Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".
Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".
Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)
sábado, 7 de março de 2009
Em Buenos Aires...
Poesia Lusófona em Buenos Aires - Todas as noites de Sábado e Domingo
Todos os Sábados, às 22h00 de Lisboa
www.arinfo.com.ar
O Programa denomina-se: "Poesia y Algo Más"
conduzido por Maria Elena Sancho
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E todos os Domingos às 20H00 de Lisboa
www.raices885.com.ar
conduzido por Ana Maria Garrido
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Da adopção do português na Argentina e da expansão da Lusofonia no mundo
Vera Monteiro
Público, 23 de dezembro de 2008
Se dúvidas houvesse, eis mais uma demonstração do truísmo de que a língua portuguesa não é mais propriedade de Portugal. Não é também propriedade do Brasil, nem de outro país lusófono. É hoje algo que pertence a todos os que a falam. Na América do sul, o peso económico, demográfico e político do Brasil é inquestionável. Este verdadeiro país-continente apresenta hoje vários sinais de que poderá atravessar a presente crise financeira (prestes a transformar-se em depressão global) sem interromper o seu desenvolvimento económico e social. Será este peso dominante neste subcontinente que está a tornar o Brasil um pólo atrativo para a lusofonia na América do sul. Não é Portugal, é o Brasil.
Perante a constatação da crescente importância do Brasil na promoção e defesa da Lusofonia num mundo cada vez mais globalizado e anglófono, Portugal e os demais países lusófonos devem decidir se se mantém arreigados a lógicas neocoloniais anacrónicas ou se, pelo contrário, optam por refundar a perdida pátria lusófona e esquecemos a artificial barreira de fronteiras políticas, prezando mais as proximidades culturais, linguisticas e emocionais do que as distâncias geográficas e as esquadrias dos diplomatas e reconhecendo que qualquer expansão da lusofonia é a expansão de todos os lusófonos e o reconhecimento do óbvio papel de liderança que o Brasil tem no seu seio, assim como a irrelevância das fronteiras políticas quando a língua e a cultura que as atravessam são uma só e mesma... Pátria lusófona.