-se encetar uma série de homenagens a António Telmo, há pouco desaparecido, e que muito amava Sesimbra, terra onde viveu, conviveu e pensou, como bem indica o poema de abertura das suas Congeminações de um Neopitagórico. O título do livro dá o mote. E os versos da quadra que lhe serve de prólogo, definindo o perfil do autor, esclarecem o nosso intento:

Foi na Serra da Achada
Que julguei ter-me perdido.
Quem se ganha não é nada.
Disse-me Deus ao ouvido.

(programa a anunciar em breve)

domingo, 31 de outubro de 2010

Diário da NOVA ÁGUIA: 30 de Outubro

Elísio Gala, Joaquim Domingues, Pedro Martins e Luís Paixão

Foi um encerramento com “chave de ouro” do ciclo “Portugal Renascente”, ainda projectado por António Telmo, que se realizou, ao longo do ano, na Biblioteca Municipal de Sesimbra, com o sempre inestimável apoio da Dra. Maria José Albuquerque, em parceria com os Cadernos de Filosofia Extravagante.

Hoje, numa sessão particularmente cheia, intervieram Pedro Martins, Elísio Gala, Luís Paixão e Joaquim Domingues. Os dois primeiros falando de dois insignes republicanos – Sampaio Bruno e Guerra Junqueiro –, de dois republicanos tão insignes quanto diferentes dos republicanos do seu tempo. E, como foi também dito, de hoje… Luís Paixão falou-nos de alguns arquitectos mais marcantes da época, destacando a figura, tão injustamente vilipendiada (como também salientou António Carlos Carvalho), de Raul Lino. É caso para dizer que não é só na Filosofia que uma pessoa paga um alto preço ao assumir-se como patriota… Por fim, Joaquim Domingues falou-nos da subtil, da abissal diferença entre a república pombalina e república aquilina (lembrando, a esse propósito, a presença simbólica da Águia na Heráldica da Dinastia de Avis). Ou seja, como todos percebemos, entre a República que existe e aquela que mais importa cumprir…

Houve ainda tempo para apresentarmos o presente número da NOVA ÁGUIA. E para prometermos voltar a Sesimbra, um dos locais de eleição do nosso Mapiáguio, para apresentarmos os dois números de 2011...

sábado, 25 de setembro de 2010

HOJE, ÀS 15:30, NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ALCOCHETE

Colóquio. O centenário da proclamação da República

O centenário da proclamação da República oferece o pano de fundo ao colóquio que se vai realizar no próximo sábado, dia 25, pelas 15:30, na Biblioteca Municipal de Alcochete, e no qual serão oradores António Carlos Carvalho ("A Monarquia e o Rei") e Pedro Martins ("Teixeira de Pascoaes e a República"). A sessão, durante a qual serão apresentados Singularidades, segundo volume dos Cadernos de Filosofia Extravagante, e o quinto número da Nova Águia, sobre Os cem anos d'A Águia e a situação cultural de hoje, contará ainda com a presença de Renato Epifânio.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

50.º aniversário da morte de Jaime Cortesão


Ao longo deste mês, os Cadernos de Filosofia Extravagante comemoram o 50.º aniversário da morte de Jaime Cortesão, que nos deixou em 14 de Agosto de 1960.
http://www.filosofia-extravagante.blogspot.com/

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Este Sábado

Luís Paixão e Roque Braz de Oliveira estarão presentes, no próximo sábado, em Évora, numa sessão de apresentação de Singularidades, segundo volume dos Cadernos de Filosofia Extravagante, que terá lugar no Intensidez Bibliocafé, a partir das 21:30.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Este Sábado: Segundo número dos Cadernos de Filosofia Extravagante: lançamento a 26 de Junho, às 15h, na Biblioteca Municipal de Sesimbra


Autobiografia espiritual
António Telmo

Verão da alma
Isabel Xavier

Ode em prosa pela Língua Portuguesa
Carlos Aurélio

A Língua Portuguesa: universalidade e regionalismos
Romana Valente Pinto

Babel e a terceira queda
António Carlos Carvalho

Palavra de alma
Cynthia Guimarães Taveira

O som e o dom
Eduardo Aroso

A Língua Portuguesa e o Acordo Ortográfico
Renato Epifânio

O espírito do tempo
Joaquim Domingues

A cavalo nas palavras
António Simões

Linguagem e civilização no pensamento de Silvestre Pinheiro Ferreira
Rodrigo Sobral Cunha

A relação médico – doente
Paula Costa

Dois cantos de O Crocodilo, de Saint-Martin
Inácio Balesteros

O Boosco Deleytoso
Elísio Gala

Uma nota a «O Conto de Amaro»
Pedro Sinde

Para uma poética atlântica da casa
Pedro Martins

Os portais do entendimento
Luís Paixão

O quarto e a quinta
Luís Paixão

quarta-feira, 21 de abril de 2010

24 de Abril, sábado, pelas 15:00, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Sesimbra



Lançamento de Poemas da Montanha, recolha de poesias de Frei Agostinho da Cruz que conta com um prólogo de Dalila L. Pereira da Costa e tem a chancela da Serra d’Ossa. A apresentação da obra estará a cargo de Luís Paixão, do círculo dos Cadernos de Filosofia Extravagante.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Próximo Domingo...

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Exactamente um ano depois de ter começado, o ciclo de simpósios sobre os 12 Teoremas do 57 - Actualidade dos Teoremas do Movimento de Cultura Portuguesa vai chegar ao seu termo, no próximo dia 28 de Fevereiro, domingo, pelas 15:00, com a realização do quarto e último dos encontros definidos, na Livraria Fonte de Letras, em Montemor-O-Novo, que tem apoiado esta iniciativa dos Cadernos de Filosofia Extravagante. Desta vez, os apresentadores e os teoremas serão os seguintes:

Roque Braz de Oliveira e a Propriedade
Carlos Aurélio e o Indivíduo
Pedro Sinde e a Liberdade

Cada interlocutor convidado apresentará durante dez minutos um teorema.

Finda a apresentação iniciar-se-á o debate alargado a todos os convivas do simpósio.

Publicado em:
http://filosofia-extravagante.blogspot.com/2010/02/teoremas-do-57-ultimo-simposio-no-dia.html