A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

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Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Bom ano

A História ensina-nos a temer os patriotas caseiros e os emigrados sem memória.

Toda a Pátria é uma distância.

7 comentários:

Paulo Borges disse...

"Toda a Pátria é uma distância": magnífico! Sobretudo Portugal. Sobretudo de si a si mesma.

Não sei se concorda.

Ana Margarida Esteves disse...

O Portugal que existe, aquilo que cada um de nos e enquanto seres humanos, e uma obscenidade em relacao ao que poderia ser.

Renato Epifânio disse...

1. A Pátria é decerto uma distância. Entre o que há e o a haver...

2. Mas é também, desde logo, um enfoque. Por isso o seu olhar é, desde logo, uma perspectiva, uma visão. Enquanto tal, nunca inteiramente neutra...

3. Equivale isto a dizer que, por exemplo, uma perspectiva lusófona sobre o mundo, sendo lusofonamente internacional, nunca poderá ser simplesmente internacionalista...

Bem (re)vindo, Casimiro! Um Bom Ano também para ti...

Casimiro Ceivães disse...

Dito assim, Paulo, concordo pois. Sobretudo Portugal - nascido do amor que há entre a terra e o mar como o cantor negro do Régio do amor que há entre Deus e o Diabo.

Mas há um amor em que a distância se anula e consome.

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Ana Margarida, tudo na terra é uma obscenidade em relação ao que poderia ser.

Dito à maneira do Séc. XIX: eu posso escolher entre ver a Vitória de Samotrácia, com as suas asas magníficas, em cada mulher que por mim passa; ou ver a mulher do lado com o seu rosto bexigoso em cada Vitória alada.

E daí, desse meu olhar - nasce a vida e a alma inteira.

Ou não.

Casimiro Ceivães disse...

Caro Renato, respondi antes de ler o teu comentário - mas no que disse à Ana Margarida está um pouco do que escreveste já.

Sim, não há distância que não seja um olhar, e o olhar situa - enfoque.

Por isso a bruma que tanto exalta alguns de nós, por isso a cautela com a bruma, que é herança e aviso de todos os marinheiros que fomos: a bruma não deixa olhar senão para si.

"Cuidado", como cantava a Teresa Salgueiro.

Abraço

Renato Epifânio disse...

Essa vale bem um poema...

Abraço MIL

Paulo Borges disse...

A meu ver a perspectiva lusófona sobre o mundo só pode ser trans-nacional, na mesma medida em que toda a perspectiva aspira a ser visão para além de toda a perspectiva... Não há que fazer nossa a Distância, como disse Pessoa, mas antes deixar que ela nos aproprie à Alteridade que nela nos convoca.