Só se pode entender a atitute da APEL, contra o acordo ortográfico, pelo pânico que sente ao ver que uma edição pode ser muito mais bem feita no Brasil e distribuida em Portugal por menos dinheiro e com mais qualidade que em Portugal, sendo prefeitamente inteligível e num Português mais criativo.
L+G
A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.
Donde vimos, para onde vamos...
Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)
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6 comentários:
Ai e que esta mesmo o busilis da questao!
As "panelinhas" sempre foram o grande problema de Portugal.
Espero sinceramente que isto nao se torna em mais uma "piada de Portugues" em terras de Vera Cruaz ...
Ana , isso não é bem assim ... as panelinhas existem muito mais no Brasil do que cá .
A questão da Apel não me parece que seja económica , assim como a minha também não é .
Julgo que qq Português , não Pode , não Quer , não Aceita escrever brasileiro como se estivesse a pensar em Português ...
LG , o que é isso do Português mais criativo?!?
Português JÁ é criativo por Natureza !
Rogério Maciel
Muito sinceramente, nao acho que seja o abandonar de certas consoantes mudas que vai dar cabo da especificidade do "Portugues Europeu".
Vejam-se as expressoes idiomaticas e as diferencas de vocabulario entre Portugal e o Brasil: O Acordo Ortografico nao vai de maneira nenhuma acabar com isso.
Que me perdoem os puristas da ortografia: Estou a escrever dde um teclado Norte-americano que nao tem acentos naem cedilhas.
Ontem na RTPN, o embaixador do Brasil em Portugal, depois de ripostar e bem, à imbecilidade do presidente da APEL, que dava exemplos de oralidades regionais quando se estava a falar de ortografia, com a repôrter sempre parcial também contra o acordo, sintetizou a posição da APEL, como defensora de interesses estritamente comerciais, acerca do acordo ortográfico, e essa é que é a verdade.
L+G
"Prefeito, prefeito"!..
Nunca li tamanha barbaridade.
Soubesse o senhor o que passam os portugueses com a vigarice editorial dos brasileiros.. E incompetência. Se conhecesse o mercado estava era calado.
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