Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".
Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".
Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)
sábado, 10 de dezembro de 2016
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
7 Dezembro | Sobre Agostinho da Silva, na Biblioteca Municipal por Timor
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
De João Ferreira, para a NOVA ÁGUIA 12...
Conheci António Quadros entre 1954 e 1956, numa das tertúlias do grupo da filosofia portuguesa, em Lisboa. Éramos jovens. Ele com cerca de 32 anos e eu com 28. Além de Álvaro Ribeiro e de José Marinho, o grupo era constituído por António Quadros, António Braz Teixeira, Orlando Vitorino, Afonso Botelho, António Telmo, Santana Dionísio, Luiz Zuzarte, entre outros. Reuniam-se em cafés da Baixa para debater as bases e o valor da filosofia portuguesa. O grupo que passou a ser conhecido por "Grupo da Filosofia Portuguesa" lutava por um país espiritualmente livre dentro da lídima tradição cultural lusitana.
(excerto)
terça-feira, 29 de maio de 2012
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Ontem, no Porto
Foi um fecho com chave de ouro de mais uma extensíssima série de lançamentos de um número da NOVA ÁGUIA. Como aconteceu com todos os número anteriores, também o número sete foi apresentado por todo o país e até para além dele – falamos, nomeadamente, da sessão realizada, há bem pouco tempo, na Universal Federal de São João d’El Rey, no Brasil, no âmbito do Colóquio Antero de Quental, promovido pelo Instituto de Filosofia Luso-Brasileira.
Ontem, estivemos no Porto, na Casa-Museu Guerra Junqueiro, numa sessão que evocou Agostinho da Silva, em particular enquanto grande inspirador da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Como estava anunciado, intervieram, perante uma numerosa assistência, André Heráclio do Rêgo (Assessor da Cultura da CPLP), Fernando dos Santos Neves (Reitor da Universidade Lusófona do Porto), Salvato Trigo (Reitor da Universidade Fernando Pessoa), João Ferreira (Prof. Universidade de Brasília, amigo do Professor Agostinho da Silva) e eu próprio.
No final, houve tempo para alguma “cunhas”. O Assessor da Cultura da CPLP propôs que a NOVA ÁGUIA se dedicasse mais a autores brasileiros (apesar de, como salientei, no próximo número evocarmos Joaquim Nabuco e Domingos Gonçalves de Magalhães) e a nossa anfitriã sugeriu que dedicássemos um número da Revista a Guerra Junqueiro. Mais cedo ou mais tarde, acontecerá…
Entretanto, estamos já a preparar a série de lançamentos do número oito. A NOVA ÁGUIA está de novo pronta a voar…








