A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

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Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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quinta-feira, 3 de julho de 2008

João Carlos Silva - O melhor chacra do coração que eu conheço!


Resolvi trazer aqui um assunto que me faz ter as melhores esperanças para a nossa bela pátria da lingua portuguesa.
Isto tudo porque adorei rever na tv o João Carlos Silva. Agora no seu novo programa Sal na Língua.
É impressionante a qualidade do chacra do coração deste homem!
Irradia amor e alegria da melhor qualidade!
Continuamente.
Nunca vi ninguém assim!
Triste a figura daquela multidão de pretensos mestres espirituais ao pé dele.
Nós, os europeus, que na maioria temos sofrido e morreremos como tordos de doenças de coração, bem precisamos de aprender com ele. Sintonizemo-nos já com a sua energia.
Este programa já está mais intelectual que o anterior, mas parece-me que ainda equilibradamente.
Pois todavia conserva o amor e a admiração pela beleza dos ingredientes e da Mãe Natureza, a descontracção e o espírito de improviso. Não é tontamente erudito.
Apesar de o façam o favor de ser felizes, que era a frase com que João Carlos Silva costumava terminar os episódios de Na Roça com os Tachos, ter mudado para para o mais elaborado façam o favor de construir a vossa felicidade porque, segundo ele, é um exercício que tem de se fazer todos os dias.
Por outro lado adorei ver como ele respeita e comunica com a Natureza. Como pediu licença à bananeira para lhe tirar um bocado de folha. Etc.
Sabedoria. De Mago Branco.
Mas maravilhoso, maravilhoso, é receber dele o amor e a alegria que irradiam daquele lindo chacra do coração.
Quando for grande quero ser como ele! ;-)

quarta-feira, 21 de maio de 2008

LUSOFONIA NA TELEVISÃO


“SAL NA LÍNGUA” VIAJA PELOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

"Aproximar as culturas lusófonas" é o objectivo do programa, diz José Fragoso

"É uma viagem saborosa à descoberta de nós, os falantes da língua portuguesa", explicou o santomense João Carlos Silva, autor de Sal na Língua, o novo programa que a RTP vai estrear no dia 29, às 22.30, e que ontem foi apresentado no Centro Nacional de Cultura, em Lisboa.

"A gastronomia é o pretexto" para um percurso através do património, das paisagens, das artes e das pessoas da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com início em São Tomé e Príncipe, arquipélago onde o autor gravou o primeiro de 40 episódios, de cerca de 27 minutos cada.

"Como estão os afectos? E de que esperanças falam os artistas?" São estas algumas das perguntas para as quais João Carlos Silva vai à procura de respostas. Gravado no Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Timor-Leste e Portugal, o programa apresenta testemunhos e reflexões de personalidades de vários sectores das artes e da cultura dos vários países da CPLP. Conversas que o autor combina com outros ingredientes, na confecção de pratos típicos, sempre preparados com a ajuda de um convidado local.

Mas porque é necessário Sal na Língua? O título do programa, inspirado num poema de Eugénio de Andrade, traduz a necessidade que o autor sente de dotar a língua portuguesa de sal q.b. (quanto baste). Porque está "insossa", afirma João Carlos Silva. "Está insossa no olhar que temos para as comunidades de língua portuguesa", e "na assunção que devíamos ter em relação a esta comunidade de afectos", onde falta "o diálogo e o intercâmbio". E está insossa "porque uma boa parte das criações artísticas que se fazem nesses países são desconhecidas", e "porque há gente com muita esperança nessas latitudes e, normalmente, o que se mostra, inclusive na comunicação social portuguesa, é a desesperança e as tragédias", desabafa João Carlos Silva.

Na opinião do director de Programas da estação de serviço público, José Fragoso, Sal na Língua pretende "aproximar as várias culturas lusófonas", e é a prova de que é possível "fazer televisão com poucos recursos mas com muita imaginação".

Recursos que tiveram o patrocínio da Sociedade Central de Cervejas (SCC). "Quando se fala em lusofonia, as marcas de cerveja tinham de estar presentes", afirmou, durante a apresentação de ontem, Nuno Pinto de Magalhães, em representação da SCC.

Construir a felicidade

"Façam o favor de ser felizes" era a frase com que João Carlos Silva costumava terminar os episódios de Na Roça com os Tachos. Agora, em Sal na Língua, o autor despede-se de outra forma, parecida, mas um pouco diferente. "Façam o favor de construir a vossa felicidade", pede agora aos telespectadores, porque, diz, "é um exercício" que tem de se fazer todos os dias.

A primeira série de 13 episódios tem estreia marcada para dia 29, às 22.30, e terá transmissão pela RTP1, RTP África e RTP Internacional.

Filipe Feio in DN