A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

Albufeira, Alcáçovas, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belmonte, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Ermesinde, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Famalicão, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guarda, Guimarães, Idanha-a-Nova, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Mirandela, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pinhel, Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Teresina (Brasil), Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vigo (Galiza), Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
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sábado, 6 de novembro de 2010

domingo, 4 de julho de 2010

8 de Julho, em Cabo Verde

Convite

APRESENTAÇÃO DE “A SEGUNDA VIDA DE DJON DE NHA BIA”, ROMANCE DE NUNO REBOCHO

· Dia 8 de Julho, 16h30, no espaço “Nos Orige”, Cidade Velha Património Mundial

“A Segunda Vida de Djon de Nha Bia” é o primeiro romance da autoria de Nuno Rebocho, escritor português radicado em Cabo Verde. Trata-se de estória salgada de crioulidade, onde o mágico e as driabruras se entrecruzam em artimanhas que envolvem mortos ressuscitados em revolta e o derrube de poderes vivos, santos sem vocação, fundamentalistas irredentos e muita tropelia que fez a vivência de um país chamado Arquipélago, igual a tantos arquipélagos que são países e a países que são, por isso mesmo, arquipélagos.


Com humor e ironia, o autor traduz o insólito como realidade, mas onde quaisquer semelhanças com realidades conhecidas são mal-deliberadas coincidências, numa escrita colorida e cáustica para o novo acordo ortográfico adoptado pelos países lusófonos.

Editado por uma pequena editora portuguesa, a Associação Chili Com Carne (uma organização de jovens artistas sem fins lucrativos cujo funcionamento assenta na cooperação livre e espontânea dos seus associados), “A Segunda Vida de Djon de Nha Bia” é apresentado, com o apoio da Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago, no dia 8 de Julho, quinta-feira, às 16h30, no espaço Nos Orige, à Rua Banana, Cidade Velha, pelo Dr. Luis Filipe Tavares, professor da Universidade Piaget.


O autor convida e agradece eventuais comparências, como agradece o apoio da Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago. Obrigado

segunda-feira, 1 de março de 2010

TOMA POSSE NA QUARTA-FEIRA

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COMISSÃO MUNICIPAL PARA OS 550 ANOS DO ACHAMENTO

É empossada na quarta-feira, dia 3, a Comissão Municipal da Ribeira Grande de Santiago para a Celebração dos 550 Anos do Achamento. A posse é dada pelo Presidente da Câmara Municipal, Manuel Monteiro de Pina, que, por inerência do cargo, igualmente preside a esta Comissão constituída pelos vereadores Carlos Alberto Lopes e Alcides de Pina, pelo prof. Dr. José Maria Semedo e Dr. Charles Akibodé, pela Drª Iolanda Correia Gomes, e ainda Adelaide Barreto e Nuno Rebocho.

A tomada de posse tem lugar nas instalações da Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago, Cidade Velha, às 16H30. Com este passo fica dado o arranque para a elaboração de um programa com a dignidade que a importância da efeméride justifica. E uma vez que em 2012 Cidade Velha celebra o 550º da sua fundação, a Comissão agora empossada prolonga o seu mandato até esta data por forma a conduzir também as respectivas celebrações.

Câmara Municipal da Ribeira Grande de Santiago, 01.03.2010

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

"Chá Cultural com Agostinho da Silva"

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13 de Dezembro, no Centro Cultural do Mindelo, em São Vicente, Cabo Verde, a partir das 17h

Com apresentação da NOVA ÁGUIA (por Nuno Rebocho)

domingo, 8 de novembro de 2009

Três médicos e quatro enfermeiros portugueses ajudam na luta contra o dengue

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Uma equipa de três médicos e quatro enfermeiros dos Hospitais da Universidade de Coimbra partiu ontem para Cabo Verde, que vive a braços com a primeira epidemia de dengue do país.

Há mais de nove mil pessoas infectadas e pelo menos seis mortos. Outro médico partirá na próxima semana para reforçar a equipa de voluntários que é financiada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e equipada pelo Ministério da Saúde.

Esta é a resposta do Governo português ao apelo lançado pelo Executivo cabo-verdiano. Os profissionais de saúde, especialistas em cuidados intensivos e doenças crónicas, vão ser destacados para o Hospital Agostinho Neto, na Cidade da Praia, podendo ser contudo afectados a outras áreas caso essa seja a decisão das autoridades.

A equipa ficará oito a dez dias no arquipélago, disse ao DN o seu coordenador, o médico João Paulo Almeida e Sousa, mas poderá ser substituída por outra caso haja necessidade de alargar a missão.

"Nós vamos fazer em Cabo Verde aquilo que fazemos todos os dias, que é tratar doentes graves" acrescentou, destacando a rapidez com que a equipa foi organizada. O médico referiu que apenas um dos elementos tem experiência em missões de emergência - esteve em Bam, Irão, após o terramoto de 2003.

Junto com os profissionais seguem também medicamentos para tratar os sintomas da doença, já que não existe um fármaco específico para a dengue.

A doença, transmitida por um mosquito, caracteriza-se por febres altas, dores de cabeça (na região frontal) e atrás dos olhos e por um cansaço generalizado. No caso da dengue hemorrágica (mais grave e que pode ser fatal), surgem também hemorragias. O mosquito que transmite a doença existe em Cabo Verde, mas esta é a primeira vez que ocorre uma epidemia da doença. Os primeiros casos começaram em Setembro, tendo as mortes ocorrido apenas esta semana.

"Nós vamos mobilizar toda a sociedade para o combate, na medida em que a forma eficaz de lutar contra a epidemia consiste em interromper o ciclo de transmissão vectorial da doença", disse o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves.

As autoridades, que lançaram apelos não só a Portugal, mas também a Espanha, França, Brasil e Cuba (que já prontificaram a enviar médicos, medicamentos e equipamento), estavam a ponderar declarar o estado de emergência. Há relatos de casos de doença em todas as ilhas, à excepção de Boa Vista e de Santo Antão.

Para ajudar a conter a epidemia, o Governo cabo-verdiano disponibilizou 400 mil euros e recrutou médicos e técnicos de saúde já reformados. Além disso, declarou a tolerância de ponto na passada sexta-feira, de forma a envolver toda a sociedade civil na campanha nacional de limpeza e irradicação do mosquito - que se desenvolve em locais com água parada.

A epidemia da dengue surge no momento em que o arquipélago se debate também com a gripe A. Já foram registado 62 casos no arquipélago, segundo o balanço da Organização Mundial de Saúde, nenhum dos quais mortal. Segundo as informações dos jornais locais, os hospitais estão a abarrotar e os repelentes desapareceram dos supermercados e farmácias.

Fonte: DN

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Oposição chumba no Parlamento de Cabo Verde a oficialização do crioulo

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OJE/Lusa

A oposição cabo-verdiana chumbou hoje a proposta de oficialização do crioulo, durante a sessão especial do parlamento para a revisão da Constituição.

O artigo 4.º da proposta de revisão constitucional do Partido Africano para a Independência de Cabo verde (PAICV, partido que sustenta o Governo), que incide sobre a oficialização da língua cabo-verdiana, foi chumbado no Parlamento com votos contra da UCID (União Cabo-verdiana Independente e Democrática) e abstenção do MpD (Movimento para a Democracia).

As duas forças políticas da oposição cabo-verdiana consideram que não estão criadas as condições para a oficialização do crioulo neste momento.

O deputado da UCID, António Monteiro, disse que há ainda a necessidade de se realizar estudos aprofundados sobre a matéria, no sentido de contribuir para a coesão nacional.

"É preciso fazer um estudo aprofundado e, quiçá, ouvir a própria população nesta matéria. Possivelmente, ao oficializarmos a língua através da nossa Constituição, poderemos estar a não trabalhar no sentido de uma coesão nacional, mas sim no sentido inverso", salientou.

Por seu lado, a deputada do MpD Filomena Delgado disse que nada foi feito para criar as condições para a oficialização do crioulo.

Filomena Delgado ressaltou que o seu partido não é contra a oficialização da língua materna, mas defende que a discussão sobre o assunto deve continuar.

"Entendemos que o artigo 9.º (da Constituição), com a redacção que tem, neste momento, vai continuar a permitir aos cabo-verdianos utilizar a língua materna no seu dia-a-dia", defendeu.

A deputada avançou ainda que não estão criadas as condições para uma paridade do crioulo com a língua portuguesa.

"Vamos colocar na Constituição que a língua cabo-verdiana é língua oficial em paridade com a língua portuguesa e vamos continuar a utilizar na educação, nos boletins oficiais, o português. Por isso, consideramos que as condições não estão criadas e abstivemo-nos", acrescentou.

Já o deputado do PAICV Rui Semedo considerou a rejeição do artigo 4.º da proposta do seu partido "uma ofensa e um desprezo" à língua nacional.

Rui Semedo considerou ainda que não é possível criar condições ideais para depois tomar a medida de oficialização do crioulo.

"Condições óptimas nunca são criadas à partida. Medidas desta natureza são tomadas e continua-se a trabalhar na criação de condições para dar sustento à medida tomada. Achamos que esta é a via", disse.

A sessão especial do Parlamento para a revisão da Constituição teve início segunda-feira com a discussão na especialidade da proposta do PAICV.

Os quatro artigos já discutidos foram todos chumbados pela oposição.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O governo cabo-verdiano ratificou o Protocolo Modificativo ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa...

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Cidade da Praia, 30 Out (Lusa) - O governo cabo-verdiano ratificou o Protocolo Modificativo ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, com efeitos retroactivos a 01 deste mês, pondo termo a dúvidas quanto à sua aplicabilidade em Cabo Verde.

A decisão foi aprovada quinta-feira na reunião do Conselho de Ministros cabo-verdiano e permite a entrada plena em vigor das novas regras ortográficas no arquipélago.

Inicialmente prevista para Maio deste ano, a ratificação do Protocolo Modificativo foi adiada pelo ministro da Cultura cabo-verdiano, Manuel Veiga, que defendeu, na altura, ser necessário mais tempo para analisar o processo e dar a conhecer as alterações aos cabo-verdianos.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Cabo Verde: criado Fundo Nacional de Emergência para calamidades naturais

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O Governo de Cabo Verde acaba de criar um Fundo Nacional de Emergência (FNE) para calamidades naturais, que terá como primeira missão mobilizar os meios financeiros necessários para reparar os estragos causados pelas recentes chuvas torrenciais que assolaram as ilhas do norte do arquipélago, revela a PANA.

Os relatórios preliminares enviados pelas autoridades locais dos municípios mais afectados pelas intempéries indicam que serão necessários, pelo menos, 2 biliões e 500 milhões de euros para reparar os enormes estragos registados após as chuvas de Setembro e da passada terça-feira.

A ilha de São Nicolau, onde também se registaram três vítimas mortais de uma mesma família cuja casa desabou, é a que reclama medidas mais urgentes, tendo em conta que as enxurradas fizeram com que várias famílias ficassem desalojadas e estradas e telecomunicações cortadas.

A ministra cabo-verdiana da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares, Janira Almada, disse que o Governo, depois da inventariação genérica dos danos, constatou "que as chuvas torrenciais, com características especiais, causaram elevados prejuízos materiais, tornando necessárias medidas excepcionais".

Paralelamente à criação do FNE, o Governo, reunido em Conselho de Ministros, regulou, através de decretos-lei a declaração de calamidade pública, estabelecendo ainda o regime de concessão de auxílios financeiros à administração local (Câmaras Municipais) em situação de declaração de calamidade.

Janira Almada explicou que essas medidas decorrem do "vazio" existente no país, do ponto de vista jurídico, sobre a questão da calamidade pública.

"Existe uma lei que faz referência à situação de calamidade pública, mas nada está regulado sobre a declaração e os seus efeitos", acrescentou.

O Conselho de Ministros aprovou também a criação de uma comissão interministerial, sob a coordenação do Ministério da Administração Interna, que deve apresentar no prazo de 15 dias um relatório sobre os prejuízos e as medidas a serem tomadas para fazer face a esta situação de emergência.

A comissão interministerial integra também representantes dos Ministérios das Finanças, da Economia, do Ambiente, da Saúde, das Infraestruturas, da Solidariedade Social e do Ordenamento do Território.

O Governo cabo-verdiano já solicitou ajuda à comunidade internacional para fazer face às despesas e alguns países, como Portugal, manifestaram a sua disponibilidade de assistir Cabo Verde a ultrapassar esta situação de calamidade.

Embora o montante do FNE esteja ainda por definir, Janira Hopffer Almada lembrou que o Orçamento de Estado contém, anualmente, uma autorização de despesa equivalente a 1 por cento do valor do Fundo de Financiamento dos Municípios (FFM), que servirá, em parte, para alimentar o fundo agora criado.

O Governo pretende também agendar um encontro com todos os presidentes das Câmaras Municipais para analisar a situação da protecção civil, a nível nacional, avaliar os estragos e tomar as medidas para resolver os problemas provocados pelas chuvas.

Fonte: http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=24310&catogory=Cabo%20Verde

domingo, 25 de outubro de 2009

Anuário sobre as relações económicas luso-cabo-verdianas

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A Câmara de Comércio Portugal/Cabo Verde (CCPCV) vai publicar em Novembro o primeiro anuário sobre as relações económicas entre os dois países, disse hoje fonte oficial na Cidade da Praia.

O anuário será lançado na 13ª Edição da Feira Internacional de Cabo Verde, que se realiza de 19 a 22 de Novembro no arquipélago.

A revista, com uma tiragem mínima de 3.500 exemplares, com cerca de 80 páginas em formato A4, será um espelho da informação contida no Portal Portugal Cabo Verde (www.portugalcaboverde.com).

Segundo os responsáveis da CCPCV, a publicação do anuário permite o surgimento de um meio de comunicação empresarial, único do género, versando temas da relação de negócios e investimento entre Portugal e Cabo Verde, o que constituirá um instrumento de apoio aos empresários e potenciais investidores.

A informação oscilará entre os sectores da economia cabo-verdiana, comércio, turismo, construção e serviços financeiros e dados económicos sobre a participação das empresas portuguesas no desenvolvimento do arquipélago, bem como os destaques da relação em 2009.

O anuário será distribuído nos voos da companhia aérea cabo-verdiana TACV entre Portugal e Cabo Verde e também através dos institutos de promoção do investimento dos dois países, das associações empresariais e embaixadas.

Fonte: Oje

domingo, 18 de outubro de 2009

Cabo Verde: Presidente Lula da Silva aceita convite para visitar Arquipélago

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O Presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, aceitou o convite que lhe foi dirigido esta semana para realizar uma visita oficial a Cabo Verde no próximo ano, noticiou a PANA que cita fonte autorizada.

O convite foi-lhe entregue esta semana pelo primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, durante um encontro decorrido na capital brasileira, Brasília, devendo a visita ter lugar no primeiro semestre de 2010.

Na quinta-feira, José Maria Neves revelou em São Paulo (Brasil) que Cabo Verde quer alargar a cooperação com o Brasil na área da formação profissional, lembrando que o arquipélgao é actualmente o país com o maior número de estudantes bolseiros nas universidades brasileiras.

José Maria Neves participou em encontros com empresários e com o governador do Estado de São Paulo, José Serra, onde manifestou o desejo de Cabo Verde de receber empresas brasileiras.

"Queremos incrementar a cooperação económica e comercial com o Brasil e que os empresários brasileiros usem Cabo Verde como uma plataforma de negócios com a África e Europa", afirmou.

O chefe do Governo cabo-verdiano reuniu-se igualmente com empresários brasileiros do sector eléctrico para discutir um projecto de construção de uma central térmica para produção de energia a partir da combustão de lixo doméstico.

A visita oficial do primeiro-ministro ao Brasil terminará segunda- feira próxima, em Fortaleza, no nordeste brasileiro.

Fonte: http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=24208&catogory=Cabo%20Verde

domingo, 11 de outubro de 2009

Liceu da cidade da Praia reabilitado pela cooperação portuguesa

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O Governo português vai financiar as obras da reabilitação do Liceu Domingos Ramos, na cidade da Praia, o estabelecimento do ensino mais antigo da capital cabo-verdiana.

A notícia deste financiamento, no valor de 300 mil euros, proveniente da cooperação portuguesa, foi avançada ao país pela própria embaixadora de Portugal acreditada em Cabo Verde, Graça Guimarães, durante uma visita a este edifício, um dos mais emblemáticos e históricos do país.

Construído em 1960, o agora Liceu Domingos Ramos nasceu com o nome de Adriano Moreira, mas após a independência de Cabo Verde, a 5 de Julho de 1975, mudou de nome em homenagem ao herói nacional, Domingos Ramos, combatente da Liberdade da Pátria, morto nas matas da Guiné durante a guerra para a libertação colonial.

Para além das obras do Liceu da Praia, a cooperação portuguesa tem estado a trabalhar com o Governo de Cabo Verde na recuperação de outros estabelecimentos do ensino, sendo de destacar a construção do Liceu de Veneza, no concelho de São Miguel, no interior da ilha de Santiago.

A embaixadora de Portugal garante que a educação continua a ser uma prioridade das suas acções de Cabo Verde, forma encontrada para «dar luta á pobreza e a redução das desigualdades».

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Venezuela pretende construir refinaria de petróleo em Cabo Verde

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A Venezuela pretende instalar uma refinaria de petróleo em Cabo Verde, anunciou na passada semana o ministro dos Negócios Estrangeiros cabo-verdiano, ao divulgar a assinatura de um acordo no domínio energético com aquele país latino-americano.

José Brito, que representou Cabo Verde na recente cimeira América do Sul-África na Venezuela, revelou que o acordo prevê também a instalação dum entreposto de fornecimento de combustíveis no arquipélago, situado na rota entre os continente americano, africano e europeu.

O ministro cabo-verdiano dos Negócios Estrangeiros informou ainda ter endereçado ao Presidente da Venezuela o convite do governo de Cabo Verde para uma visita ao arquipélago, ocasião que será aproveitada para a concretização de novas acções de cooperação com este país da América Latina, um dos maiores produtores mundiais de petróleo.

De acordo com José Brito, o convite de Cabo Verde foi acolhido favoravelmente por Hugo Chavez, devendo as diplomacias dos países trabalhar no sentido da definição duma data para a visita.

Fonte: Macauhub

domingo, 27 de setembro de 2009

Faleceu o poeta e ensaísta Mário Fonseca, vítima de um AVC

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O poeta e ensaísta cabo-verdiano Mário Fonseca faleceu sábado no Hospital Agostinho Neto, na cidade da Praia, vítima de um acidente vascular cerebral (AVC), apurou a PANA de fonte familiar.

Nascido a 12 de Novembro de 1939, na capital cabo-verdiana, Mário Alberto de Almeida Fonseca deixa uma vasta obra literária publicada em revistas, jornais, como o Boletim de Cabo Verde, a folha literária e "Seló" que fundou nos anos 60 com os poetas cabo-verdianos Arménio Vieira (Prémio Camões 2009) e Osvaldo Osório.

Entre as suas obras figura o livro de poesias "O Mar e as Rosas", que foi confiscado em Lisboa, em 1964, pela polícia política portuguesa, aquando do encerramento forçado da então Associação Portuguesa de Escritores.

Mário Fonseca publicou também várias obras em língua francesa, nomeadamente os livros de poesia "Près de la mer" e "Mon Pays est une Musique et Poissons".

Combatente pela causa da libertação de Cabo Verde do jugo colonial português, Mário Fonseca participou em actividades da Associação de Escritores Afro-Asiáticos (Beijing, 1966), no Simpósio Literário Internacional contra o Apartheid (Brazaville, 1987) e nos Estados Gerais do Livro Francófono (Paris 1989).

Ao longo dos muitos anos em que foi obrigado a viver longe do seu país devido à sua oposição ao regime colonial, Mário Fonseca trabalhou como professor de francês no Senegal e tradutor na Mauritânia e Turquia.

De regresso a Cabo Verde, o escritor colaborou activamente em quase todos os jornais e revistas que circularam no arquipélago após a sua independência, em 1975.

Mário Fonseca, que exerceu vários cargos de responsabilidade em instituições ligadas à cultura, chegou também a ser indicado para desempenhar as funções de presidente do Instituto de Língua Portuguesa, cargo que não pôde desempenhar por motivos de saúde.

Fonte: http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=23978&catogory=Cabo%20Verde

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Cabo Verde: Chefe da diplomacia inicia viagem de duas semanas que começa na Europa

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O ministro dos Negócios Estrangeiros cabo-verdiano, José Brito, deixou hoje a Cidade da Praia para uma digressão que o levará sucessivamente a França, Espanha, Portugal, Estados Unidos e Venezuela.

O chefe da diplomacia de Cabo Verde indicou que, em Paris, vai participar num colóquio internacional sobre o futuro da emigração, bem como ter alguns encontros com responsáveis franceses, para analisar as relações bilaterais, e ainda com representantes da diáspora cabo-verdiana.

Em Madrid, terá um encontro com o seu homólogo de Espanha, com o intuito de analisar os programas da "muito activa" cooperação espanhola, que vão das áreas das infra-estruturas às pescas, passando pela segurança nas águas territoriais cabo-verdianas.

José Brito seguirá, depois, para Lisboa, em trânsito para os Estados Unidos, mas onde está previsto um encontro informal com Luís Amado, chefe da diplomacia portuguesa.

Nos Estados Unidos, José Brito desloca-se primeiro a Washington, onde se reunirá com a secretária de Estado norte-americana, "para dar seguimento" à visita que Hillary Clinton efectuou em meados de Agosto, nomeadamente aos assuntos tratados entre ambos, que não especificou.

De Washington, José Brito seguirá depois para Boston, onde reside a maior comunidade cabo-verdiana nos Estados Unidos, para encontros com responsáveis da diáspora, viajando depois para Nova Iorque, onde assistirá à Assembleia Geral das Nações Unidas, já integrado na comitiva do primeiro-ministro José Maria Neves.

José Maria Neves, aliás, terá, a 22 deste mês, um encontro com o presidente norte-americano, Barack Obama, no quadro de um encontro com cerca de uma dezena de outros líderes africanos, ao nível de chefes de estado e de Governo, para discutir e perspectivas as relações entre os Estados Unidos e África.

Ainda em Nova Iorque, José Brito disse à Lusa que terá também encontros com a direcção do Millennium Challenge Corporation (MCC), a quem os responsáveis cabo-verdianos pelo programa Millennium Challenge Account (MCA) solicitaram recentemente um novo envelope financeiro de 10 milhões de euros para a conclusão dos projectos em curso no arquipélago.

Após os Estados Unidos, José Brito, em substituição do Presidente de Cabo Verde, Pedro Pires, viajará para Caracas, onde decorrerá a Cimeira de Chefes de Estado e de Governo sobre as relações entre a América do Sul e África, aproveitando a estada na capital venezuelana para encontros oficiais com outros chefes da diplomacia das duas regiões.

Segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros cabo-verdiano, o seu regresso à Cidade da Praia está previsto para 28 deste mês.

Fonte: http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=23863&catogory=Cabo%20Verde

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Cidade Velha já é Património Mundial

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A Cidade Velha, 15 quilómetros a oeste da Cidade da Praia, foi hoje considerada Património Mundial da Humanidade pelo Comité da UNESCO, confirmou hoje à Agência Lusa o presidente da Câmara local. Manuel de Pina, presidente da também conhecida como Ribeira Grande de Santiago, encontra-se em Sevilha (Espanha), onde se reuniu o Fórum Mundial da UNESCO, que analisou a candidatura que estava a ser preparada há uma década.

Fonte: http://noticias.sapo.cv/info/artigo/1001220.html