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Nota: Muitos destes lançamentos, não só no país como por todo o espaço lusófono, só têm sido possíveis pelo apoio que a este projecto tem sido dado, desde a primeira hora, pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono. O nosso público reconhecimento por isso. Desta forma, a NOVA ÁGUIA tem tido uma projecção não apenas estritamente nacional mas lusófona.
15 comentários:
E não foi só isso que o Espreitador lhe disse em relação ao tal post, repito, em relação ao tal post, e agora acrescento à lista mais uma, “obtuso”, espero que saiba o que esta quer dizer, caso contrário, procure um dicionário.
Quando o meu caro deixar de tartamudear (ver dicionário) sobre o Acordo e se dispuser a escrever com seriedade, teremos então, razões para falar-mos de forma diferente e mais digna, porque, como eu disse também, “se aparecer aqui alguém que vá além dos monossílabos e, mesmo fazendo tábua rasa da combinatória de imagens acústicas com significantes, mas com honestidade intelectual defenda razões culturais e históricas da grafia de cada palavra, tudo bem, é caso para se discutir em torno do que resulta de um conjunto de regras político-administrativas convencionadas e não de séculos de interacção entre fala e escrita”. Coisa que, o meu caro, continua a não fazer preferindo continuar a atirar com o barro à parede.
PS: Ninguém disse, como sabe, que todos os membros da Nova Águia, eram a favor do Acordo. A questão, em concreto, era sobre fazer-se publicidade manhosa e por isso reles, à petição contra Acordo, num blog, onde o Acordo consta da Declaração de Princípios e Objectivos.
Percebeu ou vai continuar a arremessar contra-sensos? Agora, com “guarda-costas”.
PPS: Sobre brindes, informo-o, que estes só são dados a quem os merece e, os ilustres membros que nomeia, certamente terão coisas úteis a dizer na discussão, coisa que, o meu caro, mais uma vez, se recusa a fazer preferindo a via da diatribe.
O raquitismo político existe e não escolhe lados, se nalguns apoiantes do SIM detecto um eco de neo-colonialismo montado às cavalitas de cavalo alheio... No NÃO também ouço uns ganidos longínquos do «orgulhosamente sós» com Portugal das brenhas do Norte até Timor. Tudo isso é irrelevante, porque histérico e minoritário.
Entre cavalheiros que aceitam a diversidade entre ideais comungados, só nos pode regozijar duas Petições, é sinal maior de Política!
Além de que muitos que estão com Eduardo Lourenço nem sequer são contra a ideia de um acordo, mas contra este Acordo específico.
Viva Portugal!
Como temos dito e repetido a subscrição, ou não, do Acordo Ortográfico, não é condição para se integrar o MIL.
A diversidade de opiniões é por aqui cultivada e bem vinda. Saibamos trocar as nossas opiniões com o máximo sentido de abertura ao outro, num quadro de ampla razoabilidade.
O sentido de Unidade que se pretende para o MIL terá de passar pela diversidade de sentidos.
Luis Carlos Santos
Pires:
Muito bem!
Octávio:
Quando uma posição (sem dúvida legítima) é defendida para além de certos limites de sociabilidade, perde a razão e o seu defensor torna-se em seu inimigo
Assinado:
Outro Espreitador.
Amigo Klatuu,
Como sabes, eu aceito a diversidade, tivemos por isso oportunidade de trocar algumas impressões sobre o Acordo por e-mail, sabendo eu, que és defensor do “Não”. Simplesmente, neste caso, o Sr. Octávio, procurou uma via imprópria (digamos assim, em louvor dos jogos florais) de propagandear o “Não”, e isso, tirou-me e tirará sempre (pelo menos, enquanto não me transformar naquele personagem do matrix, que se passa para os agents, só para voltar a sentir o sabor de um bom bife do lombo), daquele registo que bem conheces.
Abraço.
Viva Portugal! Viva a Língua portuguesa!
Amigo Clavis,
Claro! O que está aqui em causa são os métodos, que rejeito não por qualquer sentimentalismo lamecha ou ilusão romântica, mas pela acção óbvia de quem se abstém de qualquer contributo valorativo.
Grande abraço.
Meus caro Luis Santos, como digo na caixa de comentários que originou este post, “o universalismo do MIL, emerge do passado (mas não fica no passado), respeitando a identidade e a singularidade para promover o ideal (imaginado), apelando à sinceridade e à transparência” e, acrescento, “Apontamos caminhos diferentes neste caso e é isso que nos pode dividir. O que não é mau: até nos enriquece!”. Ora, como concordará, sendo contra os meios utilizados pelo Sr. Octávio, não sou contra a discussão do Acordo, desde que, feita como diz “num quadro de ampla razoabilidade” e honestidade intelectual.
Caro piresf, então, parece que nos entendemos e estamos de acordo. Podemos trocar as ideias e será um bom ponto de partida juntar "ampla razoabilidade" e "honestidade intelectual".
Caro Luís Santos,
claro que sim. Nunca o contrário aflorou sequer o meu pensamento. Aliás, já tive ocasião, faz tempo, de expressar a minha opinião, embora sucintamente devido à preferência dietética do fast reading, ali para baixo em forma de post.
Amigo Pires, há sempre uma tremenda relatividade em quase todas as causas. Fica-te com esta.
Um amigo Brasileiro a quem dei informação deste blogue, e esclareci acerca dos propósitos, quando lhe falei do Acordo Ortográfico - que desconhecia, apesar de Doutorado em Arqueologia e professor universitário; o Brasil é um país muito grande... -, mostrou-se espantado e perguntou-me com ironia: «Não tem gente a passar fome no teu país?».
Abraço!
Amigo Lord of Erewhon,
Entendo-te, mas deixa-me colocar uma virgula no primeiro parágrafo. Partindo do principio de que não há nada absoluto e não sendo monomaníaco, sou sensível aos problemas propostos pelo conceito de espaço e tempo, embora estes, como dizia Galileu, dependam da posição do observador para se saber o que é realmente real e, a grande realidade está no saber. A informação, é a única força capaz de alterar o estado da relatividade, transformando-a cada vez mais em realidade, uma vez que, quando sabes… não dá para fingir que não sabes e por isso, deixas de poder relativisar a realidade.
Sobre a questão brasileira, em termos percentuais não difere muito da portuguesa. Por lá, tal como por cá, o Acordo é alvo de concordâncias e discordâncias. Dão-me conta disso, tanto o Oliver Pickwick, como o Bill, de resto, a pergunta final embora irónica, como sabes, toca-me.
Já são horas, vou ler um bocado de poesia para adormecer. Esta, felizmente, estará sempre para além das normas, goste-se ou não.
Um abraço.
Pires, o actual Governo, que penso que ficará para a História de Portugal como a parábola antitética de tudo o que é cultura e educação... foi lesto em apropriar-se deste Acordo Ortográfico...
Acho que não preciso continuar.
Abraço.
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