EM TODO O PAÍS & MUNDO LUSÓFONO: LANÇAMENTOS NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI

Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".

A Águia foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.

A NOVA ÁGUIA pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu “espírito”, adaptado ao século XXI, conforme se pode ler no nosso
Manifesto.

Tal como n’ A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas:

- 1º número (1º semestre de 2008): A ideia de Pátria: sua actualidade.

- 2º número (2º semestre de 2008): António Vieira e o futuro da Lusofonia.

- 3º número (1º semestre de 2009): O legado de Agostinho da Silva, 15 anos após a sua morte.

- 4º número (2º semestre de 2009): Pascoaes, Portugal e a Europa: 20 anos após a queda do Muro de Berlim.

- 5º número (1º semestre de 2010): Os 100 anos d' A Águia e a situação cultural de hoje.

- 6º número (2º semestre de 2010): A República, 100 anos depois.

- 7º número (1º semestre de 2011): Fernando Pessoa: "Minha pátria é a língua portuguesa" (nos 15 anos da CPLP).

- 8º número (2º semestre de 2011): O Pensamento da Cultura de Língua Portuguesa: nos 30 anos da morte de Álvaro Ribeiro.

- 9º número (1º semestre de 2012): Nos 100 anos da Renascença Portuguesa: como será Portugal daqui a 100 anos?

- 10º número (2º semestre de 2012): Leonardo Coimbra, Dalila Pereira da Costa, Manuel Laranjeira e João de Deus: Razão e Espiritualidade.

- 11º número (1º semestre de 2013): "Da minha língua vê-se o mar": o Mar e a Lusofonia.

- 12º número (2º semestre de 2013): O pensamento de António Quadros - nos 20 anos do seu falecimento.

- 13º número (1º semestre de 2014): O balanço de Abril, 40 anos depois - nos 20 anos do falecimento de Agostinho da Silva.

- 14º número (2º semestre de 2014): 80 Anos da "Mensagem" – 8 Séculos da Língua Portuguesa.

- 15º número (1º semestre de 2015): Nos 100 Anos do “Orpheu” e da "Arte de Ser Português"

- 16º número (2º semestre de 2015): Quem tem medo da Filosofia Lusófona? Nos 100 anos do falecimento de Sampaio Bruno.

- 17º número (1º semestre de 2016): A importância das Diásporas para a Lusofonia.

- 18º número (2º semestre de 2016): Autores em destaque - Ariano Suassuna, Delfim Santos e Vergílio Ferreira.

- 19º número (1º semestre de 2017): O Balanço da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa ; Afonso de Albuquerque: 500 anos depois.

- 20º número (2º semestre de 2017): José Rodrigues (no ano da sua morte); Raul Brandão (nos 150 anos do seu nascimento); Francisco Manuel de Melo (nos 350 anos da sua morte).

- 21º número (1º semestre de 2018): Ainda sobre José Rodrigues; Fidelino de Figueiredo (nos 50 anos da sua morte); António Nobre e Raul Brandão (nos 150 anos do seu nascimento).

- 22º número (2º semestre de 2018): V Congresso da Cidadania Lusófona; Dalila Pereira da Costa (nos 100 anos do seu nascimento); Francisco do Holanda (nos 500 anos do seu nascimento).

- 23º número (1º semestre de 2019): Nos 10 anos do MIL: Movimento Internacional Lusófono); Almada Negreiros; ainda sobre Dalila Pereira da Costa.

- 24º número (2º semestre de 2019): Afonso Botelho (nos 100 anos do seu nascimento).

- 25º número (1º semestre de 2020): Pinharanda Gomes: Textos e Testemunhos dos seus Amigos.

Para o 25º número, os textos devem ser enviados até ao final de Dezembro.

Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).

Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.

Capa da NOVA ÁGUIA 24

Capa da NOVA ÁGUIA 24

EDITORIAL NOVA ÁGUIA 24

As personalidades maiores (ou mais aquilinas) são aquelas que mais transcendem fronteiras – culturais, religiosas ou ideológicas. Pela amostra (significativa – mais de uma dúzia) de testemunhos que aqui recolhemos, proferidos numa sessão em sua Homenagem promovida pelo Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, no dia 10 de Maio do corrente ano, no Palácio da Independência, João Bigotte Chorão foi, de facto, uma personalidade maior da nossa cultura lusófona.

Personalidade não menor foi a de Afonso Botelho, que completaria no dia 4 de Fevereiro 100 anos. Igualmente por iniciativa do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, realizou-se, nesse exacto dia, também no Palácio da Independência, um Colóquio que abordou as diversas facetas do seu pensamento e obra. São os textos então apresentados (com mais alguns entretanto chegados) que aqui publicamos (mais de uma dezena e meia de textos).

Dois mil e dezanove tem sido um ano especialmente rico em centenários. Para além de Afonso Botelho, evocamos aqui igualmente Jorge de Sena e José Hermano Saraiva. Para o próximo número, fica desde já prometida a evocação de Joel Serrão e de Sophia de Mello Breyner Andresen, onde iremos também recordar Agustina Bessa-Luís, recentemente falecida, no início deste semestre, que marcou ainda presença na NOVA ÁGUIA – logo no primeiro número, onde publicámos um texto seu intitulado “O fantasma que anda no meu jardim”, que termina desta forma: “Voltaremos a encontrar-nos”. Até sempre, Agustina!

Ainda no vigésimo quarto número da NOVA ÁGUIA, para além do “Poemáguio” e do “Memoriáguio” (duas secções igualmente clássicas), publicamos cerca de uma dezena de “Outros Voos” e, em “Extavoo”, mais um capítulo da segunda parte (inédita) da Vida Conversável, de Agostinho da Silva, bem como a série completa das “Cartas sem resposta” de João Bigotte Chorão –, algumas das quais já publicadas em números anteriores da nossa revista. No “Bibliáguio”, por fim, publicamos mais de meia dúzia de recensões de obras que despertaram a atenção do nosso olhar aquilino.


A Direcção da NOVA ÁGUIA


Post Scriptum: Já na fase final da composição deste número, a 27 de Julho, faleceu, aos oitenta anos, Pinharanda Gomes, Sócio Honorário do MIL: Movimento Internacional Lusófono, um dos mais importantes colaboradores da NOVA ÁGUIA, desde o primeiro número (até este que aqui se apresenta, com dois ensaios que nos fez chegar no primeiro semestre deste ano), e, sob todos os pontos de vista, uma das mais relevantes figuras da cultura lusófona do último meio século (facto que só por ignorância ou má-fé pode ser contestado). Por isso, no próximo número da revista, teremos, logo a abrir, uma série de Textos e Testemunhos em sua Homenagem.

NOVA ÁGUIA Nº 24: ÍNDICE

Editorial…5
HOMENAGEM A JOÃO BIGOTTE CHORÃO
Textos e Testemunhos de J. Pinharanda Gomes (p. 8), Alfredo Campos Matos (p. 22), Annabela Rita (p. 22), António Braz Teixeira (p. 24), António Cândido Franco (p. 24), António Leite da Costa (p. 25), António Manuel Pires Cabral (p. 26), Artur Anselmo (p. 27), Eugénio Lisboa (p. 27), Isabel Ponce de Leão (p. 29), Jaime Nogueira Pinto (p. 29), Miguel Real (31), Paulo Ferreira da Cunha (p. 39) e Paulo Samuel (p. 41).
NOS 100 ANOS DE AFONSO BOTELHO
APOLOGIA E HERMENÊUTICA NA OBRA DE AFONSO BOTELHO | António Braz Teixeira…48
AFONSO BOTELHO SEMI-INÉDITO | António Cândido Franco…57
AFONSO BOTELHO NO 57: MOVIMENTO DE CULTURA PORTUGUESA | Artur Manso…59
EDUCAÇÃO E SAUDADE EM AFONSO BOTELHO | Emanuel Oliveira Medeiros…65
HUMANISMO ESPERANÇOSO DE AFONSO BOTELHO | Guilherme d’Oliveira Martins…86
À MEMÓRIA DE AFONSO BOTELHO | J. Pinharanda Gomes…88
AFONSO BOTELHO: TESTEMUNHO BREVE | Joaquim Domingues…90
AFONSO BOTELHO, UM ARISTOCRATA EXEGETA DE D. DUARTE | José Almeida…92
TESTEMUNHO E HOMENAGEM A AFONSO BOTELHO | José Esteves Pereira…97
MITO E MITOS FUNDANTES: A POSSIBILIDADE DO DISCURSO DA SAUDADE | Luís Lóia…98
O TEMA DA SAUDADE NA TEORIA DO AMOR E DA MORTE DE AFONSO BOTELHO | Manuel Cândido Pimentel…104
AFONSO BOTELHO: DA RAZÃO E DO CORAÇÃO | Maria de Lourdes Sirgado Ganho…108
AFONSO BOTELHO, DO PENSAMENTO À ESCRITA FICCIONAL NO 57: UMA ABORDAGEM DO CONTO O INCONFORMISTA | Maria Luísa de Castro Soares…112
A FICÇÃO DE AFONSO BOTELHO | Miguel Real…118
DA FILOSOFIA COMO “SABEDORIA DO AMOR”: ENTRE JOSÉ MARINHO E AFONSO BOTELHO | Renato Epifânio…125
A RENÚNCIA DO MAL NA METAFÍSICA CRISTÃ DA REDENÇÃO DE AFONSO BOTELHO | Samuel Dimas...127
SOBRE A MÓNADA HOMEMULHER EM AFONSO BOTELHO | Teresa Dugos-Pimentel…139
OUTRAS EVO(O)CAÇÕES: JORGE DE SENA E JOSÉ HERMANO SARAIVA
A CRÍTICA LITERÁRIA EM JORGE DE SENA | Miguel Real…146
JOSÉ HERMANO SARAIVA: HISTORIADOR E DIVULGADOR DA CULTURA PORTUGUESA | Nuno Sotto Mayor Ferrão…151
OUTROS VOOS
A MANEIRA PORTUGUESA DE ESTAR NO MUNDO | Adriano Moreira…162
O PENSAMENTO ESTÉTICO DE EDUARDO LOURENÇO | António Braz Teixeira…165
O SENTIDO FILOSÓFICO-TEOLÓGICO DA LUZ EM “VIRGENS LOUCAS” DE ANTÓNIO AURÉLIO GONCALVES | Elter Manuel Carlos…170
OS AÇORES E O MAR – O POVO, SOCIEDADE(S) E TERRITÓRIOS | Emanuel Oliveira Medeiros…176
SOBRE OS INÉDITOS DE JUNQUEIRO | Joaquim Domingues…188
VIVÊNCIAS COM MÁRIO CESARINY E FERNANDO GRADE: POETAS E PINTORES | Luís de Barreiros Tavares…194
SENTIDO E VALOR ACTUAIS DA MONARQUIA: UMA PERSPECTIVA TEÓRICO-CONSTITUCIONAL | Pedro Velez…197
CINCO DEAMBULAÇÕES PRÓ-LUSÓFONAS| Renato Epifânio…199
AUTOBIOGRAFIA 6 | Samuel Dimas…204
EXTRAVOO
VIDA CONVERSÁVEL - SEGUNDA PARTE (CONTINUAÇÃO) | Agostinho da Silva…220
CARTAS SEM RESPOSTA | João Bigotte Chorão…227
BIBLIÁGUIO
ARISTÓTELES EM NOVA PERSPECTIVA | Joaquim Domingues…256
A ESCOLA PORTUENSE EM QUESTÃO | Elísio Gala…256
LEONARDO COIMBRA: VIDA E FILOSOFIA | José Esteves Pereira…258
EUDORO DE SOUSA E A PRESENÇA DO MITO NA FILOSOFIA PORTUGUESA | Samuel Dimas…262
TABULA RASA II & ESTUDOS SOBRE HEIDEGGER | Renato Epifânio…263
PEITO À JANELA SEM CORAÇÃO AO LARGO | Onésimo Teotónio Almeida…264
ESPÍRITOS DAS LUZES | Anabela Ferreira…266
POEMÁGUIO
CATATÓNICO; GOLGOTHA | António José Borges…46
SEU HÁBITO MELHOR | Jaime Otelo…47
“NASCERÁ O MAIOR AMOR…” | Catarina Inverno…144
FUNDURA | Maria Leonor Xavier…145
MACAU | António José Queiroz…159
CANÇÃO SUPREMA | Carla Ribeiro…160
COMO PODEM ESPERAR | Delmar Maia Gonçalves…161
PELOS SENTIDOS | Juvenal Bucuane…161
NUME | Luísa Borges…218
STELA | Jesus Carlos…219
MIMNERNO E AS FOLHAS CAÍDAS DE JÚDICE | Susana Marta Pereira…254
LARGO | Joel Henriques…255
PARA O HERBERTO HELDER | Manoel Tavares Rodrigues-Leal…267
SEGUNDA VARIAÇÃO | José Luís Hopffer C. Almada…268
MEMORIÁGUIO…272
MAPIÁGUIO…273
ASSINATURAS…273
COLECÇÃO NOVA ÁGUIA…274

Lançamento da NOVA ÁGUIA 24

Lançamento da NOVA ÁGUIA 24
18 de Outubro, no Palácio da Independência (na foto: Abel Lacerda Botelho, Renato Epifânio e António Braz Teixeira). Para ver o vídeo, clicar sobre a imagem...

Para agendar um lançamento: novaaguia@gmail.com; 967044286.

MAPIÁGUIO (mapa de locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA): Albufeira, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guimarães, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.

Nota: Muitos destes lançamentos, não só no país como por todo o espaço lusófono, só têm sido possíveis pelo apoio que a este projecto tem sido dado, desde a primeira hora, pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono. O nosso público reconhecimento por isso. Desta forma, a NOVA ÁGUIA tem tido uma projecção não apenas estritamente nacional mas lusófona.

PARA ASSINAR A NOVA ÁGUIA:

https://zefiro.pt/as-nossas-coleccoes-zefiro-revista-nova-aguia-assinaturas

O "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural

O "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural
Ângelo Alves, "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo"

Manuel Ferreira Patrício, sobre o MIL e a NOVA ÁGUIA

Manuel Ferreira Patrício, sobre o MIL e a NOVA ÁGUIA
In AA.VV. "A Vida como Projecto. na senda de Ortega e Gasset", Universidade de Évora Edições, 2014, p. 13.

domingo, 31 de agosto de 2008

VIVA A CORAGEM DE QUEM LUTA PELA LIBERDADE, PELA DEMOCRACIA E PELO OCIDENTE!


«SUDÁRIO, ESCUDO VERMELHO E ESPADA»


Este é o meu comentário à coisa aqui embaixo. Não suporto o fundamentalismo islâmico, nem quem o apoia, e estou e sempre estarei solidário com os nossos militares que combatem contra a tirania no quadro das missões de paz determinadas pelas Nações Unidas. Acredito ser essa também a posição do MIL.


Klatuu Niktos

31 comentários:

Casimiro Ceivães disse...

Bem, esse é também o meu comentário - embora nunca eu soubesse dizer palavras assim.

Viva Portugal.

Klatuu o embuçado disse...

Não eram bem estas que me apeteciam dizer! Acho um piadão a certos gajos!!

Casimiro Ceivães disse...

ora, klatuu, refiro-me ao poema.

de resto, eu sou - ai de mim - lento na reacção. Isto é, ainda não tenho a certeza se vou ou não dizer que o sr. flávio gonçalves é um palhaço.

PS. Para mais, estou triste - acabo de ler no público online que morreu o joaquim castro caldas.

Lord of Erewhon disse...

A morte é míope.

Casimiro Ceivães disse...

É sim, Lord. Mas é tudo o que temos.

Flávio Gonçalves disse...

Bom, o Casimiro e o Klatuu pretendem então fazer o quê com os muçulmanos existentes pelos países do CPLP?

Tarrafal com eles? Ou pedimos ao amigo americano que os meta em Guantamo?

Flávio Gonçalves disse...

Se bem que fico satisfeito em saber que, enquanto eu alinho com Portugal e a CPLP como destino, o Dr. Klatuu se delicia com os EUA e a ONU... e a OTAN certamente...

Respeito a sua posição, e a do Casimiro, não concordo mas respeito, embora chamar alguém de palhaço não seja o meu género de discussão entre pares mas vejo que cada vez mais este espaço será apenas de alguns e são permitidas apenas as ideias de alguns, é pena... a Nova Águia e o MIL prometiam tanto, mas acabam por ser mais do mesmo, propaganda americano posso lê-la nos jornais juntamente com os resultados da bola.

Klatuu o embuçado disse...

O espelho em que te vês não é o meu - os teus sofismas são tão rascas como a tua propaganda; não fui eu que fui para o Irão negar o holocausto (quem te pagou a viagem??); no MIL não há islamofóbicos, há é meia dúzia de anti-semitas e de nazis vermelhos como tu.

Forma um partido - e baza, esta não é a tua Casa.

Klatuu o embuçado disse...

P. S. Prometiam?? Ainda bem que te sentes defraudado - é sinal que estamos no bom caminho.

Não gostas? Sê coerente. Não vou chorar a tua falta - só tens enchido este blogue de trampa de cagar paredes.

Klatuu o embuçado disse...

P. P. S. Máxima clareza: eu não respeito a tua posição.

Flávio Gonçalves disse...

Caí no erro de revelar exactamente o que querias com as tuas provocações.

Klatuu o embuçado disse...

Olha, pá, vou ser claríssimo e sem grandes conceitos que te sejam difíceis:

Eu conheço nazis que votam no CDS-PP, que é um partido democrata cristão... ou seja: se o amigo - vá-se lá saber porquê - gosta de pertencer ao MIL... está no seu direito. Mas neste blogue não está a fazer nada! Tudo o que aqui tem publicado vai contra o nosso Manifesto, a nossa Declaração de Princípios e Objectivos e o ideário da Renascença Portuguesa que pretendemos continuar.
Fui claro?

Agora em banda desenhada: Não somos anarco-nacionalistas e até temos aversão a essa merda.

Klatuu o embuçado disse...

P. S. Quanto às «provocações»... não te ponhas com tom de menino de 12 anos com asinhas brancas de sacristia, não te faças de santinho, fica-te mal, não enganas ninguém - porque a única coisa que vens fazer a este blogue são provocações!

Queres um link aqui na Caixa para todos os teus posts? Mais uns posts que vais deixando pela Internet a negar o holocausto, a ameaçar quem não concorda com o teu anti-semitismo e as tuas genuflexões ao Islão terrorista? Ou ficamos por aqui?

Flávio Gonçalves disse...

Parabéns, ganhou a bicicleta, fique com o blogue para si já que tanto insiste.

Não me recordo de ameaçar seja quem for, ao contrário de si, mas está certo, ficamos por aqui, mais comentários servem somente para minar o trabalho de terceiros.

Klatuu o embuçado disse...

LOL!!! Olha meu, vai beber um copo, ou chupa um caramelo.

Klatuu o embuçado disse...

Alá é Grande e cheio de dinheiro do petróleo para distribuir!

mariazinha disse...

Não suporto o fundamentalismo islâmico, nem quem o apoia, e estou e sempre estarei solidário com os nossos militares que combatem contra a tirania no quadro das missões de paz determinadas pelas Nações Unidas.

Subscrevo. Somos membros de pleno direito das Nações Unidas, direitos e deveres incluídos.

Abraço MIL.

biazinha disse...

Subscrevo a Mariazinha.

biazinha disse...

As cassettes passaram de moda, estamos no tempo do DVD, o terrorismo dos islamitas é crime contra a humanidade, e quem os combate defende o bem de todos, e quem os defende, quer enfraquecer a vontade dos povos em lutar contra a opressão.

biazinha disse...

O anti-semitismo é nazismo.

Klatuu o embuçado disse...

Muito bem, Bia!

Lê essa Caixa de Comentários, ficarás a conhecer o verdadeiro rosto do senhor Flávio Gonçalves, e os seus contributos de grande lutador contra a opressão!... e de mais uns amiguitos...

biazinha disse...

Vivendo e aprendendo...O.o

Jesus Carlos disse...

A luta contra a tirania, infelizmente, tem que recorrer à violência, mas é justificada porque os opressores nunca escolhem o diálogo. Lamento a guerra, no entanto, a guerra é a única opção política que o terrorismo deixa. É o terrorismo que escolhe essa via.

O Afeganistão taliban era o terrorismo elevado a estado.

Klatuu o embuçado disse...

... E o machismo, a opressão sexual sobre as mulheres, tratadas abaixo de gado, executadas por terem baton nos lábios. E violadas em grupo, depois torturadas; cortavam-lhes os seios com facas de mato, enfiavam-lhes munições de metralhadora pela vagina até lhes rasgarem o útero. Foram encontradas muitas valas com corpos de mulheres neste estado - tudo em nome de uma moral religiosa, que dizem islâmica, mas que não encontramos em nenhum lugar do Corão.

Talibam bom é talibam morto. Não é preciso julgamento. O meu deus já os julgou... e penso que o meu direito à teocracia não pode ser menor!!

Klatuu o embuçado disse...

... E isto - para que não haja dúvidas - estendo a todos os terroristas islâmicos. Terrorista bom é terrorista morto.

Nitrox disse...

Apenas sinto pena por não ser operacional neste momento para poder ir para lá realizar essa benfeitoria para a humanidade que é matar talibans.

Um grande bem haja aos Camaradas Comandos e a todos os outros que lutam para libertar o nosso planeta dessa poluição humana.

Uma das coisas que essa ameba que assina flávio gonçalves não entende é que existe uma diferença enoooorme entre ser-se muçulmano e ser-se um fundamentalista estúpido.

Sinto um enorme orgulho por no meu sangue existir uma parte de Mouro, mas sinto uma profunda náusea por essas criaturas que tentam colar a um povo que nos deu um símbolo para representar o nada ideias de uma profunda barbaridade que desvirtuam tudo aquilo que o Corão ensina.

Klatuu o embuçado disse...

Muito bem!! «Aqui estás!» «Mama Sume!» E a ti ninguém te paga viagens para o Irão - és um Comando português e a traição é estrangeira à tua alma e ao teu coração!

Viva Portugal!

Anabela.R disse...

Klatuu, tenho uma enorme dificuldade em partilhar o mesmo espaço que pessoas como o senhor Flávio Gosnçalves que fazem este tipo de afirmações:
«Sim, houve fome, sim, houve perseguição, sim, tentaram eliminar a cultura judaica da sociedade alemã, sim, foram colocados em campos, NÃO, NÃO ERAM CAMPOS DA MORTE!»
aqui: http://herdeirodeaecio.blogspot.com/2006/12/histria-do-holocausto-ou-religio-do.html

Resta-me agradecer-te a tua persistência em denunciares este tipo de atentados à civilização. E, de resto, concordo com o Casimiro, também não tenho a certeza se vou apelidar esse senhor de palhaço, é que tenho respsito por essa profissão!

Beijo

andorinha disse...

Klatuu,
Subscrevo as tuas palavras.

Arrepiante a ideologia deste ser pensante(?)

Li a outra caixa de comentários e um blogue onde ele tenta branquear o horror que foi o holocausto.
Causou-me náuseas.

Também me custa bastante conviver neste espaço com gente reles como essa, cujos princípios estão nos antípodas do que defendemos.

Beijo

Ruela disse...

Estas situações metem nojo!!!

Anónimo disse...

Apoio tuas afirmações, Klatuu.