A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

COMUNICADO DO MIL

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Em virtude de uma reestruturação interna, após a saída voluntária (mas por razões diversas) de alguns membros, a Comissão Coordenadora do MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO ficou constituída pelas seguintes pessoas:

António José Borges
Casimiro Ceivães
Eurico Ribeiro
Francisco José Fadul
José Pires Freixeda
Renato Epifânio
Rui Martins

Esta Comissão Coordenadora compromete-se a continuar a respeitar a Declaração de Princípios e Objectivos do MIL e não renega – antes pelo contrário – nenhuma das causas que assumiu até ao momento (em Petições, Comunicados e noutras tomadas de posição), visando sempre o reforço dos laços entre os países lusófonos – numa óptica, portanto, trans-nacionalista –, reforço esse que, como desde o princípio defendemos, se deve realizar em todos os planos.

O MIL tem sido, pelo menos no espaço português, a voz pública que, de forma mais coerente e consequente, tem defendido a Convergência Lusófona.

Assim continuará a ser! Cada vez mais!

A Comissão Coordenadora do MIL

11 comentários:

Paulo Borges disse...

Claro, numa óptica nacionalista lusófona, que pressupõe a quimera de uma unidade transcendental e política entre nações com a mesma história, língua, tradição e cultura... Onde fica a diversidade das culturas indígenas africanas e brasileiras? Onde fica a abertura para outros espaços culturais, própria do universalismo português, a aventura rumo à alteridade?

Gato escondido com o rabo de fora. Puro neo-imperialismo lusocêntrico. Triste.

Rui Martins disse...

Discordo.
Nunca faria parte de qualquer movimento "nacionalista" e estou - como sempre estive - no MIL de corpo e alma.
Na Luso-FONIA cabem todas as culturas, etnias, sem aculturações forçadas ou desejáveis, mas integrando a diversidade, sem a anular. Quanto mais diverso, melhor. O monolitismo sempre foi o erro das "gentes altas e loiras" do Norte, nunca o traço dominante dos povos do sul e neles, de Portugal.
Quanto à abertura para outros espaços culturais, far-se-á naquilo que os portugueses de antanho sabiam fazer tão bem: Pontes. De diálogo e intercâmbio cultural e até económico.
Não há qualquer "neo-imperalismo lusocentrico" de Direita no MIL.
Quem o duvidar que leia os meus textos publicados neste mesmo espaço, antes de estabelecer juízos pré-concebidos.
Se aliás simpatizo com correntes partidárias é com o BE e com o PPA, hesitando entre os dois neste momento.

E sim: ainda faço parte da Comissão Coordenadora do MIL, razão pela respondi a este comentário.

Paulo Borges disse...

Clavis, sei que tens boas intenções, mas serás num ápice tragado, junto com as tuas ideias e ideais, pelo jogo de forças e de interesses em que te estás a meter!... Achas que o MIL e os governos das nações lusófonas se interessam minimamente pela redução do consumismo, por uma alternativa ao capitalismo e pela libertação dos seres, incluindo os animais!? Achas que algum político interessado na conquista do poder vai colher no ideário de Agostinho da Silva mais do que aquilo que lhe possa servir: neste caso a retórica patriótica e lusófona? Vês alguém, no MIL e neste blogue, interessado noutros paradigmas culturais? Vês alguém aí aberto às alteridades, disponível para outra coisa senão para o culto umbilical da sua própria tradição, história, língua e cultura? Vês alguém disposto a reflectir, a pôr-se em causa, a escutar opiniões diferentes? Vês alguém com espírito agostiniano?

Se pensas que sim, desculpa dizer-te mas é pura ingenuidade.

Edson Pelé disse...

De reizinho a moscardo...

Paulo Borges disse...

Apareceu o idiota de serviço...

Edson Pelé disse...

Está me confundindo consigo ou com o boneco de ventríloquo Rasputine?

Paulo Borges disse...

Aprecio muito os seus contributos para a Lusofonia. Parabéns.

Edson Pelé disse...

Igualmente. Mas não carece.

Rui Martins disse...

Paulo:
Não serei "tragado", certamente... garanto. Sigo pensando e agindo na mesma linha de sempre: Pensamento social e político de Agostinho e Economia de E.F.Schumacher.
Se alguém me "tragou" foram esses dois...

Os governos das nações lusófonas não se interessam minimamente pela redução do consumismo, por uma alternativa ao capitalismo e pela libertação dos seres, incluindo os animais, decerto. Mas podem fazâ-lo se o número suficiente de pessoas os pressionar a tal: esse pode ser o papel do MIL: ser um grupo de pressão para causas cívicas e apolíticas, porque transversais a todos os partidos.
Não devemos desistir de mudar o mundo. Isso querem "eles" que nos regem!

"Vês alguém aí aberto às alteridades, disponível para outra coisa senão para o culto umbilical da sua própria tradição, história, língua e cultura? Vês alguém disposto a reflectir, a pôr-se em causa, a escutar opiniões diferentes?"
-> Sim, vejo. Os teus posts e comentários são lidos e amplamente comentados. Não deves confundir "escutar" com "seguir". Escutar é ouvir dos dois lados, do pró e do contra. Se debato contigo é porque reconheço o teu valor, não te desprezo, ignorando o que escreves.

"Vês alguém com espírito agostiniano?"
> Sim. Muitas pessoas. Todas as que por aqui passam, de facto. Ninguém se pode atribuir o titulo de "legítimo" herdeiro do pensamento de ninguém... A todos ele nos influenciou e todos temos leituras diversas do seu pensamento, todas possíveis. Todas legítimas.

"Se pensas que sim, desculpa dizer-te mas é pura ingenuidade."
> Não sou ingénuo... mas gostaria! assim teria uns bons 20 anos a menos do que tenho hoje...

AAG News disse...

?
Poderiam explicar-me o que se passou ?

L+G

Renato Epifânio disse...

Caro Luís

Um dia falaremos sobre o assunto

Abraço MIL