
“Aqui jaz Dalva de Oliveira
Atropelada pelas paixões
A procura de um grande amor”.
Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
A Águia foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.
A NOVA ÁGUIA pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu “espírito”, adaptado ao século XXI, conforme se pode ler no nosso Manifesto.
Tal como n’ A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas:
- 1º número (1º semestre de 2008): A ideia de Pátria: sua actualidade.
- 2º número (2º semestre de 2008): António Vieira e o futuro da Lusofonia.
- 3º número (1º semestre de 2009): O legado de Agostinho da Silva, 15 anos após a sua morte.
- 4º número (2º semestre de 2009): Pascoaes, Portugal e a Europa: 20 anos após a queda do Muro de Berlim.
- 5º número (1º semestre de 2010): Os 100 anos d' A Águia e a situação cultural de hoje.
- 6º número (2º semestre de 2010): A República, 100 anos depois.
- 7º número (1º semestre de 2011): Fernando Pessoa: "Minha pátria é a língua portuguesa" (nos 15 anos da CPLP).
- 8º número (2º semestre de 2011): O Pensamento da Cultura de Língua Portuguesa: nos 30 anos da morte de Álvaro Ribeiro.
- 9º número (1º semestre de 2012): Nos 100 anos da Renascença Portuguesa: como será Portugal daqui a 100 anos?
- 10º número (2º semestre de 2012): Leonardo Coimbra, Dalila Pereira da Costa, Manuel Laranjeira e João de Deus: Razão e Espiritualidade.
- 11º número (1º semestre de 2013): "Da minha língua vê-se o mar": o Mar e a Lusofonia.
- 12º número (2º semestre de 2013): O pensamento de António Quadros - nos 20 anos do seu falecimento.
- 13º número (1º semestre de 2014): O balanço de Abril, 40 anos depois - nos 20 anos do falecimento de Agostinho da Silva.
- 14º número (2º semestre de 2014): 80 Anos da "Mensagem" – 8 Séculos da Língua Portuguesa.
- 15º número (1º semestre de 2015): Nos 100 Anos do “Orpheu” e da "Arte de Ser Português"
- 16º número (2º semestre de 2015): Quem tem medo da Filosofia Lusófona? Nos 100 anos do falecimento de Sampaio Bruno.
- 17º número (1º semestre de 2016): A importância das Diásporas para a Lusofonia.
- 18º número (2º semestre de 2016): Autores em destaque - Ariano Suassuna, Delfim Santos e Vergílio Ferreira.
- 19º número (1º semestre de 2017): O Balanço da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa ; Afonso de Albuquerque: 500 anos depois.
- 20º número (2º semestre de 2017): José Rodrigues (no ano da sua morte); Raul Brandão (nos 150 anos do seu nascimento); Francisco Manuel de Melo (nos 350 anos da sua morte).
- 21º número (1º semestre de 2018): Ainda sobre José Rodrigues; Fidelino de Figueiredo (nos 50 anos da sua morte); António Nobre e Raul Brandão (nos 150 anos do seu nascimento).
- 22º número (2º semestre de 2018): V Congresso da Cidadania Lusófona; Dalila Pereira da Costa (nos 100 anos do seu nascimento); Francisco do Holanda (nos 500 anos do seu nascimento).
- 23º número (1º semestre de 2019): Nos 10 anos do MIL: Movimento Internacional Lusófono); Almada Negreiros; ainda sobre Dalila Pereira da Costa.
- 24º número (2º semestre de 2019): Afonso Botelho (nos 100 anos do seu nascimento).
- 25º número (1º semestre de 2020): Pinharanda Gomes: Textos e Testemunhos dos seus Amigos.
Para o 25º número, os textos devem ser enviados até ao final de Dezembro.
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.
As personalidades maiores (ou mais aquilinas) são aquelas que mais transcendem fronteiras – culturais, religiosas ou ideológicas. Pela amostra (significativa – mais de uma dúzia) de testemunhos que aqui recolhemos, proferidos numa sessão em sua Homenagem promovida pelo Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, no dia 10 de Maio do corrente ano, no Palácio da Independência, João Bigotte Chorão foi, de facto, uma personalidade maior da nossa cultura lusófona.
Personalidade não menor foi a de Afonso Botelho, que completaria no dia 4 de Fevereiro 100 anos. Igualmente por iniciativa do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, realizou-se, nesse exacto dia, também no Palácio da Independência, um Colóquio que abordou as diversas facetas do seu pensamento e obra. São os textos então apresentados (com mais alguns entretanto chegados) que aqui publicamos (mais de uma dezena e meia de textos).
Dois mil e dezanove tem sido um ano especialmente rico em centenários. Para além de Afonso Botelho, evocamos aqui igualmente Jorge de Sena e José Hermano Saraiva. Para o próximo número, fica desde já prometida a evocação de Joel Serrão e de Sophia de Mello Breyner Andresen, onde iremos também recordar Agustina Bessa-Luís, recentemente falecida, no início deste semestre, que marcou ainda presença na NOVA ÁGUIA – logo no primeiro número, onde publicámos um texto seu intitulado “O fantasma que anda no meu jardim”, que termina desta forma: “Voltaremos a encontrar-nos”. Até sempre, Agustina!
Ainda no vigésimo quarto número da NOVA ÁGUIA, para além do “Poemáguio” e do “Memoriáguio” (duas secções igualmente clássicas), publicamos cerca de uma dezena de “Outros Voos” e, em “Extavoo”, mais um capítulo da segunda parte (inédita) da Vida Conversável, de Agostinho da Silva, bem como a série completa das “Cartas sem resposta” de João Bigotte Chorão –, algumas das quais já publicadas em números anteriores da nossa revista. No “Bibliáguio”, por fim, publicamos mais de meia dúzia de recensões de obras que despertaram a atenção do nosso olhar aquilino.
A Direcção da NOVA ÁGUIA
Post Scriptum: Já na fase final da composição deste número, a 27 de Julho, faleceu, aos oitenta anos, Pinharanda Gomes, Sócio Honorário do MIL: Movimento Internacional Lusófono, um dos mais importantes colaboradores da NOVA ÁGUIA, desde o primeiro número (até este que aqui se apresenta, com dois ensaios que nos fez chegar no primeiro semestre deste ano), e, sob todos os pontos de vista, uma das mais relevantes figuras da cultura lusófona do último meio século (facto que só por ignorância ou má-fé pode ser contestado). Por isso, no próximo número da revista, teremos, logo a abrir, uma série de Textos e Testemunhos em sua Homenagem.
Para agendar um lançamento: novaaguia@gmail.com; 967044286.
MAPIÁGUIO (mapa de locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA): Albufeira, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guimarães, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
Nota: Muitos destes lançamentos, não só no país como por todo o espaço lusófono, só têm sido possíveis pelo apoio que a este projecto tem sido dado, desde a primeira hora, pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono. O nosso público reconhecimento por isso. Desta forma, a NOVA ÁGUIA tem tido uma projecção não apenas estritamente nacional mas lusófona.
PARA ASSINAR A NOVA ÁGUIA:
https://zefiro.pt/as-nossas-coleccoes-zefiro-revista-nova-aguia-assinaturas

14 comentários:
Não faz meu estilo, mas tiro meu chapéu a esta grande dama da música, também conhecida como a Rainha da voz.
Ótimo post, Sam, afinal, recordar é viver, e bem no fundo, todos nós somos de alguma forma, agentes da história.
beijinhos.
Porque você não faz um «Dalva 2» com algumas dessas fotos, nos explicando elas em legenda por baixo? ;)
Beijinho, gostei muito.
P. S. Não liga pra Bia... essa guria darkie até abana com kizomba angolana! JAJAJAJA!!!
P. P. S. Agora é que eu vi! Que é isso?? Foi no cabeleireiro de novo? LOL!!! Quando chegar na idade do teu papito, tu não vai ter cabelo, menina! :)=
Gostei da sugestão do Klatuu. boa idéia, faz as fotos sim.
JAJAJAJAJA...NÃO SOU APENAS EU QUE SE ABANA COM KIZOMBA ANGOLA.
hahahaaha Mas Biazinha tem razão Klatuu, não consigo imaginá-la ouvindo as músicas de dor-de -cotovelo da época. Tipo Errei sim. Atiraste uma pedra, Teu castigo, Meu último fracasso... Se bem que são bem darks, não? Talvez um remix rsrs. Tenho muitas fotos, sim. E o interessante que sendo a maior voz brasileira e uma das mais belas do mundo, não há um livro autobiográfico dela. Não há muitas referências... E ainda hoje procuram Nacib para informações para documentários de Canais universitários, peças teatrais, etc. Era uma mulher extraordinária, que não ligava para bens materiais e para os que a criticavam por sua boemia e comportamento fora dos padrões da época, como namorar homens mais jovens. Morreu pobre. Bom, com esses dados, ouvindo um remix, acho que Biazinha vai te-la como uma ídola dark rsrs.
Beijo procês.
Sam,
Eu até gosto das letras, mas não gosto muito do jeito deles cantarem. Há dois anos passo o carnaval com minha nanãe na cidade e vejo as cantoras de rádio, como Virgínia Lane(sempre desbocada e bradando aos 4 ventos o seu afair com Getúlio Vargas...muitos risos) ainda de perna de fora. Gosto das marchinhas e acho que o carnaval de verdade havia nessa época.
O klatuu é que é bobão...hahahaha!
Publique essas fotos sim. O klatuu é bobão, mas até que tem boas idéias...JAJAJAJAJA!
Beijinho.
Pare de me arranhar- Márcio Proença
Pare de me arranhar
A tua unha pode se quebrar
A minha pele pode se ofender
E o meu pêlo não voltar atrás
Se eu quiser vou ser bambuzal
Não vou ter medo do teu vendaval
Pra não vergar nem na hora da dor
De um adeus, mas vou dar
Um olá de adeus
Use a receita que o doutor te deu
Café, aspirina com colher de chá
De água de cheiro, emplastro sabiá
Mas pra saudade não tem hospital
Só tem um jeito de curar o mal
É só chorar, ver o tempo passar
Pra depois enxergar
O adeus, olá
Tome esse conselho meu:
Pare de me arranhar
Quer coisa mais dark que essa música? Ah, eu adoooro....hahahaha!
Essa eu aprendi com um pretendente de uma tia minha blogueira, ele deixou essa música...ó que coisa mais fofa:
Filme Nacional- Márcio Proença
Eu sei, não pode ser
O teu amor não é pra mim
Faço de conta que esqueci
Vou me virando aqui e ali
E se a tristeza me apanhar
Eu continuo a disfarçar
Mas se não der pra segurar
Eu pego um porre até cair, até cair
Cair no natural
Sem transmitir, sem fazer mal
Ela nem deve perceber
Que culpa tem ela de ser
A estrela mais que principal
De um filme simples, nacional
Visto por mim e mais ninguém
E pra que mais alguém...
Eu tentei adiconar esse compositor no My Space, mas ele não me deu a mínima bola, nem me aceitou.:( Fala sério, o coroa é bonitão, né?
JAJAJAJAJAJAJAJAJA!
Bom fiquei foi curiosa com o coroa bonitão kkkkkkkkkkkkkkkk. Vou ver se consigo a música com melodia.... Vc foi fundo...Virgínia Lane, A VEDETE DO BRASIL! Menina, sobre Getúlio ela só vive a dizer sobre o " causo deles". Esta vai ter na sua lápide a inscrição: Aqui jazz a vedete Virgínia Lane, as pernas do Brasil , que sassaricaram com Getúlio!
Getúlio morreu, as pernas empelancaram, mas na sua biografia é fato importante este "affair" ( pergunte a sua tia a tradução disso..bem antiguinho esse meu termo kkkkkk), mesmo porque com a democracia ela pode bradar aos quatro ventos que a barriguinha dele atrapalhava bem kkkkkkkkkkkkkk.
P.S Ela mora na cidade da minha mãe: Piraí, RJ.
♪ sassaricando....
Affair...hehehe, escrevi errado!
Olha, os dois anos que fui ver os cantores de rádio que se apresentam naquele palco organizado pela prefeitura, ela falou de seu caso com Getúlio Vargas, e ainda canta com as pernas de fora, mesmo puxando da bengala, e fala tanto palavrão que deixa qualquer papagaio de piada de salão bem suja ruborizado.
JAJAJAJAJA!
So agora vi, Bia. Tu és demais, miúda:)
Essa canção do Márcio Proença corta o coração de qualquer uma.
Mas esse meu pretendente foi muito pouco persistente. Não gosto de homens assim:))))))
O teu cabelo está giríssimo, não liga para o papito. Homens não percebem nada de questões de estética feminina:) Looooooooool
Estás giraça, mesmo.
Tá vendo, tia?Por isso que chamei o papito de bobo, minha força tá no meu cabelo, e além do mais, o papito não conhece a tecnologia que existe em termos de cosmética.
Falando em canções de dor-de-cotovelo há um rock pauleira do Paralamas do sucesso que foi transformado numa quase seresta:
MEU ERRO
Apesar de não gostar muito da voz fininha e enjoativa da Zizi Possi, essa música ficou muito bonita em dueto.
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