A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

Albufeira, Alcáçovas, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belmonte, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Ermesinde, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Famalicão, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guarda, Guimarães, Idanha-a-Nova, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Mirandela, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pinhel, Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Teresina (Brasil), Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vigo (Galiza), Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

MIL Cursos



Até dia 12 de Novembro, recebemos propostas de cursos para serem leccionados na nossa sede: Sociedade da Língua Portuguesa (Rua Mouzinho da Silveira, 23, 1250-166 Lisboa)

Os cursos podem ter uma temática variada mas, por razões óbvias, privilegiaremos os que se focarem em temáticas lusófonas.

Os cursos serão dados, preferencialmente, ao final da tarde, entre as 18h30 e as 20h00, uma vez por semana (dia fixo). O candidato deve enviar na sua candidatura:

- sinopse do curso;

- dia a que o curso será leccionado;

- valor da inscrição (sendo que 10% desta reverte para o MIL).


MIL: Movimento Internacional Lusófono

www.movimentolusofono.org

sábado, 22 de maio de 2010

Curso: A Arte e os Arquétipos

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RODRIGO PETRONIO

O conceito de arquétipo pode ser entendido sob diversas perspectivas, tendo em vista uma ênfase na filosofia, na literatura, na arte, na antropologia, na teologia, na psicologia, na história das religiões ou na sua dimensão estritamente formal. Até na biologia, na física, na matemática e na química há estudiosos que propõem teorias arquetípicas.
Em todos esses contextos é possível compreender a sua estrutura e as suas funções, em uma perspectiva histórica, mas também atual. Basicamente criada por Platão, a noção de arquétipo se revestiu de diversos sentidos e amalgamou em si uma série de conceitos de natureza próxima: mito, símbolo, signo, figura, tipo, protótipo, alegoria, imagem, entre outras.
No século XX, foram criadas algumas novas abordagens para o arquétipo, que têm ganhado cada vez mais o campo de estudos e aberto novas frentes de interpretação. O tema é imenso. A proposta deste curso é apenas abrir algumas janelas e lançar luzes sobre este conceito produtivo, partindo da arte, da literatura, do cinema e de temas contemporâneos em evidência.


Onde: Livraria da Vila – Alameda Lorena, 1731 – Jardim Paulista – SP
Quando: 5 encontros: 18/5, 25/5, 1/6, 8/6, 15/6
Dias: Terças-Feiras
Horário: 16h às 18h
Investimento: R$250 (com vale-livro de R$25)
Contato: 38145811/ 3062-1063

INTRODUÇÃO

Arquétipo: conceito e origem. Os arquétipos e as leis não-escritas. A arkhé de Platão e o mundo das Formas: essência, forma, ideia, real, eidos, aparência e simulacro. A era cristã e o sentido figural e revelado da interpretação: entre os arquétipos e a história. Arquétipo, Alegoria, Tipo e Protótipo: a leitura cristã do mundo das Formas. A visão arquetípica da Academia Platônica do século XV. O debate nos séculos XX e XXI. Henry Corbin: a Ciência das Formas e a Filosofia Imaginal. Jung e a Psicologia Analítica: as bases da teoria psicológica arquetípica moderna. O Instituto Aby Warburg e a contribuição de Frances Yates. Dois gênios brasileiros na cena mundial: Mário Ferreira dos Santos e Vicente Ferreira da Silva. Teoria dos arquétipos literários: Frye e Mielietinski. O debate atual: Gilbert Durand, a “teoria geral dos arquétipos” e as “estruturas antropológicas do imaginário”. A nova Antropologia do Imaginário. A teologia e o Real: John Hick e o pluralismo religioso.

OS ARQUÉTIPOS NAS ARTES PLÁSTICAS

Princípios de geometria sagrada. Formas elementares do mundo e da consciência: a Forma das formas. O “naturalismo” grego: uma aberração? Botticelli: magia e arkhé na pintura. Leonardo e a literalização da arte arquetípica. Paolo Uccello e a matematização do espaço. Marcel Duchamp e a crítica da “arte retiniana”: abertura arquetípica ou engodo? Novas formulações sobre a arte arquetípica. Os tratados alquímicos: Fonte incessante do imaginário arquetípico. Farnese de Andrade, Klee, Delvaux, Balthus, Modigliani, Bacon: o deslocamento arquetípico. Alguns contemporâneos.

OS ARQUÉTIPOS NA LITERATURA

O poema sumério Gilgamesh e o fundamento das estruturas imaginárias da ficção. Orfeu e o orfismo. Do Céu e do Inferno: Virgílio e Dante. Dante e a estrutura da Divina Comédia. O Quixote: equivocidade dos signos e loucura − a oficina cansada dos arquétipos. Fausto de Goethe: a oclusão da alma e o pacto com a Sombra. Dostoiévski: as bases arquetípicas do Homem e a consciência do Mal. Alguns poetas arquetípicos do século XX. Guimarães Rosa: entre Deus e o Diabo, a “matéria vertente” do Homem.

OS ARQUÉTIPOS E O MUNDO CONTEMPORÂNEO

Imanência, materialismo e construtivismo: a Santíssima Trindade da modernidade. Modernidade e esvaziamento arquetípico. A cruzada dos chimpanzés contra as religiões. Dos arquétipos ao Estado: a herança hegeliana e a assimilação da religião ao Leviatã. A redução à Ideologia: a técnica da camuflagem e os discursos fascistas contemporâneos. Razão Pública ou Religião Civil? A formação de uma Religião Civil e os princípios de um totalitarismo planetário. O simbólico, o imaginário e o real: as tramas do inconsciente arquetípico. Violência, desejo mimético e o declínio dos modelos mediadores: a obra de René Girard no debate contemporâneo. O sagrado reduzido a ideologia e a “ciência”: do fascismo ao holismo. Cultura de massas e Sombra Coletiva. Uma breve incursão no cinema: alguns filmes e diretores (Lang, Murnau, Bergman, Tarkovski, Von Trier, Sokúrov, Dreyer).

Rodrigo Petronio é editor, escritor e professor. Formado em Letras Clássicas e Vernáculas pela USP. Professor e um dos criadores do curso de Criação Literária da Academia Internacional de Cinema (AIC). Coordenador de grupos de leitura do Instituto Fernand Braudel. Professor-coordenador do Centro de Estudos Cavalo Azul, fundado pela poeta Dora Ferreira da Silva (Conselho de Tradução das Obras Completas de Jung no Brasil). É membro do Nemes (Núcleo de Estudos de Mística e Santidade) da PUC-SP. Recebeu prêmios nacionais e internacionais nas categorias poesia, prosa de ficção e ensaio. É autor dos livros História Natural (poemas, 2000), Transversal do Tempo (ensaios, 2002), Assinatura do Sol (poemas, Lisboa, 2005) e Pedra de Luz (poemas, 2005), finalista do Prêmio Jabuti 2006. Coorganizador do livro Animal Olhar (Escrituras, 2005), antologia do poeta António Ramos Rosa. Atualmente organiza as Obras Completas do filósofo brasileiro Vicente Ferreira da Silva, cujos dois primeiros volumes foram publicados em novembro de 2009 e o terceiro encontra-se em preparo. Foi congratulado com o Prêmio Nacional ALB/Braskem de 2007, com a obra Venho de um País Selvagem, publicada em abril de 2009 pela Topbooks, e que também recebeu o 3° Lugar no Prêmio da Fundação Biblioteca Nacional 2010. http://rodrigopetronio.blogspot.com/

terça-feira, 13 de abril de 2010

CURSO LIVRE: INTRODUÇÃO À ARTE JUDAICA

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Programa:
19 ABR. Existirá uma Arte Judaica? (Dra. Débora Matos).
26 ABR. Ciclo de Vida Judaica e Arte Ritual. (Dra. Débora Matos).
3 MAI. Arte Judaica na Antiguidade. (Dra. Débora Matos)
10 MAI. A Arte do Livro Judaico na Europa. Idade Média e Renascimento. (Dra. Débora Matos)
17 MAI. A Arte do Livro Judaico em Portugal no século XV (Dra. Débora Matos)
24 MAI. O mecenato judaico e cripto-judaico em Portugal e na Diáspora nos séculos XV e XVI. (Dra. Susana Mateus)
31 MAI. O outro lado: antijudaísmo na arte cristã (sécs. XII-XVI) (Prof. Luís U. Afonso).

2as feiras, das 18h30-20h00. Faculdade de Letras da Un. de Lisboa

Preço de inscrição: 80 EUR

Organização: Instituto de História da Arte da Fac. de Letras da Un. de Lisboa, e Cátedra de Estudos Sefarditas Alberto Benveniste

Informações e inscrições: pdrsimoes@fl.ul.pt

domingo, 4 de abril de 2010

Caminhos da Imortalidade nas Civilizações Antigas

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Curso Livre

Docente: Paulo Mendes Pinto

Desde há milénios que a humanidade se confrontou com o Tempo e com o que o correu deste resultava: a Morte. As respostas foram sendo variadas, mas sempre resultantes de uma profunda inquietação. Como superar a Morte foi uma das questões existenciais mais trabalhadas pela mitologia do Mediterrâneo.

Com duas formas distintas, as pesquisas da Humanidade levaram a dois campos de resposta: por um lado, certo homens poderiam chegar até esse limitar da vida eterna, como o caso do sumério Gilgamesh; por outro lado, cresceram as religiões que facultavam aos seus crentes uma eterna vida através da iniciação e de códigos morais muto rígidos.

Neste curso seguiremos os seguintes tópicos:

- Gilgamesh e a primeira narrativa de Dilúvio: que vida eterna quer Gilgamesh?

- O paralelo bíblico das primeiras gerações do Génesis;

- Osíris e a noção de vida após a morte no Egipto;

- O Ciclo de Baal e a luta contra a Morte;

- As Religiões de Mistérios no Mundo Greco-Romano: Elêusis, Dionísio, Pitagorismo.

Funcionamento:
5as feiras, das 18 às 20h.

Inscrições para este mesmo e-mail.

Valor da inscrição: até 8 de Abril: 50 Euros; Após 9 de Abril: 70 Euros.

Início das sessões: 22 de Abril de 2010.

Curso de Introdução ao Pensamento Crítico Contemporâneo

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“Estética e Política”


Organização: UNIPOP (www.u-ni-pop.blogspot.com)/ Fábrica Braço de Prata

Inscrições, no valor de 25 €, através de pccestetica@gmail.com

Preço por sessão: 5 € (mediante disponibilidade de lugares)

De 10 de Abril a 05 de Junho de 2010

Aos sábados, das 18h00 às 20h00

Na Fábrica Braço de Prata

Rua da Fábrica do Material de Guerra, n.º 1

1950 LISBOA



Entre política e estética, há uma longa história de mútuas suspeitas, denúncias e incompreensões, que têm coexistido com uma intensa e fértil, ainda que por vezes clandestina, interdependência. Tomamos a ambivalência que marca esta relação como testemunho de um terreno comum que importa revisitar, longe das caricaturas habituais, mas igualmente sem elidir as tensões que o constituem. O espaço para que esta discussão seja pensável de forma simultaneamente esclarecedora e crítica permanece em construção: o objectivo primordial deste curso é, por isso mesmo, o de contribuir para a sua criação, visibilidade e alargamento.



PROGRAMA

10 de Abril

Apresentação do curso por Manuel Deniz Silva e Miguel Cardoso

Kant por Adriana Veríssimo Serrão



17 de Abril

Hegel por Miguel Cardoso

Marx por José Bragança de Miranda



24 de Abril

Nietzsche por Nuno Nabais

Freud por João Peneda



8 de Maio

Oficina de leitura:

“O inconsciente político do sublime. Em torno de Lyotard e Rancière”

Orientação: Manuel Deniz Silva



15 de Maio

Walter Benjamin por Pedro Boléo

Theodor W. Adorno por João Pedro Cachopo



22 de Maio

Gilles Deleuze por Catarina Pombo

Guy Debord por Ricardo Noronha



29 de Maio

Jacques Rancière por Vanessa Brito

Giorgio Agamben por António Guerreiro



05 de Junho

Debate de encerramento: “Estética e Política”

Silvina Rodrigues Lopes

Manuel Gusmão

Mário Vieira de Carvalho



Apresentação do Curso de Introdução ao Pensamento Crítico Contemporâneo: “Estética e Política”:



Entre política e estética, há uma longa história de mútuas suspeitas, denúncias e incompreensões, que têm coexistido com uma intensa e fértil, ainda que por vezes clandestina, interdependência. Tomamos a ambivalência que marca esta relação como testemunho de um terreno comum que importa revisitar, longe das caricaturas habituais, mas igualmente sem elidir as tensões que o constituem.

O espaço para que esta discussão seja pensável de forma simultaneamente esclarecedora e crítica permanece em construção: o objectivo primordial deste curso é, por isso mesmo, o de contribuir para a sua criação, visibilidade e alargamento. Tal trabalho preparatório implica reinscrever a estética na trajectória da nossa modernidade histórica e filosófica, com todas as contradições que isso acarreta, perceber o quanto as categorias políticas que marcam a nossa contemporaneidade devem a conceptualizações estéticas, bem como submeter o campo estético a uma análise crítica, confrontando-o com as suas exclusões e ângulos cegos.

Partimos para estas interrogações com a premissa de que a sociedade em que vivemos é atravessada por divisões e conflitos a que o estético não é imune, mas a que também não pode ser reduzido. Isto implica uma dupla rejeição: da inflação do potencial crítico da obra de arte, assente na ideia de que o estético é por si só emancipador, por um lado; e, por outro, da redução do estético ao ideológico e do recurso à sua explicação sociológica que neutraliza o seu potencial crítico.

De um ponto de vista político, a estética tem sido simultaneamente subestimada e sobrestimada. Sendo plural, contraditória – e inseparável das práticas artísticas a cujo perímetro, porém, não se restringe –, é muitas vezes reduzida ora à apreciação de obras de arte, ora a uma forma de consumo cultural privatizada que constituiria um abrigo imune às intrusões da história, aos constrangimentos do social e à vulgaridade dos interesses. Devemos entender as razões desta cristalização, trazer à luz a forma como um certo discurso filosófico estético institui tais divisões e não meramente as reflecte, e submetê-la a uma crítica feroz.

Contudo, entender a estética a partir desta versão redutora é deixar pelo caminho muitas outras definições e, desse modo, excluir as tensões que a atravessam. O estético é também o espaço que questiona os limites e esquadrias da razão, que confronta uma visão idealista do mundo com o seu substrato material e a sua imanência sensível, que trabalha nas zonas cinzentas em que a nossa experiência e a nossa praxis são ainda órfãs de um conceito que as balize. É ainda o espaço daquilo a que Rancière chamou a ‘partilha do sensível’, ou seja, da ordem que estrutura a nossa inclusão e exclusão num mundo comum, os modos de percepção, os lugares, os limites e os horizontes da nossa visibilidade e participação nele. O espaço, em suma, da nossa mundanidade.

Porque compreender o presente implica perceber a sua densidade histórica, propomos, na primeira parte do curso, um percurso arqueológico através de Kant, Hegel e Marx, Freud e Nietzsche. Partir destas figuras permitirá mapear a emergência de uma campo de reflexão sobre o estético, reconfigurar criticamente a própria noção de estética, bem como procurar pontos de contacto entre o estético e o político em lugares menos habituais. Destes autores emergirá uma constelação de problemáticas que têm estado na base de importantes debates contemporâneas. Pretendemos interrogá-los enveredando, na segunda parte do curso, pelos pensamentos de Benjamin e Adorno, Debord e Deleuze, Agamben e Rancière.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

ICONOGRAFIA BIZANTINA



CURSO de ICONOGRAFIA GREGA E RUSSA

Coordenação: Helena Langrouva

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CENTRO NACIONAL DE CULTURA, R. António Maria Cardoso,68,Lisboa

23 de FEVEREIRO a 25 de MARÇO, 3ªs e 5ªs FEIRAS, 17h30m - 19h30m

*

Mais informações em http://www.cnc.pt/

Inscrições: Telefone: 213466722 ou info@cnc.pt

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Curso de Introducao ah Permacultura no CEAS


Eh jah no dia 14, 4º feira ahs 18h, que iniciamos um novo curso de Permacultura. Clique aqui para ver algumas fotos e saber mais detalhes.
Nele aprendemos uma forma de viver ecologica mas em profunda cooperacao amorosa com a nossa Mae-Natureza.
Temos uma area em que tratamos do viver melhor e com maior sustentabilidade na grande cidade. E outra area em que tratamos do saber viver no campo, em grande comunhao e respeito com os elementos e os outros seres vivos que nos rodeiam.
Eu mesma deixei o centro de Lisboa por uma vida empoderante e revitalizadora perto da terra, com plantas e animais amigos.
Nas estrategias mais divulgadas pela ecologia parece que temos de estar sempre em grande esforço para conseguir algo. Como se empurrassemos um carro avariado ladeira acima... :-/
Pelo contrario com a Permacultura parece que vamos com ele ja do outro lado do monte, a descer uma ladeira. Basta-nos dar pequenos toques no travao ateh que volte a pegar para continuarmos viagem em Liberdade.
Desta vez temos a sorte de durante as aulas praticas (aos domingos, 1x por mes) podermos acompanhar e participar na reconversao de 6 ha numa linda quinta em Bucelas.
Uma experiencia verdadeiramente enriquecedora e empoderante!
E vai ver que em breve, tal como eu, se vai sentir plenamente capaz de viver perto da Terra em grande sustentabilidade.

Talvez no final possamos dar continuidade ao sonho que Agostinho iniciou na Fazenda Penedo em Itatiaia no Brasil.

P.S.-Curiosamente parece que esta fazenda esta ah venda. Clique aqui para saber mais. Compramos? ;-)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O SENTIMENTO CÓSMICO DA VIDA - 9 de Outubro

O SENTIMENTO CÓSMICO DA VIDA. A EXPERIÊNCIA DA TOTALIDADE NA POESIA PORTUGUESA CONTEMPORÂNEA

O curso pretende mostrar como nalguns autores fundamentais da poesia portuguesa contemporânea a experiência de si é inseparável da experiência da totalidade do mundo, dos seres e das coisas, bem como, por vezes, do que os transcende. Comentar-se-ão poemas de Antero de Quental, Guerra Junqueiro, Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa, Sophia de Mello Breyner Andresen, Casimiro de Brito e António Ramos Rosa e reflectir-se-á sobre a sua actualidade, no momento crítico que a humanidade atravessa na relação consigo, a natureza e os seres vivos.

Orientado por Paulo Borges

4 sessões, a partir de 9 de Outubro, sempre às sextas (18h00-19h30)

Inscrições:
967049286 / 918113021
http://www.agostinhodasilva.pt
Rua do Jasmim, nº11 - 2º - 1220-228 Lisboa (ao Príncipe Real)
40 euros

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Museu do Oriente promove curso sobre Novo Acordo Ortográfico

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Aproximando-se a data da entrada em vigor do Novo Acordo Ortográfico, o Museu do Oriente, em colaboração com o professor João Malaca Casteleiro, organiza um curso de formação na nova ortografia, nos dias 10 e 17 de Outubro, entre as 10h00 e as 13h00. O curso repete a 7 e 14 de Novembro.

Durante seis horas lectivas, os formandos têm a oportunidade de desenvolver competências linguísticas, de modo a exercitar a prática da nova ortografia, e explorar a nova grafia das palavras conforme o Acordo Ortográfico, através de exercícios diversificados e análise de documentos e textos.

Dar a conhecer o essencial das reformas ortográficas levadas a cabo a partir de 1911, e durante todo o século XX, e dotar os participantes de conhecimentos que lhes permitam diferenciar a Convenção Ortográfica Luso-Brasileira de 1945, do Novo Acordo de 1990, são também objectivos do curso.

Programa

1. Breve notícia histórica sobre as reformas ortográficas da Língua Portuguesa de 1911 a 1990.

2. Actualidade e pertinência do Novo Acordo Ortográfico de 1990.

3. Características gerais do mesmo Acordo.

4. Novo Alfabeto da Língua Portuguesa.

5. Uso de maiúsculas e minúsculas.

6. Supressão gráfica de consoantes mudas ou não articuladas.

7. Mudanças na acentuação gráfica.

8. Alterações relativas à hifenização.

9. Ocorrência de duplas grafias.

10. Características específicas da Nova Ortografia, segundo a norma culta luso-afro-asiática.

11. Características específicas da Nova Ortografia, segundo a norma culta brasileira.

12. Sinopse final.

Suporte bibliográfico essencial:

Casteleiro, João Malaca, e Correia, Pedro Dinis, Atual - O Novo Acordo Ortográfico (O que vai mudar na grafia do português), 3ª ed., Texto Editores, Lisboa, 2008 (1ª ed. 2007)

GOMES, Francisco Álvaro, O Acordo Ortográfico (Inclui o Texto Integral do Novo Acordo Ortográfico, Exercícios Práticos com Propostas de Soluções), Edições Flumen, Porto Editora, Porto, 2008


Curso de formação no Novo Acordo Ortográfico (1990)

10 e 17 Outubro || 7 e 14 Novembro

Horário: 10h00-13h00

Duração: 6 horas lectivas

Público-alvo: Adultos

Nº de participantes: Mín. 20

Preço: € 40,00

Formadores: João Malaca Casteleiro e Pedro Dinis Correia


Museu do Oriente, Avenida Brasília | Doca de Alcântara (Norte) | 1350-362 Lisboa

Tel.: 213 585 200 | E-mail: info@foriente.pt

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Começa na próxima segunda...

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AS SETE VIDAS DE AGOSTINHO DA SILVA

1 - Até meados dos anos 40.
2 - Até finais dos anos 60.
3 - Até meados dos anos 80.
4 - Até às "Conversas Vadias".
5 - Os últimos anos de Vida.
6 - Os anos após a sua Morte.
7 - 2006: o ano do seu Centenário.

Renato Epifânio
7 sessões, a partir de 28 de Setembro, sempre às segundas (18h00-19h30)
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ASSOCIAÇÃO AGOSTINHO DA SILVA
Rua do Jasmim, 11, 2º - 1200-228 Lisboa
E-Mail: agostinhodaSilva@mail.pt
Tel.: 21 3422783 / 96 7044286
Site: www.agostinhodasilva.pt
NIF: 503488488
NIB: 0033 0000 2238 0019 8497 2