A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

Albufeira, Alcáçovas, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belmonte, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Ermesinde, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Famalicão, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guarda, Guimarães, Idanha-a-Nova, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Mirandela, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pinhel, Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Teresina (Brasil), Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vigo (Galiza), Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Até final de Dezembro: PRÉMIO TEIXEIRA DE PASCOAES-VICENTE RISCO DE JORNALISMO LITERÁRIO LUSO-GALEGO



Com a finalidade de destacar a importância que tiveram as relações entre intelectuais galegos e portugueses nas primeiras décadas do século XX, conforme se pode comprovar em epistolários inéditos ou publicados em jornais e revistas da importância de A nossa Terra, Nós, A Águia..., a Fundação Vicente Risco, a Câmara Municipal de Amarante e a Universidade do Porto, em parceria científica com as Universidades de Santiago de Compostela, Corunha, Vigo, Minho, Trás-os-Montes-e-Alto-Douro e a Comissão Provincial de Ourense, promovem o Prémio Teixeira de Pascoaes-Vicente Risco de Jornalismo Literário Luso-Galego.
Este prémio é, sobretudo, uma forma de homenagem aos dois distintos intelectuais, representantes, respectivamente, do saudosismo/ universalismo português e do nacionalismo galego da Época Nós, mas também a todos aqueles que trabalharam com eles e trabalham hoje em prol do encontro e aproximação das energias criadoras da Galiza e Portugal, valendo-se da imprensa escrita para fomentar tarefas em comum, buscando novidades literárias e culturais que possibilitem e enriqueçam sinergicamente a criação de uma nova cidadania europeia.
BASES
1. - Ao concurso poderão apresentar-se todas as pessoas que apresentem textos de jornalismo literário, publicados, na imprensa, em língua portuguesa ou galega (seja mediante o seu ortónimo, assinatura literária ou pseudónimo). Entende-se assim que se admitem a concurso todos os textos escritos em língua galega ou portuguesa, independentemente do país em que forem publicados.
2. Por “jornalismo literário” entende-se aqui o conjunto de textos de variável extensão, escritos não só com o objetivo de informar, mas também  com claros critérios de excelência literária; isto é, escritos em que os pontos de vista, opiniões ou impressões sobre qualquer tema ou assunto tenham um valor estético. 
3. - Cada participante poderá enviar a concurso seis (6) textos, agrupados num único documento em formato PDF, publicados necessariamente em datas distintas e tratando temáticas diferentes. Cada texto deve ter entre 2.000 a 6.000 caracteres (incluindo espaços). Os textos devem ter sido publicados entre 1 de janeiro e 31 de dezembro, ambas as datas inclusive, do ano imediatamente anterior ao da convocação do certame.
4. - Os artigos a concurso devem ser enviados até 30 de abril, data de morte de Vicente Risco, assinatura literária de Vicente Martínez Risco e Agüero (Ourense, 1884 - 1963), para o seguinte endereço electrónico: secretaria@fundacionvicenterisco.com. Junto com a versão fac-similada da publicação em PDF, deve juntar-se um documento, também em PDF, que inclua o nome do autor e os seus contactos (nome completo, morada, telefone de contacto e correio electrónico).
5. - O júri compor-se-á de sete pessoas singulares, propostas pelas seguintes instituições: 3 pelas Universidades galegas e 3 pela Universidade do Porto, a que se deverá juntar uma figura prestigiada do mundo das letras e artes, a designar alternadamente pela Fundação Vicente Risco e pela Câmara de Amarante.
6. - O prémio terá que ser atribuído.
7. - A decisão final do júri será inapelável.
8. - A pessoa vencedora receberá um prémio de 6.000,00 Euros, assegurado solidariamente pelas entidades promotoras, e uma obra representativa das artes portuguesa e / ou galega.
9. - A apresentação ao Prémio Teixeira de Pascoaes - Vicente Risco de jornalismo luso-galego supõe a aceitação destas Bases e a cedência dos Direitos de Autor para a eventual publicação em forma de livro dos artigos vencedores e dos que, ao mesmo tempo, os editores, assessorados pelo Júri, seleccionarem dos textos a concurso.
10. - A entrega do prémio terá lugar, alternadamente, na Galiza e em Portugal, durante uma sessão a realizar a cada sábado imediatamente anterior a 14 de dezembro, data da morte de Teixeira de Pascoaes, assinatura literária de Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos (Amarante, 2 de novembro de 1877 - 14 de dezembro de 1952).

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Prêmio LiteraCidade – 2010/1

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Poemas, contos e crônicas – tema livre

Os professores Abilio Pacheco e Deurilene Sousa – organizadores da Antologia Literária Cidade – promovem este prêmio literário nacional com o intuito de incentivar novos talentos literários, valorizar produtores literários já existentes e trazer a lume para o público da Região Norte estes nomes, de modo a valorizar, incentivar e promover a leitura.

1. Diretrizes

1.1 - Podem participar autores residentes em todo o território nacional devendo enviar textos inéditos em três vias sob pseudônimo, conforme o gênero:

Poemas: até 03 poemas de, no máximo, duas páginas;

Contos: até 02 contos de, no máximo, quatro páginas;

Crônicas: até 03 crônicas de, no máximo, três páginas;


2. Do Envio

Enviar os textos sob pseudônimo num envelope maior e num envelope menor lacrado a identificação do autor: nome completo, nome literário, pseudônimo empregado, título(s) do(s) texto(s), endereço completo (não esquecer o cep), RG, data de nascimento, telefone para contato (inclusive DDD), email (mesmo que de um amigo) e breves dados biográficos (no máximo 7 linhas). Declaração de concordância com o regulamento e de cessão dos direitos autorais do texto, se premiado, para compor o livro objeto deste concurso.

2.1 – Do lado externo do envelope pequeno escrever pseudônimo e título(s) do(s) texto(s).

3. Das inscrições:

3.1 – A inscrição no concurso é de R$ 20,00 por categoria, o que corresponde à aquisição antecipada de um exemplar da publicação objeto deste concurso (já inclusa a taxa de correio). Para inscrição nas três categorias, o participante efetuará a inscrição no valor de R$ 50,00 equivalente a aquisição de três exemplares da publicação citada.

3.2 – O valor das inscrições poderá ser depositado no Banco do Brasil ag 3702-8 conta corrente 17278-2 Titular: Abilio Pacheco de Souza, ou através de cheque remetido dentro do envelope.

3.3 – Inscrições unicamente via correios até o dia 15 de junho de 2010 (valendo o carimbo dos correios)

Endereço: Caixa Postal 5098 - CEP 66645-972 – Belém-PA.

4. Premiação

A premiação consistirá na publicação dos textos na Antologia Literária Cidade.

No mínimo 10 poemas, 5 contos e 5 crônicas e, no máximo, 30 poemas, 10 contos e 10 crônicas (a critério da comissão julgadora), serão publicados num mesmo volume da Antologia Literária Cidade sozinhos ou junto a outros trabalhos inscritos da modo tradicional.

Os autores dos textos premiados receberão a título de premiação 10 exemplares, sem mais custos.

4.1 – Não haverá prêmio de edição com convite para edição cooperativada nem aceitaremos (por uma questão de coerência) a publicação dos textos não premiados neste certame no volume da antologia objeto deste concurso ou nos volumes seguintes.

4.2 – Não haverá premiação distinguindo classificação ordinária (primeiro, segundo, terceiro...) nem menções.

4.3 – O mesmo autor poderá ter textos premiados em apenas duas das três categorias, de modo a contemplar uma quantidade maior de premiados.

5 – Demais Informações:

5.1 – A comissão julgadora será formada por pessoas com reconhecida competência na área e seus nomes serão divulgados por ocasião do resultado do concurso.

5.2 – O resultado será divulgado no blog: premioliteracidade.wordpress.com

5.3 – Informações pelo email: premioliteracidade@bol.com.br ou antologiacidade@bol.com.br.

5.4 – Os casos omissões serão resolvidos oportunamente pela comissão organizadora ou pela comissão julgadora, ou por ambas, conforme o caso.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Famalicão lança Prémio Literário Eduardo Prado Coelho




A Câmara Municipal (CM) de Vila Nova de Famalicão e a Associação Portuguesa de Escritores (APE) vão lançar o prémio Nacional de Ensaio Literário Eduardo Prado Coelho. A primeira edição está agendada para 2010.

O prémio vai galardoar anualmente uma obra de ensaio literário em português, de autor português, publicado em primeira edição. O valor pecuniário é de 7.500 euros.

Ao passo que a CM de Famalicão estará encarregada das despesas dos membros do júri e da promoção e divulgação do evento, a APE tomará as iniciativas de promoção do prémio, nomeação do júri e coordenação do processo de apuramento do vencedor.

«A criação deste prémio tem em vista, por um lado, homenagear o intelectual e grande ensaísta que foi Eduardo Prado Coelho e, por outro lado, servir de instrumento para a dinamização do estudo da sua obra e do seu pensamento», sublinhou o presidente da autarquia de Famalicão, Armindo Costa.

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=427984

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Prémio de Poesia Luís Miguel Nava para A. M. Pires Cabral

A edição de 2009 do prémio bienal foi atribuído ao livro As Têmporas da Cinza (Cotovia), de A. M. Pires Cabral, por decisão unânime do júri constituído por quatro membros da direcção da Fundação Luís Miguel Nava (Carlos Mendes de Sousa, Fernando Pinto do Amaral, Gastão Cruz e Luís Quintais), e pelo poeta e crítico António Carlos Cortez. «A limpidez e a precisão da escrita de A. M. Pires Cabral, a sua penetrante e austera visão dum mundo cuja expressão encontra numa espécie de imitação da terra o modelo para uma linguagem poética de invulgar intensidade, fazem deste autor um dos casos mais representativos da nossa melhor poesia contemporânea», lê-se no comunicado.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Os nossos parabéns ao Miguel Real, colaborador da NOVA ÁGUIA desde a primeira hora...



Miguel Real vence Prémio Jacinto do Prado Coelho 2008
O livro "Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa", de Miguel Real e editado pela Quidnovi, foi o vencedor do Prémio Jacinto do Prado Coelho 2008, informou esta terça-feira a Associação Portuguesa dos Críticos Literários, que atribui o galardão.
Segundo Liberto Cruz, presidente da Associação Portuguesa dos Críticos Literários e membro do júri, ao lado de Manuel Frias Martins e Carlos Jorge Figueiredo Jorge, o livro de Miguel Real foi distinguido «pelas reflexões brilhantes e pela interpretação que o autor faz da obra produzida por Eduardo Lourenço entre 1949 e 1997».

Eduardo Lourenço figura entre os anteriores galardoados com o Prémio Jacinto do Prado Coelho, que é atribuído há mais de 20 anos e já coube também a Óscar Lopes, Vergílio Ferreira, António José Saraiva, José Gil, Carlos Reis e Maria Alzira Seixo, entre outros.

O galardão, que consagra as modalidades de ensaio, crítica, história da literatura e teoria da problemática literária, tem o valor pecuniário de 5000 euros e é patrocinado pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas.

O Prémio Jacinto do Prado Coelho 2008 será entregue a 15 de Dezembro, na Sociedade Portuguesa de Autores.

Lusa

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Prémio Revelação em Literatura Infantil e Juvenil Matilde Rosa Araújo



Era uma vez... um mundo

“Um grupo de jovens finalistas do Secundário, um orientador, uma escola, muitos amigos e... o mundo. No mundo, do mundo e para o mundo, num misto de culturas, pensamentos, emoções e atitudes nasce uma vontade – mostrar que a tolerância facilita o diálogo.” (Paula Viotti, OLHA edições)

A OLHA Edições tem a honra de anunciar que o seu primeiro livro "Era uma vez... Um mundo" foi agraciado com o Prémio Revelação em Literatura Infantil e Juvenil Matilde Rosa Araújo, para o qual se tinha candidatado no passado mês de Junho.

Este livro foi desenvolvido no Colégio Marista de Carcavelos, sob a coordenação do Professor António Coelho.

Em nome da OLHA, e como parceira do projecto, envio aos autores e co-autores o meu abraço de parabéns.

Paula Viotti

Directora da OLHA Edições

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Texto que nos chegou...

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Em favor do Nobel para Lêdo Ivo
Adelto Gonçalves (*)

I

Fosse Lêdo Ivo poeta da língua inglesa ou francesa ou mesmo castelhana, já teria sido galardoado ou ao menos indicado para o Prêmio Nobel de Literatura. Como, porém, faz poesia num país periférico e de pouca representatividade econômica e cultural, e vale-se de um idioma que, embora falado por mais de 200 milhões, ainda é visto pelo resto do mundo como um código secreto, essa é uma hipótese pouco viável, até mesmo porque as próprias instituições acadêmicas do País, que deveriam propor o seu nome, não se animam a fazê-lo.
E não deveria ser assim – pois, afinal, se países igualmente periféricos e até menos representativos do ponto de vista econômico, como Chile e México, já tiveram poetas reconhecidos com o Nobel, o Brasil não deveria ser tão menosprezado pelos eruditos da Academia Sueca. A diferença é que Gabriela Mistral (1889-1957), Nobel de 1945, e Octavio Paz (1914-1998), Nobel de 1990, fizeram poesia na língua de Cervantes (1547-1616). Por esse mesmo raciocínio, é de imaginar que se o galego Camilo José Cela (1916-2002), Nobel de 1989, não tivesse desprezado tanto a cultura de sua terra-mãe, a Galiza, e não tivesse escrito suas obras em castelhano, provavelmente, nunca teria sido lembrado pela Academia Sueca.
Portanto, concluiria o desavisado leitor, o preterimento só se explica pela pouca representatividade desta língua que Olavo Bilac (1865-1918) chamou de “última flor do Lácio, inculta e bela”. Mas não é assim porque a ideia perdeu força em 1998, quando o primeiro Prêmio Nobel de Literatura saiu para a língua portuguesa, na pessoa do romancista José Saramago. Se Portugal, praticamente, organizou uma força-tarefa para garantir a premiação a Saramago – e o fez muito bem – e, com justa razão, ainda luta para que António Lobo Antunes também seja reconhecido, não há motivo para que o Brasil não apresente um bom candidato, ainda que, em outros tempos, quando Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) e Jorge Amado (1912-2001) eram vivos, houvesse maiores possibilidades de êxito.
Até porque, se uma língua é representativa na medida em que aqueles que a falam desfrutam de riqueza material, o Brasil já começa a se aproximar desse patamar, pois, segundo previsões das autoridades financeiras mundiais, em 2016, o País deverá passar a quinta maior economia do planeta. E, por esse ponto de vista materialista, a língua de Camões (c.1524-1580) já começa a ganhar também representatividade.

II
Hoje, a candidatura brasileira resume-se a dois ou três nomes. E um deles, com certeza, é o do poeta Lêdo Ivo, que, em quase sete décadas de trabalho produtivo, oferece uma obra de respeito, como poderá comprovar quem vier a ler sua extensa Obra Completa (1940-2004), de 1099 páginas, publicada em 2004 pela editora Topbooks, do Rio de Janeiro, com estudo introdutório do poeta Ivan Junqueira. É de notar que, se Junqueira foi o último grande poeta-ensaísta, daqueles da estirpe de T.S.Eliot (1888-1965), a se ocupar da análise da obra de Lêdo Ivo, outros ensaístas de envergadura já o haviam feito, como Antonio Candido, Álvaro Lins (1912-1970), Jorge de Lima (1893-1953), Murilo Mendes (1901-1975), Wilson Martins, Fausto Cunha (1923-2004), Gilberto Mendonça Teles e, mais recentemente, Assis Brasil, autor de A trajetória poética de Lêdo Ivo: transgressão e modernidade, publicado pela Editora Universitária Candido Mendes (Educam), do Rio de Janeiro, em 2007, que constitui, ao mesmo tempo, um ensaio crítico e uma biografia.
Diz Junqueira que Lêdo Ivo chegou inteiro aos 80 anos de idade e inteira também chegou a sua poesia. “E há em sua poesia o testemunho literário de mais de meio século de experiência e de constante renovação estética e estilística”, constata, lembrando que “sua poesia, embora severa do ponto de vista do uso da língua, é polifônica e tem algo da composição heteróclita daqueles retábulos medievais, abrangendo o cultivo de todos os metros e de todas as formas”.
É Lêdo Ivo autor, entre tantas obras, de Finisterra (1972), talvez o mais importante livro de poesia que um brasileiro escreveu no século XX, como afiança Junqueira, destacando que essa reunião de poemas marca o regresso definitivo do poeta as suas origens, o seu retorno à infância mitificada na cidade de Maceió, capital do Estado de Alagoas, como se pode constatar nestes versos:
Minha pátria é a água negra
-- a doce água cheia de miasmas –
dos estaleiros apodrecidos.
(...) Vindo das ilhas inacabadas,
nunca aprendo a separar
o que é da terra e o que é da água.

III
Já Assis Brasil prefere destacar a trajetória de Lêdo Ivo como franco-atirador na poesia brasileira, mostrando como seu fazer poético nunca esteve atrelado ao Modernismo da Semana de Arte Moderna de 1922, em São Paulo, ao contrário do que muitos críticos e professores, principalmente aqueles ligados à Universidade de São Paulo (USP), procuraram defender, em sua ânsia de sistematizar tendências e influências. Assis Brasil lembra que Lêdo Ivo, embora alagoano de nascimento, estudou no Colégio Carneiro Leão, no Recife, cidade em que começou o seu aprendizado poético não só com João Cabral de Melo Neto (1920-1999), mas com Willy Lewin (1908-1971) que, de uma geração anterior e dono de uma vasta biblioteca, funcionava como uma espécie de corifeu para os mais jovens que o procuravam.
Mudando-se para o Rio de Janeiro em 1943, Lêdo Ivo, ao se valer das relações pessoais que já construíra no mundo literário do Recife, foi bem recebido por Manuel Bandeira (1886-1968), Jorge de Lima, Graciliano Ramos (1892-1953), José Lins do Rego (1901-1957) e Augusto Frederico Schmidt (1906-1965), entre outros, o que lhe facilitou a tarefa de divulgar seu trabalho e, principalmente, encontrar editoras que se dispusessem a apostar num jovem poeta. É de 1945 Ode e elegia, livro que marca definitivamente o rompimento de qualquer ligação que poderia ter tido a sua produção inicial com o Modernismo inconseqüente de 1922.
À falta de melhores rótulos, a crítica literária passou a inserir Lêdo Ivo como o poeta mais representativo da Geração de 45, movimento de reação estética contra o clima demolidor e anarquista da primeira fase do Modernismo, reivindicando uma volta à disciplina e à ordem. Mas também aqui a inclusão do poeta foi um tanto forçada e a sua revelia, funcionando mais como uma forma cronológica de definir determinados poetas que apareceram na década de 1940, sem maior rigor nas preferências estéticas de cada um.
Depois de experimentar o verso livre, Lêdo Ivo voltou a algumas formas poéticas fixas, como o soneto, mas conservando uma postura extremamente livre e pessoal, cunhando assim uma poesia com características próprias em que se destacava o pleno domínio das suas técnicas e da linguagem, o que só era possível porque, além de poeta, desde o início, sempre fora um estudioso do gênero e não um mero diletante. E mais: um ensaísta de mão cheia, com 13 livros publicados, entre os quais se destaca O universo poético de Raul Pompéia (Rio de Janeiro, Academia Brasileira de Letras, 2ª ed., 1996).

IV
Muitos foram os livros de Lêdo Ivo e relacioná-los aqui seria exaustivo, até porque também publicou livros de contos, crônicas, duas autobiografias e três de literatura infanto-juvenil. Mas é de destacar que foi na década de 1980, em plena maturidade, que sua poesia se cristalizou, a partir de Mar oceano (1987), a que se seguiram Crepúsculo civil (1990), Curral de peixe (1995), O rumor da noite (2000) e os textos até então inéditos reunidos em Plenilúnio (2000). Como bem observou Ivan Junqueira, ao contrário de muitos poetas cuja produção se amesquinha na velhice, a de Lêdo Ivo cresce ainda mais, alcançando a transcêndencia inata da obra de arte em poemas em prosa ou em excertos de prosa poética espalhados por Mar oceano.
Em grande parte desses poemas, percebe-se o uso medido não só do oxímoro, um dos recursos estilísticos preferidos de Fernando Pessoa (1888-1935), e outras figuras de linguagem, como de certa nostalgia de “uma luz perdida” que remete para Camilo Pessanha (1867-1926), o que faz de Lêdo Ivo não exatamente um poeta de idéias, mas de imagens, um poeta abstrato, cerebral, essencialmente intelectual, em sua obsessão pela musicalidade do verso, como se pode constatar nas palavras que seguem:
Sempre andei me buscando e não me achei.
E ao pôr-do-sol, enquanto espero a vinda
Da luz perdida de uma estrela morta,

sinto saudade do que nunca fui,
do que deixei de ser, do que sonhei
e se escondeu de mim atrás da porta.

É de notar ainda que a poesia de Lêdo Ivo atravessou incólume a década de 60 sem se deixar levar pela cantilena dos concretistas de São Paulo, meros adoradores de Ezra Pound (1885-1972) e James Joyce (1882-1941), cujos versos hoje são praticamente ininteligíveis. Embora estudioso de Herman Melville (1819-1891), Nathaniel Hawthorne (1804-1864) e William Carlos Williams (1883-1973), como assinalou Assis Brasil, Lêdo Ivo manteve-se fiel aos grandes poetas da língua portuguesa. É o que se vê na intertextualidade que pratica neste poema com famosos versos de Fernando Pessoa:

Minha pátria não é a língua portuguesa.
Nenhuma língua é a pátria.
Minha pátria é a terra mole e peganhenta onde nasci
e o vento que sopra em Maceió.
São os caranguejos que correm na lama dos mangues
e o oceano cujas ondas continuam molhando os meus pés quando sonho. (...)

V
Para quem pensa em Lêdo Ivo só como poeta, diga-se que ele é também grande romancista, autor de cinco obras no gênero. Seu romance Ninho de cobras (1973) foi traduzido para o inglês, sob o título Snake’s Nest, e em dinamarquês, sob o título Slangeboet. É um romance de feitura inovadora, repleto das figuras de linguagem que costuma utilizar em seu fazer poético, que recupera a Maceió da década de 1930, à época do governo de Getúlio Vargas (1882-1954) que redundaria na ditadura do Estado Novo (1937-1945).
Trata-se de uma bem elaborada crítica dos regimes de força que manietaram o Brasil durante boa parte do século XX, uma denúncia do comportamento hesitante e apático da maioria da população que sempre assistiu, indiferente, ao assassinato daqueles que ousavam ir contra os poderosos do dia. E que, lido hoje pelas novas gerações, pode constituir um bom alerta para quem ainda dá ouvido a alguns nostálgicos dos regimes de força, que sempre começam pelo pretexto do combate à corrupção política e acabam num mar de sangue.
Mas não foi só o romance de Lêdo Ivo que encontrou boa receptividade em outros idiomas. Sua poesia está espalhada também pelo mundo hispânico. No México, saíram várias coletâneas de seus poemas, entre as quais La imaginaria ventana abierta, Oda al crepúsculo, Las pistas e Las islas inacabadas. Em Lima, Peru, foi editada uma antologia, Poemas, e na Espanha saiu a antologia La moneda perdida. Antologias de seus poemas já foram traduzidas para o inglês por Kerry Shawn Keys (Landsend: selected poems, Pennsylvania, Pine Press, 1998), para o holandês por August Willemsen (Poetry, Roterdã, Poetry International, 1993; Vleermuizen em blawe krabben, Sliedrecht, Wagner & Van Santen, 2000) e para o italiano por Vera Lucia de Oliveira (Illuminazioni, Salerno, Multimidia Edizioni, 2001).
Em Portugal, críticos do quilate de João Gaspar Simões (1903-1987) e, mais recentemente, Eugénio Lisboa, escreveram artigos em que destacaram a excelente qualidade da poesia de Lêdo Ivo. Gaspar Simões, inclusive, chegou a escrever que, se existisse uma Jerusalém celestial à parte destinada aos poetas, Lêdo Ivo seria um dos escolhidos, o que, praticamente, foi dito com outras palavras por Fausto Cunha, para quem o poeta “será um dos poucos que ficarão”. Por tudo isso, seria recomendável que as instituições que podem fazê-lo começassem a pensar em apresentar o nome de Lêdo Ivo à Academia Sueca. Afinal, está na hora de a Literatura Brasileira também conquistar o seu Prêmio Nobel.

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A TRAJETÓRIA POÉTICA DE LÊDO IVO: TRANSGRESSÃO E MODERNIDADE, de Assis Brasil. Rio de Janeiro, Educam, 2004, 284 págs. E-mail:
hneto@candidomendes.edu.br

POESIA COMPLETA: 1940-2004, de Lêdo Ivo, com estudo introdutório de Ivan Junqueira. Rio de Janeiro: Topbooks/Braskem, 2004, 1099 págs. E-mail:
topbooks@topbooks.com.br
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(*) Adelto Gonçalves é doutor em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo e autor de Gonzaga, um Poeta do Iluminismo (Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999), Barcelona Brasileira (Lisboa, Nova Arrancada, 1999; São Paulo, Publisher Brasil, 2002) e Bocage – o Perfil Perdido (Lisboa, Caminho, 2003). E-mail:
marilizadelto@uol.com.br

domingo, 3 de maio de 2009

Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís

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"O prazo para entrega dos originais concorrentes ao Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís foi prorrogado até 31 de Maio, segundo a Lusa que cita uma fonte da Estoril-Sol que o instituiu o ano passado. Criado em Outubro do ano passado, o Prémio não foi atribuído dada a "falta de qualidade das obras a concurso", segundo o júri que foi presidido pelo escritor Vasco Graça Moura".

Ler em http://www.hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=1697

quinta-feira, 16 de abril de 2009

1º Concurso Literário Guemanisse de Crônicas e de Textos Humorísticos

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1º Concurso Literário Guemanisse de CRÔNICAS e de TEXTOS HUMORÍSTICOS / 2009
www.guemanisse.org
editora@guemanisse.com.br

Com o objetivo de incentivar a literatura no país, dando ênfase na publicação de textos, a Guemanisse Editora e Eventos Ltda. promove o 1º Concurso Literário Guemanisse de Crônicas e de Textos Humorísticos, composto por duas categorias distintas:

a) CRÔNICAS - narrativa que descreve um flagrante da vida, sério ou pitoresco, atual ou histórico, real ou imaginário, com temática livre.

b) TEXTOS HUMORÍSTICOS - narrativa cômica de situações, piadas, com temática livre.

o qual será regido pelo seguinte

REGULAMENTO

1. Podem concorrer quaisquer pessoas, desde que os textos inscritos sejam em língua portuguesa. Os trabalhos não precisam ser inéditos e a temática é livre.

2. As inscrições se encerram no dia 15 de maio de 2009. Os trabalhos enviados após esta data não serão considerados para efeito do concurso, e, assim como os demais, não serão devolvidos. Para tanto será considerada a data de postagem (correio e internet).

3. Para ambas as categorias, o limite de cada texto é de até 4 (quatro) páginas. Os textos devem ser redigidos em folha A4, corpo 12, espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Times ou Arial.

4. As inscrições podem ser realizadas por correio ou pela internet da forma seguinte:
a) Via postal (correio): os trabalhos podem ser enviados em papel, CD ou disquete 3 ½ para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. CAIXA POSTAL 31.530 - CEP 20780-970 - Rio de Janeiro - RJ;
b) Internet: os trabalhos devem ser enviados, em arquivo Word, para o e-mail editora@guemanisse.com.br

5. Cada texto receberá um número aleatório (sorteado) que fará a identificação autor/texto. Dessa forma os textos não devem ter nenhuma identificação, resumindo-se no seu título e conteúdo da obra. Os Textos devem ser remetidos em um único envelope (correio) ou arquivo (internet) em 1 (uma) via. Uma folha (ou arquivo) separada, deverá conter os seguintes dados do concorrente:
a) nome completo;
b) nome artístico, com o qual assina a obra e que será divulgado em caso de premiação e/ou publicação;
c) categoria a que concorre;
d) data de nascimento / profissão;
e) endereço completo (com CEP) / e endereço eletrônico (e-mail).

6. Cada concorrente pode realizar quantas inscrições desejar.

7. Para ambas as categorias, o valor da inscrição é de R$ 30,00 (trinta reais), com direito a enviar até 2 (dois) textos por inscrição. Os valores devem ser depositados em favor de GUEMANISSE EDITORA E EVENTOS LTDA, na Caixa Econômica Federal, Agência 2264, Oper. 003 - Conta Corrente Nº 451-7.

8. Os comprovantes de depósito (nos quais os concorrentes escreverão o nome) devem ser remetidos para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. pelo correio, pela internet (escaneados) ou para o fax (21) 3734-2005. Nenhum valor de inscrição será devolvido.

9. Os resultados serão divulgados pelo nosso site www.guemanisse.org (ou com.br), pela mídia e individualmente (por e-mail) a todos os participantes, no dia 15 de julho de 2009.

10. Cada Comissão Julgadora será composta por 3 (três) nomes ligados à literatura e com reconhecida capacidade artístico-cultural. Ambas as Comissões podem conceder menções honrosas ou especiais.

11. As decisões das Comissões Julgadoras são irrecorríveis.

12. Para cada Categoria (Crônicas e Textos Humorísticos), a premiação será nos seguintes valores:
a) Premiação em dinheiro:
1º lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais) e publicação do texto em livro;
2º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais) e publicação do texto em livro;
3º lugar: R$ 1.000,00 (mil reais) e publicação do texto em livro.
b) Premiação de publicação em livro:
Os textos premiados, inclusive os que forem agraciados com MENÇÃO HONROSA e/ou MENÇÃO ESPECIAL, serão publicados em livro (sem ônus para seus autores, inclusive de remessa postal) e cada um destes autores receberá dez exemplares, a título de direitos autorais. Esta edição específica não poderá ultrapassar a tiragem de 2.000 (dois mil) exemplares, e os livros restantes desta edição serão preferencialmente distribuídos por bibliotecas e escolas públicas.

13. A inscrição no presente concurso implica na aceitação plena deste regulamento.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

7º CONCURSO LITERÁRIO GUEMANISSE DE CONTOS E POESIAS / 2009

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7º CONCURSO LITERÁRIO GUEMANISSE DE CONTOS E POESIAS / 2009
www.guemanisse.org
editora@guemanisse.com.br

Objetivando incentivar a literatura no país, dando ênfase na publicação de textos, a GUEMANISSE EDITORA E EVENTOS LTDA. promove o 7º CONCURSO LITERÁRIO GUEMANISSE DE CONTOS E POESIAS, composto por duas categorias distintas:
a) Contos;
b) Poesias,
o qual será regido pelo seguinte

REGULAMENTO

1. Podem concorrer quaisquer pessoas, desde que os textos inscritos sejam em língua portuguesa. Os trabalhos não precisam ser inéditos e a temática é livre.

2. As inscrições se encerram no dia 09 de março de 2009. Os trabalhos enviados após esta data não serão considerados para efeito do concurso, e, assim como os demais, não serão devolvidos. Para tanto será considerada a data de postagem (correio e internet).

3. O limite de cada CONTO é de até 6 (seis) páginas e o de cada POESIA é de 2 (duas) páginas. Os textos devem ser redigidos em folha A4, corpo 12, espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Times ou Arial.

4. As inscrições podem ser realizadas por correio ou pela internet da forma seguinte:
a) Via postal (correio): os trabalhos podem ser enviados em papel, CD ou disquete 3 ½ para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. CAIXA POSTAL 92.659 - CEP 25.953-970 - Teresópolis - RJ;
b) Internet: os trabalhos devem ser enviados, em arquivo Word, para o e-mail editora@guemanisse.com.br

5. Tanto os CONTOS quanto as POESIAS devem ser remetidos em 1 (uma) via, devendo, em folha (ou arquivo) separada, conter os seguintes dados do concorrente:
a) nome completo;
b) nome artístico, com o qual assina a obra e que será divulgado em caso de premiação e/ou publicação;
c) categoria a que concorre;
d data de nascimento / profissão;
e) endereço completo (com CEP) / e endereço eletrônico (e-mail).

6. Cada concorrente pode realizar quantas inscrições desejar.

7. Para a categoria CONTOS, o valor de cada inscrição é de R$ 30,00 (trinta reais), podendo o autor inscrever até 2 (dois) textos por inscrição. Para a categoria POESIAS, o valor de cada inscrição é de R$ 30,00 (trinta reais) podendo o autor inscrever até 2 (dois) textos por inscrição. Os valores devem ser depositados em favor de GUEMANISSE EDITORA E EVENTOS LTDA, na Caixa Econômica Federal, Agência 2264, Oper. 003 - Conta Corrente Nº 451-7.

8. Os comprovantes de depósito (nos quais os concorrentes escreverão o nome) devem ser remetidos para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. pelo correio, pela internet (escaneados) ou para o fax (0XX - 21) 2643-5418 (lembramos que os moradores da Cidade do Rio de Janeiro também devem discar o código de área). Nenhum valor de inscrição será devolvido.

9. Os resultados serão divulgados pelo nosso site www.guemanisse.org (ou com.br), pela mídia e individualmente (por e-mail) a todos os participantes, no dia 11 de maio de 2009.

10. Cada Comissão Julgadora será composta por 3 (três) nomes ligados à literatura e com reconhecida capacidade artístico-cultural. Ambas as Comissões podem conceder menções honrosas ou especiais.

11. As decisões das Comissões Julgadoras são irrecorríveis.

12. Para cada Categoria (Contos e Poesias), a premiação será nos seguintes valores:
a) Premiação em dinheiro:
1º lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais) e publicação do texto em livro;
2º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais) e publicação do texto em livro;
3º lugar: R$ 1.000,00 (mil reais) e publicação do texto em livro.
b) Premiação de publicação em livro:
Os textos premiados, inclusive os que forem agraciados com MENÇÃO HONROSA e/ou MENÇÃO ESPECIAL, serão publicados em livro (sem ônus para seus autores, inclusive de remessa postal) e cada um destes autores receberá dez exemplares, em troca do que cedem os direitos autorais apenas para esta edição específica a qual não poderá ultrapassar a tiragem de 2.000 (dois mil) exemplares. Os exemplares restantes desta edição serão preferencialmente distribuídos por bibliotecas e escolas públicas.

13. A inscrição no presente concurso implica na aceitação plena deste regulamento.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Prémio Carlos de Oliveira

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Literatura: Prazo do Prémio Carlos de Oliveira decorre até 15 de Abril, aberto a autores lusófonos. Coimbra, 23 Fev (Lusa) - A segunda edição do Prémio Literário Carlos de Oliveira, aberto a autores dos países lusófonos, decorre até 15 de Abril, quando termina o prazo de entrega de obras concorrentes, anunciou hoje a Câmara de Cantanhede.

Instituído pelo Município de Cantanhede e pela Fundação Carlos de Oliveira, o prémio visa estimular "a criação literária numa homenagem a uma das grandes referências" da literatura portuguesa da segunda metade do Século XX.

Consiste numa verba pecuniária de 5.000 euros, suportada pela Câmara de Cantanhede (Coimbra), que assegura também a edição da obra vencedora e os custos inerentes ao processo, segundo uma nota divulgada hoje pelo gabinete de comunicação da autarquia.

De acordo com o regulamento, podem concorrer autores de todos os países de língua oficial portuguesa, que podem candidatar-se apenas com uma obra, inédita e não publicada, em narrativa (conto ou romance).

Na primeira edição do concurso, a obra vencedora foi "Quase Tudo Nada", do escritor e jornalista Arsénio Mota, tendo sido distinguidos com menções honrosas "Parede de Adobo", de João Carlos Costa da Cruz, e "Visões do Azul", de Emília Ferreira.

O júri será constituído por cinco elementos - o presidente da Câmara de Cantanhede, ou alguém por si indicado, representantes da Fundação Carlos de Oliveira, da Universidade de Coimbra e da Associação Portuguesa de Escritores e uma personalidade do meio literário português, especialmente convidada para o efeito.

O vencedor será conhecido durante a primeira quinzena de Julho e a entrega do prémio decorrerá no dia 25 desse mês, em cerimónia pública.

Segundo a mesma nota, a segunda edição do galardão é coordenada pela Fundação Carlos de Oliveira, constituída em Setembro de 2008 pelo Município de Cantanhede e por Ângela de Oliveira, viúva do escritor.

Promover o desenvolvimento e a dinamização do estudo da obra de Carlos de Oliveira e do seu lugar na literatura portuguesa é o principal objectivo da instituição, que ficará sedeada em Febres, na casa onde o escritor viveu durante vários anos.

O edifício foi adquirido pela autarquia para esse efeito e será alvo de um processo de reabilitação e ampliação de acordo com o projecto já elaborado pelo arquitecto Francesco Marconi.

Com a intervenção de fundo a realizar no imóvel, será criado um equipamento vocacionado para o desenvolvimento de actividades culturais, pedagógicas e de investigação literária, tendo como referência a vida e obra do escritor, mas que contemplará outras vertentes, entre as quais o estímulo à criação literária.

Além do edifício, o património da fundação integra o espólio do escritor, constituído por livros e manuscritos, os direitos de autor e outros bens cedidos pela viúva.

Para assegurar a prossecução dos seus objectivos, será criado "um Centro de Estudos sobre Carlos de Oliveira, a sua geração e a literatura portuguesa, numa perspectiva comparativa, interdisciplinar e inter-artística, no sentido de fomentar o estudo do valioso legado literário do escritor junto do grande público e, em particular, dos estudantes de diferentes graus de ensino".

O autor de "Uma Abelha na Chuva" e de "Finisterra" nasceu em Belém do Pará, no Brasil, em 1921, e morreu em 1981 em Lisboa. Estudou em Coimbra e viveu durante diversos anos em Febres (Cantanhede), onde o seu pai exercia medicina.

MCS

Lusa/fim

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

MOSTRA POÉTICA | Açores 2009

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Ainda há vagas, inscreva seus poemas na " Mostra Poética CORES DAS LETRAS NO BRASIL", que se realizará em Açores/Portugal, Ilha de São Miguel (31/03 a 04/04/2009), por ocasião do 4° Encontro Açoriano de Lusofonia.
A Mostra será documentada e os autores participantes receberão certificado para uso em curriculum pessoal.
O objetivo da Mostra é oportunizar a divulgação de trabalhos de poetas brasileiros, em igualdade de condições, junto aos Colóquios da Lusofonia, evento internacional que já consagrou sua importância no fortalecimento da língua portuguesa e aproximação das comunidades lusófonas.
A exposição poética está sendo organizada pela SPA/SC em parceria com o Grupo GIRA-Teatro e integrará as atividades artístico-culturais levadas para o evento pela Caravana de Difusão Artística Catarinense/Brasil 2009.
Informações, inscrições e adesão http://www.mostrapoetica.poetasadvogados.com.br/
Silmara Pezzoni Annunciato, Presidente da SPA/SC
Sérgio Prosdócimo, Diretor de Expansão do Grupo GIRA-Teatro

QUEM pode participar? Poeta brasileiro, autor do poema que está inscrevendo.
QUANDO? Já estão abertas as inscrições, a encerrarem com o preenchimento total das vagas.
QUANTO? Taxa de adesão, 1 poema: R$ 50,00; 2 poemas: R$ 85,00.
ONDE? Informações, inscrições e adesão http://www.mostrapoetica.poetasadvogados.com.br/
www.girateatro.com.br
VANTAGENS? Divulgação do poeta em Portugal. Registro de participação em evento internacional e utilização em curriculum pessoal.
POETA PRECISA VIAJAR? Não. A participação é à distância, através da inscrição no site. A Caravana é que se encarregará da exposição.
QUEM QUISER VIAJAR? Os poetas, porém, que puderem estar em Açores (31/03 a 04/04/2009) favor nos avisar para que nossa Caravana os possa recepcionar lá.
DÚVIDAS? caravana2009@poetasadvogados.com.br

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Prémio de Poesia


Para aceder ao REGULAMENTO clique na imagem.

Este prémio é promovido pelas Juntas de Freguesia de S. Lourenço e de S. Simão, de Azeitão, e tem o apoio da Câmara Municipal de Setúbal e da Associação Cultural Sebastião da Gama.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Accademia internazionale Il Convivio

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Premio Internacional Poesia, Prosa e Artes figurativas e Prêmio Internacional de Teatro "Angelo Musco" "Il Convivio 2009"

A Academia Internacional "Il Convivio", junto à revista homônima, anuncia a octava edição do Prêmio "Il Convivio 2009" e a quarta ed. do Prêmio Internacional de Teatro "Angelo Musco", nos quais podem participar poetas e artistas português ou estrangeiros com obras escritas em suas próprias línguas ou em seus próprios dialetos, exigindose, neste último caso, a tradução do texto dialetal na correspondente língua nacional. Para os participantes que não são de línguas neolatinas é necessário traduzir suas obras ao italiano, francês, espanhol ou português.

Premio Internacional Poesia, Prosa e Artes figurativas
O Prêmio é dividido em cinco categorias:
1) Uma poesia inédita de tema livre.
2) Um conto inédito de no máximo 6 páginas (espaço 1,5).
3) Livro publicado a partir de 1998 nas categorias: 1) poesia, 2) romance, 3) ensaio.
4) Pintura e escultura: mandar foto clara e legível.
5) As quatro categorias anteriores para os estudantes que não tenham mais de 18 anos ou que não completaram os estudos superiores (para os menores de idade solicita-se uma declaração de autenticidade das obras, assinada por um dos pais ou por um professor da escola que freqüenta).

Prêmio Internacional de Teatro "Angelo Musco"
O Prêmio é dividido em três categorias:
1) Obra teatral inédita em dialecto siciliano.

2) Obra teatral inédita em língua portuguesa (também dialectal, mas com tradução portuguesa).

3) Obra teatral édita ou inédita em qualquer língua ou dialecto.

Prazo: até 30 de Maio de 2009.
Distribuição de prêmios: Giardini Naxos (ME - Itália), próximo ao hotel Assinos: 18 de outubro 2009.
É permitida a participação em várias categorias, mas com uma obra diferente - declarada de sua própria e exclusiva criação - em cada uma das citadas categorias. A participação no concurso é gratuita para os sócios*. Da parte dos não sócios agradecemos uma contribuição de 10,00 euros (ou 30 reais) para as despesas de secretaria, em efetivo. Os trabalhos devem ser enviados
em cinco vias, uma delas contendo os dados pessoais (e não o pseudônimo), endereço e número telefônico do autor, à Premio Internazionale "Poesia, Prosa e artes figurativas", Via Pietramarina-Verzella, 66 - 95012 Castiglione di Sicilia (CT) - Italia. É aconselhável juntar um breve currículo. Os vencedores serão comunicados a tempo. O veredicto do jurado, conhecido no ato da distribuição de prêmios, é irrecorrível. A data exata da distribuição de prêmios será comunicada pela imprensa, enquanto os vencedores receberão comunicação pessoal.

Premiação: Giardini Naxos (Messina - Italie), Hôtel Assinos 18 octobre 2009.

Prêmios: Troféu Il Convivio, placas e diplomas.

A Academia reserva-se o direito de publicar os trabalhos inéditos na revista "Il Convivio" e, depois de os haver selecionado, eventualmente inseri-los em uma antologia.

Para maiores informações escrever para a Redação de "Il Convivio", Via Pietramarina-Verzella 66 - 95012 Castiglione di Sicilia (CT) Italia, tel. 0942-986036, e-mail: angelo.manitta@tin.it; redazione@ilconvivio.org . E' possibile anche consultare il sito: www.ilconvivio.org

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Concurso literário...

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7º CONCURSO LITERÁRIO GUEMANISSE DE CONTOS E POESIAS / 2009
www.guemanisse.org
editora@guemanisse.com.br
guemanisse@globo.com

Objetivando incentivar a literatura no país, dando ênfase na publicação de textos, a GUEMANISSE EDITORA E EVENTOS LTDA. promove o 7º CONCURSO LITERÁRIO GUEMANISSE DE CONTOS E POESIAS, composto por duas categorias distintas:
a) Contos;
b) Poesias,
o qual será regido pelo seguinte

REGULAMENTO

1. Podem concorrer quaisquer pessoas, desde que os textos inscritos sejam em língua portuguesa. Os trabalhos não precisam ser inéditos e a temática é livre.

2. As inscrições se encerram no dia 09 de março de 2009. Os trabalhos enviados após esta data não serão considerados para efeito do concurso, e, assim como os demais, não serão devolvidos. Para tanto será considerada a data de postagem (correio e internet).

3. O limite de cada CONTO é de até 6 (seis) páginas e o de cada POESIA é de 2 (duas) páginas. Os textos devem ser redigidos em folha A4, corpo 12, espaço 1,5 (entrelinhas) e fonte Times ou Arial.

4. As inscrições podem ser realizadas por correio ou pela internet da forma seguinte:
a) Via postal (correio): os trabalhos podem ser enviados em papel, CD ou disquete 3 ½ para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. CAIXA POSTAL 92.659 - CEP 25.953-970 - Teresópolis – RJ;
b) Internet: os trabalhos devem ser enviados, em arquivo Word, para os e-mails editora@guemanisse.com.br ou guemanisse@globo.com

5. Tanto os CONTOS quanto as POESIAS devem ser remetidos em 1 (uma) via, devendo, em folha (ou arquivo) separada, conter os seguintes dados do concorrente:
a) nome completo;
b) nome artístico, com o qual assina a obra e que será divulgado em caso de premiação e/ou publicação;
c) categoria a que concorre;
d data de nascimento / profissão;
e) endereço completo (com CEP) / e endereço eletrônico (e-mail).

6. Cada concorrente pode realizar quantas inscrições desejar.

7. Para a categoria CONTOS, o valor de cada inscrição é de R$ 30,00 (trinta reais), podendo o autor inscrever até 2 (dois) textos por inscrição. Para a categoria POESIAS, o valor de cada inscrição é de R$ 30,00 (trinta reais) podendo o autor inscrever até 2 (dois) textos por inscrição. Os valores devem ser depositados em favor de GUEMANISSE EDITORA E EVENTOS LTDA, na Caixa Econômica Federal, Agência 2264, Oper. 003 - Conta Corrente Nº 451-7.

8. Os comprovantes de depósito (nos quais os concorrentes escreverão o nome) devem ser remetidos para Guemanisse Editora e Eventos Ltda. pelo correio, pela internet (escaneados) ou para o fax (0XX – 21) 2643-5418 (lembramos que os moradores da Cidade do Rio de Janeiro também devem discar o código de área). Nenhum valor de inscrição será devolvido.

9. Os resultados serão divulgados pelo nosso site www.guemanisse.org (ou com.br), pela mídia e individualmente (por e-mail) a todos os participantes, no dia 11 de maio de 2008.

10. Cada Comissão Julgadora será composta por 3 (três) nomes ligados à literatura e com reconhecida capacidade artístico-cultural. Ambas as Comissões podem conceder menções honrosas ou especiais.

11. As decisões das Comissões Julgadoras são irrecorríveis.

12. Para cada Categoria (Contos e Poesias), a premiação será nos seguintes valores:
a) Premiação em dinheiro:
1º lugar: R$ 3.000,00 (três mil reais) e publicação do texto em livro;
2º lugar: R$ 2.000,00 (dois mil reais) e publicação do texto em livro;
3º lugar: R$ 1.000,00 (mil reais) e publicação do texto em livro.
b) Premiação de publicação em livro:
Os textos premiados, inclusive os que forem agraciados com MENÇÃO HONROSA e/ou MENÇÃO ESPECIAL, serão publicados em livro (sem ônus para seus autores, inclusive de remessa postal) e cada um destes autores receberá dez exemplares, em troca do que cedem os direitos autorais apenas para esta edição específica a qual não poderá ultrapassar a tiragem de 2.000 (dois mil) exemplares. Os exemplares restantes desta edição serão preferencialmente distribuídos por bibliotecas e escolas públicas.

13. A inscrição no presente concurso implica na aceitação plena deste regulamento.