A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

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Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

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sábado, 5 de julho de 2008

DUO OURO NEGRO, «MULOWA»

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Dedicado à Jawaa


10 comentários:

Klatuu o embuçado disse...

Apenas uma pequena lembrança do menino; quiçá sobrinho de algum colaborador deste blogue... :)

Ruela disse...

Duo maravilhoso...
trás memórias de infância,
além de músico
Raul Indipwo foi um grande pintor angolano.

Klatuu o embuçado disse...

Eu sei; e dessa outra Angola, livre, que se sente ligada a nós por amizade e não por qualquer delírio.

andorinha disse...

Recordar também é viver.
:)
E ouvi-los fez-me recuar no tempo e reavivar memórias da minha adolescência.

Ana Beatriz Frusca disse...

Gostei mesmo, e o melhor é que consegui entender tudinho...é, porque existe um português em Portugal que não entendo.
Um dia eu tava vendo um vídeo de humor em que um humorista da antiga(Agildo Ribeiro) fazia dueto com uma cantora de fado. Ela realmente cantava, mas ele ficava grunhindo umas coisas ininteligíveis pra responder ao duo...hilário.
Adorei mesmo o vídeo.
Beijo pra tu, meu maninho.
Beijos pra homenageda e pra todos mais que vierem comentar.

jawaa disse...

Estou sem palavras com esta lembrança bonita... Como tu me ensinas coisas, até sobre a minha terra!
Sabes, eu conheci o Milo (Emílio)Vitória Pereira, andávamos no mesmo colégio, eu talvez na primária e ele no final do secundário, já tocava umas violadas nas festas de fim de ano lectivo.
Que grande coração esconde essa capa de embuçado!
Vou escrever para ti.

Klatuu o embuçado disse...

Na verdade, só meti esta cena aqui, porque acho que estes gajos eram grandes góticos - olha o traje negro! :)

Beijinhos, Jawaa.


Obrigado, maltinha, e também ao gato, que não conheço de parte alguma.

P. S. Isso, Bia, é porque os Angolanos mesmo quando falam cantam... e nós, Portugueses, mesmo quando cantamos, não perdemos aquele gutural da Língua de cá, ou como diz um amigo meu alemão, que esteve 8 meses no Brasil, e mais ou menos vos percebe (a falar continua um desastre), a nós nem por isso, e afirma que parecemos Russos a falar, mas com uns silvos pelo meio (estes silvos são árabes e o «Russo» de estarmos nos confins menos importantes do Império Romano e termos partido do Latim vulgar, não termos o staccato dos demais latinos - que parece que cantam quando falam - e nos nossos ditongos a segunda vogal morrer em vez de avivar, etc)... somos uma singularidade em muita coisa, como os Alentejanos de que te mostrei as fotos... :)=

jawaa disse...

O gato é da minha tribo. Um pouco mimado, mas boa praça.

Retribuo os beijinhos dessa doce menina do outro lado do mar, onde modelam as nossas vogais lindas.

Finalmente a ti, meu amigo, respondo que o Raul acabou seus tempos por aqui de branco, sempre de branco vestido depois da morte do Milo... eheheh!

Klatuu o embuçado disse...

De branco... claro - é quando atingem a fase do super-gótico! :)

Unknown disse...

Obrigado Klatuu. Memórias doces da infância e reflexões sobre a actualidade. Nunca tinha escutado a introdução explicativa desta canção e não pude deixar de ficar duplamente emocionado não só por escutar uma canção que muito gostei e que há muito não escutava, mas também e sobretudo por me aperceber da profunda sabedoria colectiva por detrás da referida tradição.

O meu desejo profundo é que esta sabedoria ancestral possa de alguma forma alastrar e ajudar a limpar vícios passados e recentes e que tudo seja feito para a felicidade dos Angolanos.