.
"Trabalhos históricos que questionem a importância da União Soviética estalinista durante a Segunda Guerra serão investigados e podem vir a ser punidos com prisão".
in Público, 21.05.09, p. 21
A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.
Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".
Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".
Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)
Albufeira, Alcáçovas, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belmonte, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Ermesinde, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Famalicão, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guarda, Guimarães, Idanha-a-Nova, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Mirandela, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pinhel, Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Teresina (Brasil), Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vigo (Galiza), Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
Mostrar mensagens com a etiqueta Estalinismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Estalinismo. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 21 de maio de 2009
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Um sinal dos tempos...
Estaline eleito o terceiro melhor russo de sempreAntigo ditador esteve em primeiro até o produtor do programa ter pedido para serem votados outros candidatos
Fonte: http://diario.iol.pt/internacional/estaline-russia-comunismo-ditador-programa-tv/1027485-4073.html
sábado, 2 de agosto de 2008
(A ESTÁLINE)
OSSIP EMILIEVITCH MANDELSTAMM
Varsóvia, 1891 – (executado algures na) Rússia, 1938 (provavelmente no campo de concentração de distribuição, «Vtoraya Rechka», próximo de Vladivostok).
Shema Yisrael Adonai Eloheinu Adonai Ehad!
«Somente na Rússia a poesia é respeitada – conduz os poetas à morte. Existe porventura outro lugar no mundo em que a poesia seja uma justificação comum para o assassínio?»
Ossip Emilievitch Mandelstamm
Tradução de Klatuu Niktos
(A ESTÁLINE)
Vivemos num país ora irreal e estranho;
Não há quem nos ouça a dez passos de distância.
Mas quando cochichando temos conversado,
O montanhês do Kremlin sempre é nomeado.
O dedo grosso, verme gordo, gesticula.
Suas palavras chegam como um forte murro.
Bigodes de barata são de riso amável,
O cano das suas botas brilha de impecável.
Seu bando de senhores está sempre a postos,
Brutais, semi-humanos à sua ordem tortos.
Decretos incessantes, como pontapés
Acertam-nos nos olhos, baixo-ventre, testas.
Tem busto atlético, da Geórgia uma beleza.
E cada nova morte é sua sobremesa.
Ossip Emilievitch Mandelstamm
Tradução de Jorge de Sena
Varsóvia, 1891 – (executado algures na) Rússia, 1938 (provavelmente no campo de concentração de distribuição, «Vtoraya Rechka», próximo de Vladivostok).
Shema Yisrael Adonai Eloheinu Adonai Ehad!
«Somente na Rússia a poesia é respeitada – conduz os poetas à morte. Existe porventura outro lugar no mundo em que a poesia seja uma justificação comum para o assassínio?»
Ossip Emilievitch Mandelstamm
Tradução de Klatuu Niktos
(A ESTÁLINE)
Vivemos num país ora irreal e estranho;
Não há quem nos ouça a dez passos de distância.
Mas quando cochichando temos conversado,
O montanhês do Kremlin sempre é nomeado.
O dedo grosso, verme gordo, gesticula.
Suas palavras chegam como um forte murro.
Bigodes de barata são de riso amável,
O cano das suas botas brilha de impecável.
Seu bando de senhores está sempre a postos,
Brutais, semi-humanos à sua ordem tortos.
Decretos incessantes, como pontapés
Acertam-nos nos olhos, baixo-ventre, testas.
Tem busto atlético, da Geórgia uma beleza.
E cada nova morte é sua sobremesa.
Ossip Emilievitch Mandelstamm
Tradução de Jorge de Sena
Subscrever:
Mensagens (Atom)