.
Se há, é favor ler:
http://renascimentolusitano.blogspot.com/2009/06/federacao-iberica-nao-gracias.html
E vai ver que isso passa...
A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.
Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".
Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".
Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)
Albufeira, Alcáçovas, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belmonte, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Ermesinde, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Famalicão, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guarda, Guimarães, Idanha-a-Nova, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Mirandela, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pinhel, Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Teresina (Brasil), Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vigo (Galiza), Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
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sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 18 de julho de 2008
MOONSPELL, «ALMA MATER» (Ao vivo no Rock in Rio – Lisboa, 2008)
O Museu das minhas coisas
* Um anel de veneno.
* Suficiente.
* Um athamé.
* Os passos do Diabo.
* Um corte de papel.
* Ambos os tipos de sementes.
* Um osso semi-lunar.
* Uma matrícula que diz "Escuridão".
* As suas flores de gelo.
* Uma intenção.
* O gémeo malvado.
* Uma bala.
* Todo o tipo de vapores.
* Sentimento que começa.
* Astrum Argentum.
* Huwawa.
* Uma garantia de Deus (fora de prazo).
* Um velho ecrã, imóvel, em fade out.
* Um eco.
* A outra metade da metade do Homem Perfeito.
* A letra A.
* Ambas as assinaturas.
* Todas as soluções de ti.
* Um eclipse.
* Um pedaço de corda.
* Um nó.
* O lado de trás de uma encruzilhada.
* Sonhos formatados em wave.
* Todas as gotas.
* Cristo pelos pulsos.
* Neve.
* Uma rosa dos ventos.
* Sete palavras mais.
* Pedaços de corpos.
* Dois ecos.
* Vários.
* Capricórnio e Janeiro.
* Uma pequena felicidade grande.
* Uma trela exausta.
* Um pedaço de uma janela.
* Um nascimento.
* Uma recompensa já consumida.
* Todos os sete cálices antes de se partirem.
* A baleia Boa e o molde plástico do Tubarão Mau.
* O líquido entornado.
* A roleta da Morte.
* 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 – tão fácil de descobrir.
* Um vestido justo e muito longo.
* O ar por baixo.
* O arrepio do Mal inspirado.
* Coordenadas.
* Um copo de água.
* Uma cadeira quase a partir-se.
* Frio.
* O centro do Universo.
* Nós.
* Todas as invasões.
* Um cofre aberto.
* Ao teu inteiro dispor.
Fernando Ribeiro,
in As Feridas Essenciais, Quasi Edições, Lisboa, 2004
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