A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

Albufeira, Alcáçovas, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belmonte, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Ermesinde, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Famalicão, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guarda, Guimarães, Idanha-a-Nova, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Mirandela, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pinhel, Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Teresina (Brasil), Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vigo (Galiza), Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Petição Contra Encerramento da Biblioteca Nacional (BNP)

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Como é do conhecimento de alguns, a Biblioteca Nacional de Portugal irá encerrar por um período de dez meses durante o próximo ano, situação que comprometerá profundamente a vida profissional de muita gente.

Pede-se que seguindo este link http://www.peticao.com.pt/encerramento-bnp
leiam a petição contra o encerramento da Biblioteca Nacional de Portugal e a assinem, caso
concordem com ela.

domingo, 7 de março de 2010

Petição Corte nos vencimentos da classe política

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"Não há condições para ir além do não aumento dos salários no actual contexto orçamental", sublinhou o secretário de Estado do Orçamento, Emanuel dos Santos.
Depois de um aumento de 2,9% em 2009, o Governo decidiu, apresentar na proposta de Orçamento de Estado para este ano o congelamento dos salários para os funcionários públicos.

Consideramos que se pode ir mais além e como o exemplo deve vir de cima esta petição apela à redução em 2,9% dos salários da classe política.

Estabelecer para que no sentido da manutenção e garantia do futuro das nossas pensões sejam colocados máximos nas pensões ninguém, a bem dos que hoje estão no activo, poderá auferir um valor de aposentação superior a 3000 euros.

Para assinar:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=SGV

segunda-feira, 1 de março de 2010

Nariz - Teatro de Grupo

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Tendo sido tornada pública a situação relativamente ao Nariz - Teatro de Grupo e às instalações em que desenvolve o seu trabalho, foi lançada segunda-feira, dia 01 de Março, uma petição, já subscrita por um conjunto de personalidades provenientes de diversas áreas, no sentido de “encontrar uma solução que garanta um espaço digno onde O Nariz - Teatro de Grupo continue a desenvolver este trabalho, na cidade de Leiria”.
No texto, dirigido a diversas entidades, entre as quais a Câmara Municipal de Leiria e o Ministério da Cultura, sublinha-se: esta “associação cultural que se dedica, há 15 anos, à produção profissional de espectáculos de teatro... promove e assegura, há 15 anos, a realização do ACASO – Festival de Teatro, único festival de teatro profissional do Distrito de Leiria e um dos mais importantes da Região Centro. A formação e o apoio a grupos de teatro de amadores dos concelhos da Região, tem sido um investimento central do seu trabalho”.
Como é sabido, o Nariz – Teatro de Grupo tem Casa, desde 1994 no coração do Centro Histórico de Leiria, num espaço conhecido por “Orfeão Velho”, cedido pelo Orfeão de Leiria/CA onde, desde sempre, o Grupo preparou, ensaiou e apresentou as suas produções teatrais.
A decisão unilateral do Orfeão de Leiria/CA, recentemente conhecida, põe em causa o plano de actividades da Associação, os espectáculos em carteira, as novas produções, assim como o Recreio dos Artistas - programação cultural que aí acolhe (desde 2007) projectos das várias expressões artísticas, amadoras ou profissionais, emergentes ou reconhecidas.
“Por tudo isto, pelo respeito pelo teatro e pelo seu público, pelo direito à produção e fruição culturais”, apelam os subscritores desta petição - disponível em http://www.peticao.com.pt/o-nariz - entre os quais Andrzej Kowalski – encenador e professor do Ensino Superior (Leiria), Carlos Matos – produtor cultural (Leiria), David Fonseca – músico (Leiria), Fábio Timor – actor, encenador e director do URZE Teatro (Vila Real), Filipe Crawford – actor, encenador e director da Casa da Comédia (Lisboa), Helder Costa – dramaturgo, encenador e director da Barraca (Lisboa), Henrique Cabrita Franco – ex-autarca (Leiria), João Maria André - Professor da Universidade de Coimbra, encenador e director da Cooperativa Bonifrates (Coimbra), Joaquim Paulo Nogueira – dramaturgo (Lisboa), Jorge Serafim – contador de histórias e humorista (Beja), José Boavida – encenador (Lisboa), Luís Varela – encenador (Évora), Manuel João Vieira – músico – ENA PÁ 2000 (Lisboa) e Pompeu José – actor, encenador e director da ACERT (Tondela) apelam, também “entretanto, à entidade competente, que faculte a permanência do Nariz, no espaço actual, até a solução definitiva se concretizar”.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Petição TODOS PELA LIBERDADE

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O primeiro-ministro de Portugal tem sérias dificuldades em lidar com a diferença de opinião.

Esta dificuldade tem sido evidenciada ao longo dos últimos 5 anos, em sucessivos episódios, todos eles documentados. Desde o condicionamento das entrevistas que lhe são feitas, passando pelas interferências nas equipas editoriais de alguns órgãos de comunicação social, é para nós evidente que a actuação do primeiro-ministro tem colocado em causa o livre exercício das várias dimensões do direito fundamental à liberdade de expressão.

A recente publicação de despachos judiciais, proferidos no âmbito do processo Face Oculta, que transcrevem diversas escutas telefónicas implicando directamente o primeiro-ministro numa alegada estratégia de condicionamento da liberdade de imprensa em Portugal, dão uma nova e mais grave dimensão à actuação do primeiro-ministro.

É para nós claro que o primeiro-ministro não pode continuar a recusar-se a explicar a sua concreta intervenção em cada um dos sucessivos casos que o envolvem.

É para nós claro que o Presidente da República, a Assembleia da República e o poder judicial também não podem continuar a fingir que nada se passa.

É para nós claro que um Estado de Direito democrático não pode conviver com um primeiro-ministro que insiste em esconder-se e com órgãos de soberania que não assumem as suas competências.

É para nós claro que este silêncio generalizado constitui um evidente sinal de degradação da vida democrática, colocando em causa o regular funcionamento das instituições.

Assistimos com espanto e perplexidade a esse silêncio mas, respeitando os resultados eleitorais e a vontade expressa pelos portugueses nas últimas eleições legislativas, não nos conformamos. Da esquerda à direita rejeitamos a apatia e a inacção.

É a liberdade de expressão, acima de qualquer conflito partidário, que está em causa.

Apelamos, por tudo isto, aos órgãos de soberania para que cumpram os deveres constitucionais que lhes foram confiados e para que não hesitem, em nome de uma aparente estabilidade, na defesa intransigente da Liberdade.

Para assinar:
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N1213

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Chegou a Hora de Agir pelo bem do planeta, do homem e de todos os seres sencientes

Budistas ou não, somos todos filhos da mesma Terra e do mesmo Céu e coabitantes do mesmo planeta. Leiam, assinem e divulguem a Petição «Chegou a Hora de Agir - Uma Declaração Budista sobre as Alterações Climáticas»

http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=RIGPA

Pelo bem do planeta, do homem e de todos os seres sencientes!

sábado, 16 de janeiro de 2010

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Petição que nos chegou...

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Petição pública: por uma ANTENA 1 mais divulgadora da música portuguesa

«Decerto já se aperceberam que a nossa ANTENA 1 não está a fazer um verdadeiro serviço público, no que concerne à divulgação da nossa música portuguesa, nomeadamente, de uma forma desinteressada, com a difusão de grupos e/ou intérpretes individuais de todo o país. Como Editor Fonográfico há treze anos (http://www.emilianotoste.pt/) e, actualmente, com um catálogo considerável na área da música portuguesa, com alguns intérpretes nomeados para os principais prémios deste país, tenho verificado que os meus editados não têm sido contemplados com uma divulgação efectiva, tendo-o sido, apenas, de uma forma pontual (por exemplo, através de ARMANDO CARVALHÊDA e ANA SOFIA CARVALHÊDA, a nível nacional e MÁRIO JORGE PACHECO e SIDÓNIO BETTENCOURT, a nível regional). O mesmo sentem outros editores que, também, têm prestado um serviço sério e contributivo para a dignificação da arte musical portuguesa.
É de salientar que esta posição não é isolada, porque reflecte o sentir de muitos cidadãos, com os quais tenho dialogado sobre este assunto.
Para não irmos mais longe, basta-nos percorrer a nossa vizinha Espanha e verificarmos a sorte que têm os seus cidadãos músicos. São muito bem divulgados!
É por este motivo que me dirijo a vós, no sentido de contar com o vosso contributo, através da vossa assinatura (no caso da vossa concordância), a qual chegará às Entidades responsáveis por este serviço público, alertando-as para esta pobre realidade que, em nada dignifica a nossa cultura, a nível nacional e internacional.
Desde já, muito obrigado pelo vosso contributo.

Subscreve,
Emiliano Toste - Editor Fonográfico e Professor - BI: 5012748» (in http://www.peticaopublica.com/?pi=P2009N490)


Esta é uma petição muitíssimo pertinente e só peca por tardia porque efectivamente a atitude das direcções da RDP-Antena 1, depois da saída de João Coelho e de António Cardoso Pinto (director interino durante algum tempo), face à música portuguesa de qualidade tem sido absolutamente indigna e indecorosa. Atente-se em qual a música que entra na 'playlist' e na que é deliberada e criminosamente excluída. É facilmente constatável (e já tive oportunidade de o fundamentar no texto 'Playlist' da Antena 1: uma vergonha nacional) que a rádio do Estado, longe de prestar um serviço cabal e conveniente no que à música portuguesa diz respeito, se tornou numa espécie de extensão dos departamentos comerciais das editoras mais poderosas e influentes. Resultado: tudo o que não tem a chancela daquele 'lobby' de interesses é implacavelmente posto à margem e deixado na sombra.
De facto, são muitos os discos de música portuguesa de qualidade que a Antena 1 ignora e/ou marginaliza (cf. Grandes discos da música portuguesa: editados em 2008). E tal acontece não só na afunilada 'playlist' como em programas de autor (por exemplo, no "Vozes da Lusofonia" que deixa de fora álbuns distinguidos com o Prémio José Afonso e contempla – pasme-se! – discos cantados em inglês). Ora, sabendo-se que não é das 'majors' que actualmente sai a melhor música portuguesa, a situação vigente na estação do Estado assume ainda maior gravidade. Esta tem sido uma temática que tenho recorrentemente tratado no blogue "A Nossa Rádio" (http://nossaradio.blogspot.com/), tendo o cuidado de enviar os textos a quem de direito, mas parece que ninguém está interessado em atacar o cancro. Insensibilidade do poder político e das entidades competentes para o problema (que tantos prejuízos tem causado e continua a causar à música portuguesa mais qualificada) ou medo de bulir com interesses instalados? Talvez a resposta seja um misto das duas coisas. Em França e Espanha, como se sabe, estas coisas são tratadas muito seriamente. Por cá, é o deixa andar: "não te rales que eu também não". Esquecem-se as entidades responsáveis que o problema tem uma repercussão cultural (e não só) bem mais nefasta do que à partida possa parecer.
Para a Antena 1, creio que existe uma quota obrigatória de 60 % de música portuguesa. Eu pergunto: de que forma é que tal quota está a ser preenchida? Já alguém se deu ao cuidado de o averiguar? Embora tenha sérias dúvidas quanto ao cumprimento da percentagem em si mesma, dada a profusão de música anglo-americana (ainda por cima de baixíssima qualidade), há outra coisa ainda mais preocupante e inaceitável. Refiro-me obviamente ao facto da 'playlist' estar monopolizada por um único género musical: a pop (a anglo-americana e a nacional, em geral esteticamente tributária daquela). Os géneros musicais de menor potencial económico (portanto, sem interesse para as 'majors', as quais têm de atingir determinados resultados em termos de lucros, porque assim o exigem os accionistas) são implacavelmente marginalizados, sendo relegados para minúsculos apontamentos (durante a semana) ou para programas de autor (ao fim-de-semana), sendo que no último caso nem isso acontece para a música tradicional/folk portuguesa, o que não pode deixar de se considerar uma lacuna muito grave do serviço público de rádio.
Por tudo isto, Emiliano Toste e todos os outros editores que vêem as suas edições serem marginalizadas pela rádio do Estado têm muitíssima razão em se queixarem. Mas os prejudicados não são apenas os pequenos editores: são também os numerosos artistas de mérito silenciados ou deficientemente divulgados, designadamente os que têm vínculo contratual com uma pequena editora ou que lançam os seus trabalhos em edição de autor, e, como não podia deixar de ser, também os ouvintes/contribuintes que assim vêem ser-lhes sonegada, pela rádio que financiam, a oportunidade de tomarem conhecimento de uma parte significativa da boa música portuguesa que se vai produzindo entre nós.
Por um acaso do Destino ou por determinação da Providência ou do Grande Arquitecto do Espaço-Tempo, não me foi dado viver no tempo em que Oliveira Salazar e Marcelo Caetano governaram Portugal, e nessa medida não posso testemunhar com conhecimento de causa qual a música que predominava na Emissora Nacional, a antepassada da Antena 1. Mas baseando-me nos relatos escritos e falados de quem viveu na época, não andarei longe da verdade se disser que o género de música que tinha honras de privilégio era o chamado nacional-cançonetismo (julgo que a expressão é da autoria do jornalista João Paulo Guerra, que actualmente faz a revista de imprensa nas manhãs da Antena 1). E se assim acontecia era porque o regime totalitário o ditava: havia, portanto, uma razão ideológica subjacente. O Estado Novo terminou em 25 de Abril de 1974, e se é certo que o nacional-cançonetismo praticamente desapareceu do éter nacional, inclusive da rádio do Estado, não deixa de ser igualmente verdade que na mesmíssima rádio do Estado, o seu lugar está neste momento a ser ocupado pelo seu equivalente hodierno – a música pop. Com explicar tal situação num regime constitucionalmente democrático e pluralista? A democracia pressupõe o pluralismo de expressão/comunicação e a garantia do exercício de livre escolha por parte dos cidadãos. Mas a livre escolha só é possível se as pessoas tomarem conhecimento do que existe, porque só se deseja e se ama o que se conhece (como diria Fernando Pessoa). Ora é precisamente neste ponto que a rádio pública tem o seu papel a desempenhar, divulgando as obras de qualidade, e sem olhar a quem: se o editor/artista é X ou Y ou se está radicado em Lisboa, no Minho ou no Algarve. Uma rádio pública generalista de âmbito nacional deve reger-se pelo princípio da equidade e dar igualdade de oportunidades a todos os nacionais que apresentem trabalhos de mérito. Não pode favorecer escandalosamente uma parte dos editores/artistas (seja por conluio verbal ou tácito, seja através das famigeradas avenças de promoção), nem tomar partido por uma determinada estética ou linguagem musical como se essa fosse a música oficial do regime. O condicionamento/dirigismo do gosto é uma coisa própria de regimes totalitários (de direita ou de esquerda, para o caso vale o mesmo) e julgo que ninguém defende isso em democracia. Mas é precisamente isso o que a actual direcção de programas da Antena 1 vem fazendo na prática, ignorando por completo as disposições consignadas na legislação que enquadra o serviço público de radiodifusão!

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Manifesto pela hegemonia social do galego

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A Galiza vive uma crise da língua própria sem precedentes. À evidente perda do galego na mocidade une-se agora a política das novas elites do Partido Popular governante, decididas a acabar com os tímidos avanços na promoção da língua que o governo bipartido anterior começava a introduzir. Especialmente preocupantes são a eliminação da obrigatoriedade de demonstrar conhecimento de galego escrito para o acesso à função pública (isto é, as trabalhadoras e trabalhadores ao serviço de todos e de todas), e a notável discriminação que se avizinha na presença do galego no sistema educativo público (isto é, coletivo). O Partido Popular, sob a demagogia da "liberdade linguística", parece decidido a instituir o golpe de graça legislativo e político que impossibilite a recuperação da transmissão, dos usos e do prestígio da língua da Galiza. Que, por políticas dirigidas, num breve período histórico praticamente um povo inteiro deixe de transmitir e de utilizar o seu idioma como forma de conduta diária constitui um linguicídio em toda a ordem, que vulnera frontalmente os direitos humanos e cívicos coletivos.Mas a situação não é apenas fruto dum plano improvisado do PP à luz duma contingente vitória eleitoral: é também resultado duma prática de décadas em que a classe política dirigente da Galiza se demitiu da sua responsabilidade histórica de contribuir para a necessária hegemonia social do galego como língua de relações sociais, de referência identitária, e de avanço cultural e material. Como em qualquer sociedade, só esta hegemonia do próprio poderá produzir a integração social num espaço comunicacional comum no nível local, nacional e internacional, imprescindível para imaginarmos e portanto construirmos uma ordem de verdadeira igualdade num âmbito de decisão verdadeiramente soberano.Nós, as pessoas e coletivos abaixo assinantes,
DENUNCIAMOS o plano ultraliberal do Partido Popular e dos poderes económicos e mediáticos dominantes para manterem a língua (isto é, a conduta visível de milhões de pessoas) à mercê do darwinismo social, da lei do mais forte económica e mediáticamente, a língua espanhola;
RECLAMAMOS dos poderes públicos, sujeitos sempre a renderem contas perante a cidadania, o exercício das suas obrigações para a promoção social e institucional do galego e para a eliminação de qualquer discriminação e obstáculo à sua expansão, consolidação e naturalização como língua nacional própria a todos os efeitos;
e CHAMAMOS, na mais firme tradição do galeguismo, a um compromisso comum, horizontal e persistente de toda a cidadania galega pola construção da hegemonia social da nossa língua, a meio da sua transmissão efetiva aos mais novos na vida diária e no ensino, nos seus usos orais e escritos, como o nosso principal instrumento integrador e como o nosso vozeiro internacional no âmbito linguístico e cultural galego-luso-brasileiro de que nunca deixou de fazer parte.

http://www.peticao.com.pt/hegemonia-social-do-galego"

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Diga Não ao Acordo de Londres - Salvaguardar a Língua Portuguesa

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Ex.mo Sr. Primeiro Ministro, Eng.º José Socrates,

vimos trazer ao conhecimento de V. Ex.ª um facto que nos parece revestir-se da maior gravidade para a salvaguarda dos mais legítimos e vitais interesses nacionais.

O Governo está a ultimar a adesão de Portugal ao Acordo relativo à aplicação do artigo 65º da Convenção sobre a concessão de Patentes Europeias (denominado Acordo de Londres). A adesão é facultativa.

Tal como hoje em vigor, quem pretende validar uma patente europeia em Portugal tem de apresentar a tradução para português. O Acordo de Londres vai suprimir a obrigatoriedade de tradução, passando a vigorar em Portugal as patentes apresentadas em inglês, francês ou alemão.

A ratificação deste Acordo terá consequências muito graves para a economia nacional:

- Para as PME

Neste momento as empresas portuguesas têm acesso à informação relativa a todas as patentes, de forma gratuita e em português.

Com este Acordo essa informação deixará de estar em português e passará a ter de ser a empresa portuguesa a pagar por ela. O que era gratuito passa a ter um custo (e bem elevado).

Em média, no início de um processo de invenção, são consultadas e analisadas 20 a 30 patentes. Sendo o custo de tradução de cada patente em média de 1.300 euros, isto representa que, o que até hoje era gratuito, passa a custar, por cada caso, mais de 45.000 Euros às empresas portuguesas.

A consequência mais imediata será que as empresas portuguesas deixarão de apostar na inovação e na sua protecção, perdendo assim competitividade.

Acresce ainda que este Acordo só interessa às empresas norte-americanas, japonesas, alemãs, inglesas e francesas (grandes utilizadores do sistema de patentes europeu, com mais de 70% dos pedidos) pois deixarão de ter custos de tradução, que podem suportar sem dificuldade e que vai passar para as empresas, no caso, portuguesas.

- Agravamento do desemprego.

A adesão a este Acordo representará o desemprego para todos os tradutores técnicos e perda de negócio para os agentes de propriedade industrial. Não serão consequências da crise económica, mas tão só da assinatura, pelo Governo, da adesão de Portugal ao referido acordo.

- Ataque à Língua Portuguesa.

Este Acordo implica que a língua portuguesa vai deixar de ser uma língua utilizada na área das patentes. Uma incoerência quando se propala que é preciso impor a língua Portuguesa como uma Língua com valor e com futuro.

Outros Países como a Espanha, Itália, Grécia, República Checa, Polónia, entre outros, não admite a adesão ao Acordo precisamente por querer preservar e valorizar o valor e importância da sua língua.

Gostariamos que reflectisse acerca das seguintes questões:
- A quem interessa verdadeiramente a assinatura de um Tratado neste âmbito?
- Se não é legítimo um Governo no fim da legislatura decidir sobre as chamadas "grandes opções", porque razão parece ser a Língua Portuguesa uma "pequena opção"?

Pelos motivos acima expostos, vimos por este meio demonstrar o nosso desacordo em relação à adesão de Portugal ao Acordo de Londres, e pedir que o mesmo seja posto de parte.

Os signatários

http://www.peticaopublica.com/?pi=traducao

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Próxima quarta...

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Exmos(as). Senhores(as),

A Petição pela Linha do Tua Viva, mais de um ano depois de ser lançada, será discutida e votada em plenário, na Assembleia da Republica, no próximo dia 22 de Julho (quarta-feira), a partir das 15h.

O Movimento Cívico pela Linha do Tua (MCLT) lançou a Petição pela Linha do Tua Viva em 27 de Março de 2008 como forma de protesto, pela intenção do Governo de destruir o último troço da Linha do Tua, em funcionamento, para construção de uma mega-barragem na foz do Rio Tua.

O relatório com as conclusões resultantes do inquérito promovido pela Comissão das Obras Publicas, Transportes e Comunicações, na sequência da entrega da Petição pela Linha do Tua Viva, em 18 de Junho de 2008, com mais de 5000 assinaturas, a S. Exa. o Sr. Presidente da Assembleia da Republica, Dr. Jaime Gama, está agora disponível no site do MCLT, para conhecimento de todos:

http://www.linhadotua.net/docs/AR_linhadotua.PDF


Agradecemos que todos os interessados, com disponibilidade para assistir à discussão e votação da Petição pela Linha do Tua Viva, na Assembleia da Republica, no próximo dia 22 de Julho de 2009, nos contactem nesse sentido.


Atentamente,

Movimento Cívico pela Linha do Tua
www.linhadotua.net

terça-feira, 14 de julho de 2009

Petição que nos chegou...

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Queridos amigos,

Desde março corrente, o outro povo Lusófono da Europa (o Galego) vem sendo acossado pela fúria impositiva do espanhol, levada a cabo pelo actual governo autonómico do PP, no sentido de fazer do português da Galiza uma memória do passado no período de uma legislaturam, e sem
que ninguém proteste. Um conjunto de personalidades galegas decidiu lançar uma petição para a reposição dos direitos dos Lusófonos na Galiza. Esta petição para além de fazer apelo aos galegos faz também apelo à solidariedade Lusófona.

Acredito que este assunto, tal como já tinha acontecido antes com Timor (noutra escala) é da maior importância para a Lusofonia e para Portugal em particular. As instituições comunitárias que JÁ EXISTEM, como por exemplo o Eixo Atlântico vivem e foram criadas na lógica da existência de uma cultura comum entre o Norte de Portugal e a Galiza.
Ao varrer o Galego do mapa linguístico da Galiza a Espanha aproveitará a existência da Euroregião para dar início à castelhanização progressiva do Norte de Portugal. Ajudar a Galiza impõe-se!

Por favor leiam a petição, assinem-na (se concordarem) e divulguem-na.

Miguel Santos


http://www.peticao.com.pt/hegemonia-social-do-galego

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Petição que nos chegou...

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Temos poucos meses para chegar a um novo tratado global contras as mudanças climáticas. Só assim poderemos prevenir uma catástrofe climática gerada pelo aquecimento de mais de 2 graus Celsius.

Esta semana no encontro do G8+5 na Itália, o Canadá, Japão e Rússia estão tentando vetar um acordo para limitar o aquecimento em 2 graus Celsius, por isso precisamos de uma mobilização global rápida para resgatar as negociações.

Clique abaixo para assinar a petição global, que será entregue pela equipe da Avaaz na Itália diretamente para as lideranças globais através de ações de visibilidade e reuniões com os delegados. Somente envergonhando publicamente os países que estão boicotando as negociações, gerando atenção da mídia, poderemos pressioná-los a rever sua posição. Para garantir um impacto precisamos de pelo menos 100.000 assinaturas – clique para assinar:

http://www.avaaz.org/po/tcktcktck

sábado, 20 de junho de 2009

Pelo Museu de Arte Popular, assinar, assinar!

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Foi entregue dia 28 de Maio ao Ministro da Cultura uma petição para a reabertura do processo de classificação do edifício do Museu de Arte Popular, incluindo os seus conteúdos decorativos (pintura murais, esculturas e baixos relevos) e considerando que edifício e museu são um todo integrado e coerente que deve ser preservado. Esta petição é uma iniciativa do mesmo grupo que, há duas semanas, desafiou com grande sucesso os lisboetas a comemorarem o Dia dos Museus bordando um enorme lenço de namorados em defesa do Museu de Arte Popular (Catarina Portas, Joana Vasconcelos, Raquel Henriques da Silva e Rosa Pomar).

http://www.PetitionOnline.com/MAP/petition.html

domingo, 31 de maio de 2009

Petição que nos chegou...

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Pelo Museu de Arte Popular

To: Sua Ex.ª o Primeiro Ministro
Carta Aberta a Sua Ex.ª o Primeiro Ministro

Em 1948, nasceu em Belém o Museu de Arte Popular. Com um projecto de Jorge Segurado, a partir do Pavilhão da Vida Popular da Exposição do Mundo Português de 1940, trata-se de um dos raríssimos museus construídos de raiz em Portugal para receber um determinado espólio, por sinal a melhor colecção de arte popular existente no País. Foi, para a sua época, um projecto inovador de museologia, concretizado decorativamente com a colaboração de alguns dos nomes mais ilustres do modernismo pictórico português. O edifício e o seu conteúdo constituem, por isso, um todo que não pode nem deve ser separado.
No passado dia 7 de Maio, uma resolução do Conselho de Ministros confirmou a decisão de instalar no edifício do Museu de Arte Popular um novo Museu da Língua. Esta decisão obriga-nos, neste momento, a manifestarmo-nos publicamente. Por preocupação com um património histórico único e em defesa daquilo que fomos, somos e queremos ser.
Assim, apelamos a uma reflexão e intervenção do Estado no sentido de:
- preservar um espaço museológico e respectivo espólio únicos, memória da Exposição do Mundo Português e da criação popular portuguesa;
- criar condições para a renovação do seu projecto, conservando-lhe a memória mas adaptando-o a uma fruição contemporânea - tal como acontece hoje com tantos museus de êxito dedicados a temática semelhante pelo mundo fora;
- incentivar o estudo e a divulgação da arte popular portuguesa que, da cerâmica à ourivesaria, passando pela extraordinária produção têxtil (para citar apenas algumas das mais notórias áreas artesanais portuguesas), é ainda marca portuguesa reconhecida internacionalmente;
- estimular, através da “montra” importantíssima que pode ser este museu, com gosto conhecedor, criterioso e exigente, a produção artesanal portuguesa, uma actividade com novas potencialidades económicas num mercado global de nichos, que pede qualidade e especialidade.
- possibilitar que este museu se torne a plataforma inovadora de ligação entre o saber dos velhos artesãos que neste preciso momento se perde, sem transmissão, e a apetência de toda uma nova geração de designers e artesãos;
- salvaguardar um museu que, dada a sua temática capaz de atrair a atenção dos numerosos turistas que nos visitam, será um complemento precioso para a zona de Belém que se pretende requalificar e que ele ajudará a enriquecer;

Não somos contra o Museu da Língua. Mas não compreendemos porque razão o nascimento de um novo museu deve implicar a destruição de um outro. Acreditamos que ambos os Museus podem ser uma afirmação importante da nossa identidade. Porque um país é feito da sua memória, certamente, mas sobretudo da sua capacidade em saber entendê-la e aproveitá-la, exibindo e estimulando o poder criativo de uma identidade. Não temos dúvidas que o Museu de Arte Popular ainda pode vir a ser um objecto instigante de conhecimento, reflexão e acção. Assim ele se torne de facto um museu vivo.

http://www.petitiononline.com/MAP/

terça-feira, 26 de maio de 2009

Petição por uma alteração legislativa que impeça que os Tribunais retirem às famílias de acolhimento crianças que estejam com estas há mais de um ano

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A prioridade dada aos laços biológicos contra a estabilidade emocional e contra a própria felicidade das crianças deve ser eliminada da Lei e o Bem Estar da Criança deve ser colocado como o aspecto central dos processos de devolução aos pais biológicos, no estrito respeito pelo espírito do nº1 do art. 1977 do Código Civil.

Esta petição será entregue a todos os grupos parlamentares representados na Assembleia da República e no cumprimento do "Direito de Petição" (Lei 43/90), art. 21 será obrigatoriamente analisada se forem reunidas mais de mil assinaturas e apreciada em plenário (art. 24) se reunir mais de quatro mil assinaturas.

Assine em:
http://www.gopetition.com/online/28059.html