A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

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Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

CITAÇÃO




"Em tempos, a Quercus levou a RTP2 a emitir, consecutivamente em triplicado, um spot publicitário que mostrava um macaco a enforcar-se, um urso a saltar para um abismo e um canguru a suicidar-se debaixo de um comboio.

Segundo aquela organização, o macaco, o urso e o canguru estariam desesperados com o aquecimento global."


Fonte: http://mitos-climaticos.blogspot.com/2009/10/suicidios-da-quercus-padre-nosso-da.html

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Recorde do Antárctico em 2009

Por Rui G. Moura




Quase ao mesmo tempo que o mar gelado do Árctico atingia o seu mínimo anual, no dia 13 de Setembro de 2009, o mar gelado do Antárctico atingia o seu máximo. Mas não foi um máximo qualquer.

Desde que existem observações de satélites, isto é, desde 1979, a superfície do mar gelado do Antárctico atingiu este ano o seu valor máximo maximorum.

O máximo de 2009 ultrapassou em mais de um milhão de quilómetros quadrados o máximo do ano anterior. Assinale-se ainda que o actual recorde máximo ficou cerca de um milhão de quilómetros quadrados acima do valor médio dos 30 anos de observações por satélite (ver Fig. 192).

O conjunto dos mares gelados do Árctico e do Antárctico tem-se mantido estável desde 1979, o que é notável num período tão alargado, do ponto de vista humano, evidentemente, como 30 anos. Recorde-se que, por norma, é um período de 30 anos que é considerado estatisticamente para a definição de clima.

A revista científica Geophysical Research Letters publicou recentemente, em 24 de Setembro de 2009, um artigo destacando o mínimo de fusão do gelo do Antárctico durante o Verão austral de 2008-2009:
“An updated Antarctic melt record through 2009 and its linkages to high-latitude and tropical climate variability”.

Os seus autores Tedesco M. et A. J. Monaghan afirmaram:

A 30-year minimum Antarctic snowmelt record occurred during austral summer 2008–2009 according to spaceborne microwave observations for 1980–2009. Strong positive phases of both the El-Niño Southern Oscillation (ENSO) and the Southern Hemisphere Annular Mode (SAM) were recorded during the months leading up to and including the 2008–2009 melt season.

Não é de estranhar que os media se tenham remetido ao silêncio quanto a este facto, que veio pôr em causa as previsões alarmistas. Também o fizeram relativamente ao Árctico. Anunciar factos não alarmistas seria dizer verdades inconvenientes para os seus critérios editoriais.

O Árctico e o Antárctico desmentem o global warming. Tanto o Árctico como o Antárctico marcam a dinâmica do tempo e do clima do planeta, desde tempos imemoriais. Não é seguramente o CO2. Nem o natural nem o antropogénico.

A maior parte do Antárctico está a arrefecer. Apenas a Península não está porque recebe o ar quente e húmido importado pelo Antárctico em troca do ar frio exportado pela região central.

Pois é precisamente para a Península do Antárctico que se dirigem os “turistas do global warming” (como o jornalista José Rodrigues dos Santos que escreveu o livro sensacionalista “O Sétimo Selo”) para anunciarem depois ao Mundo que o Antárctico (todo ele!) está a aquecer, “com consequências irreversíveis, mais depressa do que o previsto”…

Eles que não se limitem a passear na Península! Vão até à parte central do continente, mas bem agasalhados (89 graus Celsius, negativos, em 21 de Julho de 1983!).

No Antárctico existem várias estações meteorológicas. As observações do Antárctico existem desde há 150 anos, mas a monitorização mais detalhada iniciou-se apenas nos anos 1950.

Um estudo de Doran et al. (Antarctic climate cooling and terrestrial ecosystem response) publicado em 2002, na revista Nature, afirma que
“Although previous reports suggest slight recent continental warming, our spatial analysis of Antarctic meteorological data demonstrates a net cooling on the Antarctic continent between 1966 and 2000, particularly during summer and autumn.”

Estes cientistas afirmaram também que: “The McMurdo Dry Valleys have cooled by 0.7 °C per decade between 1986 and 2000, with similar pronounced seasonal trends. Summer cooling is particularly important to Antarctic terrestrial ecosystems that are poised at the interface of ice and water.”

Doran et al. acrescentam ainda:
“Here we present data from the dry valleys representing evidence of rapid terrestrial ecosystem response to climate cooling in Antarctica, including decreased primary productivity of lakes (6 %–9 % per year) and declining numbers of soil invertebrates (more than 10 % per year). Continental Antarctic cooling, especially the seasonality of cooling, poses challenges to models of climate and ecosystem change.”

Não restam dúvidas de que o Antárctico arrefeceu a partir de 1975/76 quando se verificou o shift climático. Acentuaram-se as trocas meridionais de energia Pólos-Trópicos que originaram a subida da designada “temperatura média global”.


sábado, 24 de outubro de 2009

Medições directas do CO2 na atmosfera


(Cont. da tradução parcial do artigo “CO2: The Greatest Scientific Scandal of Our Time”, de Zbigniew Jaworowski)

De acordo com o anterior, somos forçados a concluir que toda a teoria do aquecimento global de origem antropogénica – com as respectivas repercussões na ciência e consequências graves na política e na economia global - se baseia em estudos de cilindros de gelo que proporcionaram um retrato falso dos teores atmosféricos de CO2.

Entretanto, mais de 90 mil medições directas do CO2 realizadas na atmosfera, por processos químicos excelentes, foram desprezadas arbitrariamente. As medições realizaram-se, entre 1812 e 1961, nos EUA, na Ásia e na Europa, com uma exactidão superior a 3 %.

Estas medições estão publicadas em 175 documentos técnicos. Mas, nas últimas três décadas foram completamente ignoradas por alguns climatologistas. O cientista alemão Ernst-Georg Beck compilou-as recentemente (Beck, 2006a; Beck, 2006b; Beck, 2007) *.

Os climatologistas ignoram-nas não porque estejam erradas. As medições até foram realizadas por vários prémios Nobel. Utilizaram-se procedimentos técnicos padrão referidos em livros de química, bioquímica, botânica, higiene, medicina, nutrição e ecologia.

A única razão para a rejeição está no facto de os resultados não se ajustarem à hipótese do aquecimento global de origem antropogénica. Zbigniew Jaworowski considera tal razão o maior escândalo científico da actualidade.

As 90 mil medições constituem uma excelente base de dados. São um precioso tesouro científico (com valores variando até 550 ppmv). Dessa base de dados, os fundadores do aquecimento global antropogénico seleccionaram apenas uma parcela mínima. Aquela que lhes convinha.

Historicamente, seleccionou-se somente uma minúscula porção de valores com baixas concentrações. São muito badalados os estudos tendenciosos do inglês Guy Stewart Callendar e do americano Charles David Keeling.

Rejeitaram-se valores elevados para formar um conjunto falso de concentrações pré-industriais baixos à volta de 280 ppmv (Callendar,1949; Callendar, 1958; Keeling, 1986) *. Este processo permitiu a especulação climática que vem sendo adicionada por outros semelhantemente espúrios.

Esta manipulação tem sido denunciada diversas vezes desde os anos 1950 (Fonselius et al. 1956; Jaworowski et al. 1992b; Slocum, 1955) *. Recentemente, em 2007, Beck realizou um estudo detalhado desta denúncia.

Os resultados do estudo monumental de Ernst-Georg Beck sobre um conjunto denso de medidas atmosféricas directas do CO2 dos séculos XIX e XX, alisados com médias de cinco anos, encontram-se na Fig. ZJ4.

As medidas atmosféricas demonstram que a mais importante mensagem política do IPCC está errada: - Não é verdade que o teor atmosférico durante a era pré-industrial fosse cerca de 25 % mais baixo do que o actual e também não é verdade que as emissões antropogénicas tenham provocado o aquecimento benéfico que usufruímos.

As medidas atmosféricas directas indicam que entre 1812 e 1961 as concentrações de CO2 flutuaram entre cerca de 150 ppmv e valores muito mais altos do que os dos dias de hoje.

À excepção do ano 1885, todas estas medidas directas deram sempre resultados mais elevados do que os dos proxies dos cilindros de gelo. Durante os 149 anos, de 1812 a 1961, houve três períodos com concentrações muito mais elevadas do que os 379 ppmv do ano 2004 (IPCC, 2007) *.

Em torno do ano 1820 a concentração atmosférica era de aproximadamente 440 ppmv. À volta de 1885 era de 390 ppmv. E nas proximidades de 1940 mediram-se novamente 440 ppmv no CO2 atmosférico.

Os valiosos dados compilados por Beck (Beck, 2007) * sugerem também que as variações das concentrações atmosféricas de CO2 se verificaram depois das variações das temperaturas.

Todas estas conclusões invalidam a hipótese do «global warming» originado pelas emissões antropogénicas de CO2.

(continua)
____________
*A bibliografia pode ser consultada no original de Zbigniew Jaworowski.

Fonte: http://mitos-climaticos.blogspot.com/2008/04/medies-directas-do-co2-na-atmosfera.html


QUIZZ


Sabe qual é o peso do c02 na atmosfera? Encontre a área florestal total da Terra e faça os cálculos para a emissão de c02 correspondente.




Sabe qual é o papel do metano na atmosfera? Encontre o traço vermelho na imagem e depois faça o cálculo percentual comparativo com as zonas húmidas, onde se pratica o cultivo do arroz, responsável pelo sustento de mais de metade da população mundial.


quarta-feira, 21 de outubro de 2009

NOTA AOS VIDEOS QUE POSTEI ACERCA DO MITO DA RESPONSABILIDADE HUMANA NO AQUECIMENTO GLOBAL

Para quem não esteja a perceber, não queira ou não se dê ao trabalho de ver os videos... Coisinhas como o Protocolo de Quioto não passam de uma estratégia do capitalismo global para manter o Terceiro Mundo subdesenvolvido, aproveitando-se do poder manipulador dos media sobre as populações idiotizadamente cultas dos países mais industrializados. Estes idiotas estão entre os nossos amigos, sentam-se connosco na mesa dos cafés, cruzam-se connosco nos transportes, nos cinemas e teatros. Lêem muito e vêem muita televisão, são excelentes receptores, acreditam ser a consciência do mundo mas não passam de um produto, de um "rebanho industrial".

Molion e a histeria do aquecimento global






Fonte: http://mitos-climaticos.blogspot.com/2009/10/entrevista-molion.html

A FICÇÃO CIENTÍFICA DE AL GORE

Rui G. Moura


É o primeiro livro a nível mundial que faz uma crítica arrasadora das intrujices de Al Gore que tanto brado deu e o ajudou a ser premiado com um Nobel da Paz. Este escândalo só foi possível pela manipulação das consciências de cidadãos, de decisores políticos, de profissionais da comunicação social e, infelizmente, de cientistas de vários campos da Ciência.

Al Gore recorre a factos e observações reais, mas não se furta a mentir, distorcer e alarmar, para asseverar categoricamente que todas as desgraças – secas, calor, cheias, extinção de espécies, etc. – se devem ao “aquecimento global”.

Se Al Gore e os seus seguidores têm a certeza de que as cidades costeiras vão desaparecer, engolidas pela subida dos oceanos, devida à fusão do gelo do Antárctico e da Gronelândia, e se têm consciência de que as medidas que agora propõem já não vão a tempo de evitar tal catástrofe, por que razão não exigem aos governos que dêem início a um processo, necessariamente moroso, de evacuação das populações para novas cidades a construir em cotas mais elevadas ?

Marlo Lewis Jr. identifica no livro/filme "Uma Verdade Inconveniente" 26 afirmações distorcidas, 17 enganosas, 10 exageradas, 28 especulativas e 19 erradas. O livro de Marlo Lewis Jr. está dividido nos seguintes capítulos :

Efeito de Estufa Básico; Glaciares de Montanha; Reconstrução do Clima com Dados Proxy; Projecções do Aquecimento Global; Calor; Furacões; Tornados, Inundações, Fogos e Secas; O Clima do Árctico; Corrente do Golfo; Pássaros, Escaravelhos, Extinções; Recifes de Coral; Algas, Carraças, Mosquitos e Germes; Antárctico e Subida do Nível do Mar; Gronelândia e Subida do Nível do Mar; A Humanidade e a Natureza; A América e as Alterações Climáticas; Consenso, Ciência e Grupos de Interesses; Bush e o Aquecimento Global; Política Climática; Moralidade.

Os textos são acompanhados por 89 figuras, muitas delas coloridas, que facilitam a compreensão da análise crítica de Marlo Lewis Jr.

A edição é da Booknomics que se esforçou por apresentar uma obra de valor pois além da crítica, o livro constitui um excelente manual sobre muitos dos temas climatológicos. Faculta uma vasta lista de referências e notas finais para os leitores aprofundarem conhecimentos e prosseguirem outras leituras.

A tradução é de Rui Gonçalo Moura e de Jorge Pacheco de Oliveira, que procuraram auxiliar os leitores enriquecendo o livro com uma centena de notas de pé-de-página.


Fonte: http://mitos-climaticos.blogspot.com/2008/05/fico-cientfica-de-al-gore.html