A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.
Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".
Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".
Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)
Albufeira, Alcáçovas, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Alverca, Amadora, Amarante, Angra do Heroísmo, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belmonte, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Bombarral, Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Ermesinde, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Famalicão, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), Guarda, Guimarães, Idanha-a-Nova, João Pessoa (Brasil), Juiz de Fora (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mafra, Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Mirandela, Montargil, Montijo, Murtosa, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pinhel, Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Sagres, Santarém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Teresina (Brasil), Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vigo (Galiza), Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de Foz Côa, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.
Mostrar mensagens com a etiqueta China. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta China. Mostrar todas as mensagens
domingo, 3 de outubro de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Ramos-Horta - a vergonha de um Nobel da Paz

Quando os interesses estratégicos ultrapassam a ética de responsabilidade internacional implicada pelo respeito dos Direitos Humanos, perde-se a consideração pelos que assumem esta postura ou, no mínimo, é legítima a dúvida sobre a sua autenticidade e honestidade motivacional em eventuais momentos em que os mesmos protagonistas possam ter apelado a causas desta dignidade.
É o caso de Ramos-Horta que, na qualidade de Presidente de Timor-Leste, afirmou, em declarações à Lusa, reconhecer "legitimidade à soberania chinesa em relação ao Tibete" apesar, disse, de admirar o Dalai-Lama por condenar actos de violência no território tibetano. As declarações de Ramos-Horta merecem o repúdio de todos os pacifistas do mundo, por várias razões: a) decorrerem de interesses estratégicos de natureza económica e comercial; b) serem proferidas por um homem que foi agraciado com o Prémio Nobel da Paz; c) denotarem a hipocrisia na avaliação de situações em que se está ou não, pessoalmente envolvido... porque, até por evidentes razões históricas, Timor não merecia mais a independência do que a merece o Tibete.
A este propósito, relembro, por um lado, que a ONU, em 3 Resoluções datadas, respectivamente, de 1959, 1961 e 1965, reconheceu os tibetanos como "privados do seu direito à auto-determinação" e que, por outro lado, a impossibilidade de, até hoje, o Tibete ser internacionalmente reconhecido como nação soberana, se deve, exclusivamente, à correlação de forças e interesses dos vários países em relação à China... apesar de toda a violência a que o seu povo tem sido sujeito pelas autoridades chinesas! Para ostensiva violação dos Direitos Humanos já bastava... escusava Ramos-Horta de vir fazer o favor ao Governo Chinês de, como Presidente de um país, se prestar a fazer declarações deste inqualificável teor, apenas e só para, a troco de algumas vantagens económicas a preço de saldo, os chineses exibirem a relativização do apoio de Barack Obama, Presidente dos Estados Unidos, à causa tibetana.
Publicado por Ana Paula Fitas em:
anapaulafitas.blogspot.com
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Assim se mente lusofonamente: que vergonha, Ramos-Horta!
É triste ver como um Prémio Nobel da Paz, Presidente de uma nação outrora ocupada e oprimida, que moveu a solidariedade internacional, se torna conivente com a invasão chinesa do Tibete, ao ponto de mentir descaradamente, negando todos os factos históricos... A China tudo compra, até as consciências! São estas colunas vergadas os representantes da lusofonia!?...
Ontem por Timor, hoje pelo Tibete!
....
"O presidente de Timor-Leste e Nobel da Paz José Ramos-Horta disse hoje que a principal virtude de Dalai Lama é ser contra qualquer ato de violência no Tibete, mas que a admiração por ele não retira a legitimidade da soberania chinesa.
Nas vésperas da passagem dos 70 anos sobre a entronização do Dalai Lama, Ramos-Horta recusa qualquer comparação da situação no Tibete com o seu país, afirmando que “quer a questão do Tibete, quer a questão de Taiwan, são territórios chineses sobre os quais a China sempre teve soberania histórica ao longo de séculos”.
“Factos internos que hoje ocorrem nas províncias chinesas do Tibete ou de Taiwan, que têm a ver com reivindicações de um grupo ou outro, não podem afetar a soberania da China nessas duas províncias”, comenta.
Afirmando que “a admiração que muitos milhões de pessoas pelo mundo nutrem pelo Dalai Lama, enquanto líder espiritual budista, não retira legitimidade à soberania chinesa em relação ao Tibete, tal como a Taiwan”, o Presidente timorense vinca que a posição de Timor-Leste como Estado é “absolutamente clara” nas duas questões.
“Timor-Leste prossegue a política de uma China indivisível com o governo em Pequim. A China é um mosaico de grupos étnicos e o facto de num país existir um grupo com uma cultura distinta não quer dizer que por isso tenha de ser independente”, diz.
O Presidente de Timor-Leste sustenta que nem a independência do Tibete é uma pretensão do Dalai Lama: “Ele não quer a independência do Tibete. Defende apenas alguma autonomia limitada no plano cultural e religioso”.
“Essas reivindicações devem ser discutidas com as autoridades chinesas e tem havido enviados especiais do Dalai Lama a Pequim, por diversas vezes, para tentar encontrar um acordo que possa satisfazer as aspirações do Dalai Lama, no tocante a essa questão restrita que é a autonomia cultural e religiosa, dentro da República Popular da China”, refere.
Sobre a personalidade do líder espiritual tibetano, Ramos-Horta diz ser “uma pessoa extremamente simpática, que nutre pela China uma enorme admiração e afeição”.
“Creio que a grande virtude do Dalai Lama, reconhecida pela comunidade internacional e que a própria China reconhece, será o facto de que ele se opõe à separação do Tibete da China e a todo e qualquer ato de violência no Tibete. Ele quer a vivência totalmente pacífica entre a minoria tibetana e a maioria de todos os outros grupos que vivem no Tibete”, conclui".
Publicado em:
umoutroportugal.blogspot.com
Ontem por Timor, hoje pelo Tibete!
....
"O presidente de Timor-Leste e Nobel da Paz José Ramos-Horta disse hoje que a principal virtude de Dalai Lama é ser contra qualquer ato de violência no Tibete, mas que a admiração por ele não retira a legitimidade da soberania chinesa.
Nas vésperas da passagem dos 70 anos sobre a entronização do Dalai Lama, Ramos-Horta recusa qualquer comparação da situação no Tibete com o seu país, afirmando que “quer a questão do Tibete, quer a questão de Taiwan, são territórios chineses sobre os quais a China sempre teve soberania histórica ao longo de séculos”.
“Factos internos que hoje ocorrem nas províncias chinesas do Tibete ou de Taiwan, que têm a ver com reivindicações de um grupo ou outro, não podem afetar a soberania da China nessas duas províncias”, comenta.
Afirmando que “a admiração que muitos milhões de pessoas pelo mundo nutrem pelo Dalai Lama, enquanto líder espiritual budista, não retira legitimidade à soberania chinesa em relação ao Tibete, tal como a Taiwan”, o Presidente timorense vinca que a posição de Timor-Leste como Estado é “absolutamente clara” nas duas questões.
“Timor-Leste prossegue a política de uma China indivisível com o governo em Pequim. A China é um mosaico de grupos étnicos e o facto de num país existir um grupo com uma cultura distinta não quer dizer que por isso tenha de ser independente”, diz.
O Presidente de Timor-Leste sustenta que nem a independência do Tibete é uma pretensão do Dalai Lama: “Ele não quer a independência do Tibete. Defende apenas alguma autonomia limitada no plano cultural e religioso”.
“Essas reivindicações devem ser discutidas com as autoridades chinesas e tem havido enviados especiais do Dalai Lama a Pequim, por diversas vezes, para tentar encontrar um acordo que possa satisfazer as aspirações do Dalai Lama, no tocante a essa questão restrita que é a autonomia cultural e religiosa, dentro da República Popular da China”, refere.
Sobre a personalidade do líder espiritual tibetano, Ramos-Horta diz ser “uma pessoa extremamente simpática, que nutre pela China uma enorme admiração e afeição”.
“Creio que a grande virtude do Dalai Lama, reconhecida pela comunidade internacional e que a própria China reconhece, será o facto de que ele se opõe à separação do Tibete da China e a todo e qualquer ato de violência no Tibete. Ele quer a vivência totalmente pacífica entre a minoria tibetana e a maioria de todos os outros grupos que vivem no Tibete”, conclui".
Publicado em:
umoutroportugal.blogspot.com
domingo, 20 de dezembro de 2009
20 de Dezembro

A soberania portuguesa de Macau é entregue à China (1999) e morre Artur Paredes (1980)
Para ler no MILhafre:
http://mil-hafre.blogspot.com/2009/12/soberania-portuguesa-de-macau-e.html
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Angola é o maior parceiro comercial da China em África
.
Angola é o maior parceiro comercial da China em África e o segundo a nível mundial, num intercâmbio económico que atingiu cerca de 25 mil milhões e 31 milhões de dólares norte-americanos durante o ano de 2008, informou hoje (sexta-feira) à Angop, em Luanda, o embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da China no país, Zhang Bolun.
De acordo com o diplomata chinês, apesar da crise financeira internacional as trocas comerciais entre os dois países registaram um significativo aumento nos últimos anos.
No conjunto dos produtos transaccionados entre os dois países, o petróleo angolano aparece com maior força nas somas comerciais, representando cerca de 16 por cento da totalidade das importações da China, avançou Zhang Bolun.
Relativamente ao investimento privado, o diplomata informou que o número de empreiteiros chineses deverá aumentar no próximo ano em domínios como agricultura, indústria alimentar, madeireira e tecnologia de informação.
Além das obras públicas, Angola e China podem estabelecer uma cooperação construtiva em outros domínios estratégicos, afirmou o embaixador Zhang Bolun, sem contudo especificar os domínios.
Com uma população estimada em mais de 1,32 biliões de habitantes, a China comemora a 1 de Outubro próximo o seu dia nacional, proclamado por Mao Tse-Tung.
Fonte: http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=23963&catogory=Angola
Angola é o maior parceiro comercial da China em África e o segundo a nível mundial, num intercâmbio económico que atingiu cerca de 25 mil milhões e 31 milhões de dólares norte-americanos durante o ano de 2008, informou hoje (sexta-feira) à Angop, em Luanda, o embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da China no país, Zhang Bolun.
De acordo com o diplomata chinês, apesar da crise financeira internacional as trocas comerciais entre os dois países registaram um significativo aumento nos últimos anos.
No conjunto dos produtos transaccionados entre os dois países, o petróleo angolano aparece com maior força nas somas comerciais, representando cerca de 16 por cento da totalidade das importações da China, avançou Zhang Bolun.
Relativamente ao investimento privado, o diplomata informou que o número de empreiteiros chineses deverá aumentar no próximo ano em domínios como agricultura, indústria alimentar, madeireira e tecnologia de informação.
Além das obras públicas, Angola e China podem estabelecer uma cooperação construtiva em outros domínios estratégicos, afirmou o embaixador Zhang Bolun, sem contudo especificar os domínios.
Com uma população estimada em mais de 1,32 biliões de habitantes, a China comemora a 1 de Outubro próximo o seu dia nacional, proclamado por Mao Tse-Tung.
Fonte: http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=23963&catogory=Angola
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
China dá à Guiné-Bissau mais de 6 milhões de euros para diferentes áreas
.
O ministro-adjunto dos Negócios Estrangeiros da China, Xhai Jun, e o ministro da Defesa da Guiné-Bissau, Artur Silva, assinaram documentos de cooperação técnica, assistência alimentar e financeira, orçados em mais de seis milhões de euros.
"Constitui para mim uma satisfação muito particular ter esta oportunidade de assinar em nome do Governo da China o protocolo de cooperação técnica entre a China e a Guiné-Bissau e um documento sobre o fornecimento de assistência em alimentação", afirma o governante chinês.
"Queria salientar que escassos dias depois da tomada de posse do Presidente (Malam Bacai) Sanhá, o Governo chinês enviou-me para efectuar esta visita, que é um símbolo para demonstrar a importância que a China atribuiu à relação bilateral com a Guiné-Bissau", salienta Xhai Jun.
O ministro chinês sublinha ainda a "vontade forte" do Governo da China de continuar a desenvolver as relações de cooperação bilateral.
"Estou convicto de que a visita de trabalho que vossa excelência efectua ao nosso país irá sem dúvida relançar as excelentes relações já existentes entre os nossos países para patamares mais altos", afirmou por seu lado o ministro da Defesa guineense, Artur Silva, em substituição da chefe da diplomacia do país, que está em Nova Iorque para participar na Assembleia-Geral da ONU.
No seu discurso o ministro da Defesa guineense pediu apoio ao Governo chinês para a "construção da cidade judiciária, cujo projecto técnico se encontra em fase de finalização, assim como a recuperação do Palácio Presidencial, destruído durante o conflito político-militar de 1998".
A assistência alimentar dada pelo Governo chinês à Guiné-Bissau está orçada em 998.000 euros e o apoio financeiro em 5,9 milhões de euros.
O ministro-adjunto chinês chegou domingo à Guiné-Bissau para uma viagem de trabalho, que termina segunda-feira com visitas às obras, financiadas por Pequim, do Palácio do Governo e do Hospital Militar.
Xhai Jun reúne-se com o vice-presidente do parlamento guineense e fará uma visita de cortesia ao Presidente Malam Bacai Sanhá.
Zhai Jun iniciou quinta-feira uma deslocação por quatro países africanos que teve início na África do Sul.
Além da África do Sul e Guiné-Bissau, Zhai Jun desloca-se também a Cabo Verde e à Mauritânia para "aprofundar relações bilaterais".
A China tem uma presença cada vez maior em África e em 2008 o comércio com o continente africano atingiu a soma recorde de 72,5 mil milhões de euros.
Na Guiné-Bissau a cooperação chinesa incide principalmente na construção de várias infra-estruturas e nas pescas.
Fonte: http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=23929&catogory=Guiné%20Bissau
O ministro-adjunto dos Negócios Estrangeiros da China, Xhai Jun, e o ministro da Defesa da Guiné-Bissau, Artur Silva, assinaram documentos de cooperação técnica, assistência alimentar e financeira, orçados em mais de seis milhões de euros.
"Constitui para mim uma satisfação muito particular ter esta oportunidade de assinar em nome do Governo da China o protocolo de cooperação técnica entre a China e a Guiné-Bissau e um documento sobre o fornecimento de assistência em alimentação", afirma o governante chinês.
"Queria salientar que escassos dias depois da tomada de posse do Presidente (Malam Bacai) Sanhá, o Governo chinês enviou-me para efectuar esta visita, que é um símbolo para demonstrar a importância que a China atribuiu à relação bilateral com a Guiné-Bissau", salienta Xhai Jun.
O ministro chinês sublinha ainda a "vontade forte" do Governo da China de continuar a desenvolver as relações de cooperação bilateral.
"Estou convicto de que a visita de trabalho que vossa excelência efectua ao nosso país irá sem dúvida relançar as excelentes relações já existentes entre os nossos países para patamares mais altos", afirmou por seu lado o ministro da Defesa guineense, Artur Silva, em substituição da chefe da diplomacia do país, que está em Nova Iorque para participar na Assembleia-Geral da ONU.
No seu discurso o ministro da Defesa guineense pediu apoio ao Governo chinês para a "construção da cidade judiciária, cujo projecto técnico se encontra em fase de finalização, assim como a recuperação do Palácio Presidencial, destruído durante o conflito político-militar de 1998".
A assistência alimentar dada pelo Governo chinês à Guiné-Bissau está orçada em 998.000 euros e o apoio financeiro em 5,9 milhões de euros.
O ministro-adjunto chinês chegou domingo à Guiné-Bissau para uma viagem de trabalho, que termina segunda-feira com visitas às obras, financiadas por Pequim, do Palácio do Governo e do Hospital Militar.
Xhai Jun reúne-se com o vice-presidente do parlamento guineense e fará uma visita de cortesia ao Presidente Malam Bacai Sanhá.
Zhai Jun iniciou quinta-feira uma deslocação por quatro países africanos que teve início na África do Sul.
Além da África do Sul e Guiné-Bissau, Zhai Jun desloca-se também a Cabo Verde e à Mauritânia para "aprofundar relações bilaterais".
A China tem uma presença cada vez maior em África e em 2008 o comércio com o continente africano atingiu a soma recorde de 72,5 mil milhões de euros.
Na Guiné-Bissau a cooperação chinesa incide principalmente na construção de várias infra-estruturas e nas pescas.
Fonte: http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=23929&catogory=Guiné%20Bissau
quinta-feira, 9 de julho de 2009
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Sobre a nação uigur...
.
"Políticos e organizações de direitos humanos de todo o mundo foram activos em nome do Tibete. As condições da nação uigur são muito semelhantes. Mas o interesse exterior nos dois, apesar de sermos literalmente vizinhos e partilharmos uma fronteira comum, e ambos sob ocupação chinesa, não podia ser mais diferente."
Rebya Kadder (in Público, 07.07.09)
"Políticos e organizações de direitos humanos de todo o mundo foram activos em nome do Tibete. As condições da nação uigur são muito semelhantes. Mas o interesse exterior nos dois, apesar de sermos literalmente vizinhos e partilharmos uma fronteira comum, e ambos sob ocupação chinesa, não podia ser mais diferente."
Rebya Kadder (in Público, 07.07.09)
terça-feira, 16 de junho de 2009
Não querendo que me faça espécie, vamos lá ver no que vai dar...
Mais um país..., num país onde os chineses vão casando com as timorenses e cumprem os seus desígnios... comerciais...
Enfim, mais do mesmo.
A ver... Desejo estar errado.
«China interessada no sector dos petróleos de Timor-Leste [ 2009-06-16 ]
Díli, Timor-Leste, 16 Jun - O ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, Zacarias da Costa, disse segunda-feira em Díli ter discutido durante a sua deslocação à China a possível cooperação chinesa no sector dos hidrocarbonetos. "O presidente Hu Jintao reconheceu que Timor-Leste é um país rico em petróleo, gás e recursos naturais que interessam à China e Timor-Leste também está interessado numa parceria estratégica como a China”, acentuou, lembrando que os negócios nortearam o seu périplo de uma semana. O envolvimento chinês "poderá passar pela construção do gasoduto para Timor-Leste, se for possível negociar com a Austrália, e pelo estabelecimento de uma zona de apoio em Suai (sul)”, adiantou à agência noticiosa portuguesa Lusa.O ministro adiantou estarem ainda em jogo “refinarias e de toda a infra-estrutura necessária ao sector, tanto em terra como no mar”.O ministro dos Negócios Estrangeiros lembrou que o país “já tem um parceiro estratégico, a Petronas, da Malásia, bem como um bom grupo de apoio na Coreia do Sul, liderado pela Korgaz”.Em 2002, realçou, a Petrochina enviou uma missão à região, para um levantamento e estudos em terra.Na altura, foi celebrado um acordo bilateral, estando prevista para breve a deslocação de uma nova missão empresarial chinesa a Timor-Leste, com o objectivo de discutir com o Governo o envolvimento no sector, adiantou o chefe da diplomacia timorense.Zacarias da Costa valorizou ainda a exportação de mais de uma centena de produtos timorenses para a China, fruto de um acordo bilateral assinado em 2008. (macauhub)»
Enfim, mais do mesmo.
A ver... Desejo estar errado.
«China interessada no sector dos petróleos de Timor-Leste [ 2009-06-16 ]
Díli, Timor-Leste, 16 Jun - O ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, Zacarias da Costa, disse segunda-feira em Díli ter discutido durante a sua deslocação à China a possível cooperação chinesa no sector dos hidrocarbonetos. "O presidente Hu Jintao reconheceu que Timor-Leste é um país rico em petróleo, gás e recursos naturais que interessam à China e Timor-Leste também está interessado numa parceria estratégica como a China”, acentuou, lembrando que os negócios nortearam o seu périplo de uma semana. O envolvimento chinês "poderá passar pela construção do gasoduto para Timor-Leste, se for possível negociar com a Austrália, e pelo estabelecimento de uma zona de apoio em Suai (sul)”, adiantou à agência noticiosa portuguesa Lusa.O ministro adiantou estarem ainda em jogo “refinarias e de toda a infra-estrutura necessária ao sector, tanto em terra como no mar”.O ministro dos Negócios Estrangeiros lembrou que o país “já tem um parceiro estratégico, a Petronas, da Malásia, bem como um bom grupo de apoio na Coreia do Sul, liderado pela Korgaz”.Em 2002, realçou, a Petrochina enviou uma missão à região, para um levantamento e estudos em terra.Na altura, foi celebrado um acordo bilateral, estando prevista para breve a deslocação de uma nova missão empresarial chinesa a Timor-Leste, com o objectivo de discutir com o Governo o envolvimento no sector, adiantou o chefe da diplomacia timorense.Zacarias da Costa valorizou ainda a exportação de mais de uma centena de produtos timorenses para a China, fruto de um acordo bilateral assinado em 2008. (macauhub)»
quarta-feira, 3 de junho de 2009
4 de Junho - Rossio - 18.30 - Tiananmen: 20 anos depois
Acções no dia 4 de Junho de 2009
O Governo Chinês tem-se recusado a levar a cabo um inquérito aberto, independente e imparcial aos acontecimentos dos dias 3-4 de Junho, apesar dos apelos dos governos estrangeiros. Mas é necessário que a justiça acabe por prevalecer e que as vítimas não sejam esquecidas. Nesse sentido a Amnistia Internacional - Secção Portuguesa promove várias acções públicas no próximo dia 4 de Junho, 5ª feira, à qual várias estruturas já demonstraram interesse em se associar:
Acção em Lisboa:
Pretende-se alertar o público em geral e a Embaixada da China em Portugal para a necessidade de fazer justiça às vítimas do 4 de Junho de 1989 e para que acabem as perseguições a todos aqueles que têm tentado lembrá-las, dentro da China. Também se pretende fazer uma homenagem às Mães de Tiananmen, cujos filhos foram mortos durante aqueles acontecimentos e que durante anos e anos tiveram de esconder a sua dor.
A acção a levar a cabo pelo CoGrupo da China, com início às 18h 30mn do dia 4 de Junho, no Rossio, consiste em tentar reproduzir a ocupação da Praça de Tiananmen pelas tropas e consequente brutal repressão:
Voluntários envergando camisolas brancas com dizeres em chinês e em português exigindo “Nunca Esqueçam”, o “Contem a Verdade”, “Faça-se Justiça”, e com uma faixa branca atada na cabeça surgem em uma Praça de Lisboa (talvez o Rossio) e logo se seguem outros voluntários que simulam soldados, com camisolas pretas com uma estrela vermelha, segurando uma espingarda AK 47 (fabricada em polipropileno alveolar e com a imagem da espingarda colada dos 2 lados) e um cartaz com um tanque de guerra desenhado que simulam descargas de balas. Os estudantes caem no chão e a seguir, perto mas não junto a eles., voluntárias depositaram no chão, 6 rosas brancas e 4 vermelhas. Estas flores são o símbolo das Mães de Tiananmen. As rosas brancas representam a pureza do coração dos mortos em Tiananmen e as vermelhas a sua paixão. O número 6 por ser relativo ao mês 6 - Junho e 4 ao dia do mês.
O Governo Chinês tem-se recusado a levar a cabo um inquérito aberto, independente e imparcial aos acontecimentos dos dias 3-4 de Junho, apesar dos apelos dos governos estrangeiros. Mas é necessário que a justiça acabe por prevalecer e que as vítimas não sejam esquecidas. Nesse sentido a Amnistia Internacional - Secção Portuguesa promove várias acções públicas no próximo dia 4 de Junho, 5ª feira, à qual várias estruturas já demonstraram interesse em se associar:
Acção em Lisboa:
Pretende-se alertar o público em geral e a Embaixada da China em Portugal para a necessidade de fazer justiça às vítimas do 4 de Junho de 1989 e para que acabem as perseguições a todos aqueles que têm tentado lembrá-las, dentro da China. Também se pretende fazer uma homenagem às Mães de Tiananmen, cujos filhos foram mortos durante aqueles acontecimentos e que durante anos e anos tiveram de esconder a sua dor.
A acção a levar a cabo pelo CoGrupo da China, com início às 18h 30mn do dia 4 de Junho, no Rossio, consiste em tentar reproduzir a ocupação da Praça de Tiananmen pelas tropas e consequente brutal repressão:
Voluntários envergando camisolas brancas com dizeres em chinês e em português exigindo “Nunca Esqueçam”, o “Contem a Verdade”, “Faça-se Justiça”, e com uma faixa branca atada na cabeça surgem em uma Praça de Lisboa (talvez o Rossio) e logo se seguem outros voluntários que simulam soldados, com camisolas pretas com uma estrela vermelha, segurando uma espingarda AK 47 (fabricada em polipropileno alveolar e com a imagem da espingarda colada dos 2 lados) e um cartaz com um tanque de guerra desenhado que simulam descargas de balas. Os estudantes caem no chão e a seguir, perto mas não junto a eles., voluntárias depositaram no chão, 6 rosas brancas e 4 vermelhas. Estas flores são o símbolo das Mães de Tiananmen. As rosas brancas representam a pureza do coração dos mortos em Tiananmen e as vermelhas a sua paixão. O número 6 por ser relativo ao mês 6 - Junho e 4 ao dia do mês.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Tiananmem, 20 anos...
.
Caros Amigos.
Agradecendo desde já a vossa disponibilidade, venho por este meio informar que já estão a circular as petições relativas à condenação dos massacres na praça de Tiananmem .
Já se passaram 20 anos e ainda hoje a repressão do governo chinês relativamente a este tema, ( principalmente sobre a população estudantil ), ainda se faz sentir.
Aqui ficam os link´s relativos ás petições.
Muito obrigado pelo vosso tempo
Filipe Gomes
http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=868&Itemid=133 (Petição)
http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=869&Itemid=133 (Acção 4 de Junho)
E aqui vai o link
http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=868&Itemid=133
Caros Amigos.
Agradecendo desde já a vossa disponibilidade, venho por este meio informar que já estão a circular as petições relativas à condenação dos massacres na praça de Tiananmem .
Já se passaram 20 anos e ainda hoje a repressão do governo chinês relativamente a este tema, ( principalmente sobre a população estudantil ), ainda se faz sentir.
Aqui ficam os link´s relativos ás petições.
Muito obrigado pelo vosso tempo
Filipe Gomes
http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=868&Itemid=133 (Petição)
http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=869&Itemid=133 (Acção 4 de Junho)
E aqui vai o link
http://www.amnistia-internacional.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=868&Itemid=133
domingo, 8 de junho de 2008
ANTÍDOTO PARA OS TORPORES DE DOMINGO
I will believe in the death penalty when you will prove to me the infallibility of human beings.
Marquis de Lafayette
Many that live deserve death. And some die that deserve life. Can you give it to them? Then be not too eager to deal out death in the name of justice, fearing for your own safety. Even the wise cannot see all ends.
J. R. R. Tolkien
domingo, 27 de abril de 2008
Petição ONLINE: Pelo BOICOTE às emissões televisivas dos Jogos Olímpicos de Pequim
(http://www.pbs.org)
Contra a utilização dos Jogos Olímpicos como uma ferramenta de propaganda de um dos regimes mais autoritários do mundo, que apoia outras tiranias como a do regime sudanês, da ditadura militar de Burma, o regime da ZANU-FP do Zimbabwe e que age de forma predatória contra os recursos naturais do planeta sendo hoje o seu maior poluidor. Contra um regime que usa contra o seu próprio povo da censura, de prisões arbitrárias e por delito de opinião e que executa por ano mais de 8 mil dos seus cidadãos.Pelo povo tibetano, vítima de um terror constante e de um genocídio cultural e social violento e implacável.
Não consintamos que a arrogância do regime chinês utilize a chama olímpica e os seus Jogos como um intrumento de afirmação:MUDE DE CANAL quando vir emissões dos Jogos Olímpicos de Pequim. Não alimente esta arrogância assassina, nem as multinacionais que com a sua publicidade insensível a alimentam.
Faça ZAP e...
Faça ZAP e...
sábado, 29 de março de 2008
A democracia vermelha

«O governo chinês opõe-se a que o Dalai Lama tenha qualquer tipo de contacto oficial com o governo francês e com qualquer país» afirmou o ministro dos negócios estrangeiros chinês, Oin Gang.
O governo chinês pretende agora dar ordens a governos soberanos. Vai transformar a ditadura sobre o proletariado na ditadura sobre todo o mundo.
É importante dar uma boa lição a esta nova ordem mundial. Subscrevam e divulguem as petições. Boicotem os produtos chineses. Participem nas manifestações. Ajudem a reduzir a nada os Jogos Olímpicos, desliguem a televisão.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



