A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.
Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".
Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".
Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)
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quinta-feira, 28 de novembro de 2019
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
De Fernando Dacosta, para a NOVA ÁGUIA 14
A língua portuguesa foi feita pelo mar. Sobreviveu e
universalizou-se porque se tornou língua de viagens — por oceanos, continentes,
povos.
Aproveitando os contactos com os mundos onde
desembarcou, acrescentou-se, miscigenou-se. Em África, no Brasil, na Ásia, na
Europa. Ontem como hoje — como amanhã.
A escrita, a criatividade, o convívio são valores que
levámos aos outros. Os únicos que, desfeitos os impérios, perdidos os engenhos,
os comércios, as fazendas, as matérias, as fábricas, as frotas, as
instituições, persistem vivos e superiores. (excerto)
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
De Fernando Dacosta, sobre Natália Correia, para a NOVA ÁGUIA 13
Os que a não aguentavam, combatiam-na não pelas suas ideias mas pelos seus tiques, não pela sua criação mas pela sua distracção, reduzindo-a a esboços de efeitos fáceis e gratuitos.
É, aliás, pecha portuguesa fazê-lo: quando não conseguimos enfrentar os outros, tentamos ridicularizá-los, achincalhá-los.
Natália reconhecerá, aliás, que “se fala muito da minha personalidade, transformando-a num espectáculo para abafar a minha obra”.
E especificará: “Eu pareço entusiástica, exuberante, mas é só por fora. É a minha forma de me libertar das tensões que as pessoas mordem dentro de si. Interiormente, tenho a imobilidade de um ídolo oriental. Mas não sou fria. Sou até um ser profundamente afectivo”.
(excerto)
(excerto)
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Regresso às "conversas vadias" com... Fernando Dacosta

Quarta 16/11, às 22h, no Chapitô (Lisboa)
Regresso às "conversas vadias" com... Fernando Dacosta
Conversas que pensam que nos pensam que se pensam. Resgatamos à televisão dos anos 90 as "conversas vadias" e os entrevistadores que popularizaram Agostinho da Silva junto do público português. Desta vez o convidado é Fernando Dacosta que, tomando como ponto de partida a entrevista realizada por Herman José ao professor, relembra esta figura e as suas grandes visões e utopias.
Passagem do episódio "Conversas Vadias" (entrevista de Herman José a Agostinho da Silva), 27', seguida de conversa informal.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
"Portugal é uma pátria madrasta para com os que a querem transformar e engrandecer"
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Os grandes vultos do séc. XX em Portugal sofreram quase todos de uma solidão intelectual muito profunda, foram incompreendidos, invejados. O nosso povo é mesquinho e destrói as pessoas que se vão destacando. Camões, Pessoa, Amália... Todos sofreram bastante, pois Portugal é uma pátria madrasta para com os que a querem transformar e engrandecer.
Fernando Dacosta, in Jornal de Letras, Artes e Ideias, 3-16 de Dezembro de 2008, p. 29.
Os grandes vultos do séc. XX em Portugal sofreram quase todos de uma solidão intelectual muito profunda, foram incompreendidos, invejados. O nosso povo é mesquinho e destrói as pessoas que se vão destacando. Camões, Pessoa, Amália... Todos sofreram bastante, pois Portugal é uma pátria madrasta para com os que a querem transformar e engrandecer.
Fernando Dacosta, in Jornal de Letras, Artes e Ideias, 3-16 de Dezembro de 2008, p. 29.
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