A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

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Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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domingo, 11 de janeiro de 2009

De certa forma?!...

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“De certa forma, o confronto [entre o Hamas e Israel] foi desejado por ambas as partes”
Jorge Almeida Fernandes, Público, 11.01.09

1. A solidariedade islâmica é um bluff. E nem vale a pena referir, a esse respeito, a rivalidade fratricida entre xiitas e sunitas. Basta ver como se comporta o mundo islâmico relativamente à Palestina – apesar de todas as encenações em contrário, a Palestina, para o mundo islâmico, é, sobretudo, um instrumento retórico. Para o atestar, basta verificar como são efectivamente tratados os refugiados palestinianos no Líbano, na Síria, na Jordânia, etc.

2. O Hamas não foi, obviamente, uma “criação” de Israel (apesar de haver quem o sustente; tal como há quem sustente que a União Soviética foi uma “criação” do Estados Unidos…), mas foi, decerto, promovido pelo Estado Israelita – “inimigo do meu inimigo, meu amigo é”; para enfraquecer a Fatah e dividir o povo palestiniano…

3. Passe a heresia, o Hamas é um movimento “trotskista” – defende a “revolução permanente”, ou, no caso, a guerrilha permanente. Findas as "tréguas regulamentares", em que aproveitou sobretudo para se rearmar, o Hamas começou de imediato a lançar rockets sobre Israel, antecipando a sua resposta. É na guerra contra Israel que o Hamas legitima a sua razão de existência. Daí o seu comportamento, mais do que previsível…

4. Israel também (re)agiu como se previa. Para mais, sabe que tens as “costas quentes”. Também apesar de todas as encenações em contrário, sabe que continuará a gozar da complacência da Europa (dados os seus complexos de culpa relativamente ao Holocausto…) e do apoio seguro do EUA - Obama nada de substantivo mudará a esse respeito, como já se percebeu; apenas será, quanto muito, mais hipócrita…

5. De facto, este foi um confronto realmente “desejado por ambas as partes”. E não de "certa forma".

3 comentários:

Ariana Lusitana disse...

Diria "faz parte da agenda de ambos", era politicamente previsível mas

a) sem guerra continua a haver Israel,
b) sem guerra o Hamas desaparece.

Renato Epifânio disse...

Nas sua fronteiras actuais, Israel estará sempre em estado de guerra...

Ariana Lusitana disse...

É o que tem acontecido. Mas uma intervenção internacional, diplomática e militar, pode resolver a situação.

O que pretendi dizer é que Israel é um Estado, o Hamas uma quadrilha.