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"No ano em que se comemoram os 450 anos da Fundação da Universidade de Évora, o Magnífico Reitor, Professor Doutor Jorge Araújo, dá as boas-vindas a todos os participantes do II SIMELP a realizar em Évora de 6 a 11 de Outubro de 2009.
Como é de tradição, assinala-se neste dia, 1 de Novembro, a abertura do novo ano académico.
2008-2009 é um ano especial: é o último ano dos 450 que nos distanciam da fundação da Universidade de Évora, que se celebrou, nesta mesma sala, em 1 de Novembro de 1559.
Para assinalar a efeméride, cunhou-se uma medalha, da autoria do nosso colega escultor Gonçalo Jardim, que incorpora os três símbolos: a pomba do Espírito Santo, numa face; o Sol e a Lua, na outra. No âmbito das comemorações do 9º jubileu, estão previstas diversas iniciativas que contribuirão, quer para resgatar a memória de segmentos do passado como também valorizar o presente deixando um testemunho para o futuro. Enquanto a pomba do Espírito Santo pode simbolizar, no contexto da nossa laicidade, o que de humanismo nos legaram os jesuítas, o Sol e a Lua são portadores de uma outra simbologia e acompanham-nos desde o século XVIII no frontão desta Sala de Actos. O Sol, que é origem de todas as energias e da criação, simboliza a ciência, como fonte criadora por excelência do conhecimento; a Lua, a seu lado, sobre a qual o Sol se projecta, simboliza a transmissão do conhecimento, que ilumina a mente humana e induz o progresso em todas as vertentes, cultural, social e económica."
Daqui: http://www.simelp2009.uevora.pt/index2.htm
A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.
Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".
Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".
Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)
Albufeira, Alcáçovas, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belmonte, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Ermesinde, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Famalicão, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guarda, Guimarães, Idanha-a-Nova, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Mirandela, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pinhel, Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Teresina (Brasil), Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vigo (Galiza), Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
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sábado, 2 de maio de 2009
sábado, 13 de setembro de 2008
A universidade do futuro
Nos debates acerca da adaptação do ensino à vida real existem todavia muitos equívocos, particularmente quando equacionam a “utilidade” da formação quase exclusivamente com a criação de competências técnicas / tecnológicas. Esquece-se que as novas tecnologias podem produzir artesãos e mecânicos de muita boa qualidade, mas muitos portugueses já fizeram a sua vida até agora relativamente bem com tais competências sem terem chegado a completar o ensino secundário, e muitos com nenhuma formação escolar básica! Portugal não precisa somente de mais artesãos e mecânicos, mas de jovens e adultos com capacidade crítica, de decisão e de inovação. No mundo global de conhecimento actual, as competências não se adquirem somente com engenharias, ou com cursos que prometem emprego imediato no pequeno e frágil mercado nacional. A economia global que será dominada cada vez mais por países com grandes potencialidades competitivas, a evolução humana que já passou pelas fases de homo habilis, faber e sapiens sapiens, vai precisar de atingir mais um patamar, ou seja, as universidades do futuro terão que produzir homo sapiens sapiens sapiens ! Este escalão de tripla sabedoria implica uma combinação de competências tecnológicas, valores humanos e respeito pela natureza. Já não estamos na fase da revolução industrial que produziu o capitalismo selvagem e as crises ambientais que vivemos.
domingo, 10 de agosto de 2008
Qual o futuro sem uma apreciação crítica do nosso passado?
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É inquietante a fraca adesão na sociedade portuguesa ao estudo de História, tal como se reflecte ao nível de candidaturas nas Universidades, apesar de o Estado ter aberto o Ensino Superior para maiores de 23 anos, sem necessidade de formação secundária completa para admissão. Este desinteresse ao nível nacional parece favorecer uma continuação dos mitos e ilusões, com pouca capacidade crítica de apreciar o nosso passado, com os seus sucessos e múltiplos fracassos. Surgirão em breve gerações sem valores culturais próprios, ou mais provavelmente, com valores que privilegiam o bem-estar material e interesses de curto prazo a qualquer custo e sem respeito pela dignidade e direitos dos co-cidadãos.
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