A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Cadernos de Agostinho da Silva (excertos)

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"Era evidente que o túnel estava perdido; só o encerramento da porta o poderia salvar e de¬pois do que tinha passado Lambert, nenhum outro mergulhador se atrevia a tentar a proeza; quanto a Lambert, as três viagens tinham sido suficientes e ninguém esperava vê-lo mergulhar de novo; mas Lambert era da raça dos homens que não desistem do que uma vez tentaram e apresentou-se para a quarta descida; os operá¬rios, os engenheiros, os habitantes das terras vi¬zinhas juntaram-se todos à borda do poço, com uma ansiedade ainda maior do que das outras vezes: sabiam que Lambert descera decidido a tentar o último esforço, mesmo que lhe faltasse oxigénio para o regresso. Em baixo, a 60 me¬tros da superfície, Lambert avançava, já com o caminho mais livre, graças ao trabalho das ou¬tras viagens; chegou à porta de ferro, conseguiu tirar os carris que obstruíam a porta e manejou o parafuso da porta-estanque; o trabalho estava feito, a água deixava de entrar e, ao fim de hora e meia, Lambert voltava ao poço de saída e era aclamado por todos como um herói."

Como se faz um Túnel, Lisboa, Edição do Autor, 1943, pp. 30-31.


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