"A verdadeira bondade do homem só pode manifestar-se em toda a sua pureza e em toda a sua liberdade com aqueles que não representam força nenhuma. O verdadeiro teste moral da humanidade (o teste mais radical, aquele que por se situar a um nível tão profundo nos escapa ao olhar) são as suas relações com quem se encontra à sua mercê: isto é, com os animais. E foi aí que se deu o maior fracasso do homem, o desaire fundamental que está na origem de todos os outros"
- Milan Kundera, A Insustentável Leveza do Ser, tradução de Joana Varela, Lisboa, Dom Quixote, 2000, p.329.
A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.
Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".
Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".
Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)
Albufeira, Alcáçovas, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belmonte, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Ermesinde, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Famalicão, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guarda, Guimarães, Idanha-a-Nova, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Mirandela, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pinhel, Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Teresina (Brasil), Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vigo (Galiza), Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
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sábado, 18 de julho de 2009
quinta-feira, 9 de julho de 2009
PARÁBOLA DA SUSPEITA

Um aldeão não encontrava seu machado. Desconfiando que o filho do vizinho lho tivesse roubado, passou a espreitá-lo. Em tudo o filho do vizinho lhe parecia um ladrão de machados. O seu rosto era o de um ladrão de machados. As palavras que falava eram as de um ladrão de machados. Todo o seu comportamento e atitudes denunciavam um homem que roubava machados.
Então um dia, cavando a terra, o aldeão encontrou o seu machado.
Ao dia seguinte encarou de novo o filho do vizinho, este já nada revelava, nem no aspeto, nem nas atitudes, nem no comportamento, nem nas palavras, que lembrasse um ladrão de machados.
Lie-tse (atribuído por alguns autores também a Tchuang-tse, ambos viveram na China entre os séculos V e III a.C.)
terça-feira, 7 de julho de 2009
O mundo parece sempre pior quando sai de um megafone
O mundo parece sempre pior quando sai de um megafone. Não falta quem os "sopre", é por todo o lado, mas pensem nisto 90% da humanidade nunca cometeu um crime, nunca roubou ou matou ou violou. Sobram os tais 10% e são suficientes para arruinar a humanidade, as sociedades, as comunidades. Não sei quantos fazem as guerras mas serão menos que 10%. A humanidade não padece de um problema moral mas de um problema político. A solução para isso foi descoberta há muito, e tem várias propostas mas a finalidade é uma: produzir um Estado justo.
Escrito por mim que não sou uma "génia", e como tal tem toda a importância.
Escrito por mim que não sou uma "génia", e como tal tem toda a importância.
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