A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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domingo, 23 de agosto de 2026

In NOVA ÁGUIA 38: sobre Teixeira Bastos...

 

FRANCISCO JOSÉ TEIXEIRA BASTOS: AÇÃO POSITIVISTA E REPUBLICANISMO FEDERALISTA

José Esteves Pereira

Recentemente, tive a oportunidade de elaborar um verbete bio-bibliográfico sobre Francisco José Teixeira Bastos (1856-1901) destinado ao Dicionário Histórico Biográfico da Academia das Ciências de Lisboa, para o qual remeto e onde se poderá encontrar não só a lista das obras daquele positivista republicano mas, igualmente, bibliografia atualizada.

O presente artigo, que tem como base o verbete referido, mas já com significativos acrescentos destinados a um estudo mais completo, tem como objetivo recordar um publicista oitocentista sobre o qual tem sido sublinhado o carácter mais de divulgador do que de pensador original. Contudo, embora possa ser aceite essa diminuição valorativa que o seu mestre, companheiro de várias lides e dileto amigo, Teófilo Braga (1843-1924), de certo modo, viria a corroborar, como já se verá, haverá que ter em conta um outro aspeto: a presença incontornável de Teixeira Bastos na pretensão hegemónica de que se revestiu, em Portugal, o movimento positivista nas últimas décadas de Oitocentos e ainda em parte de Novecentos...


(excerto)

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