Cerimónia de Apresentação dos mais recentes livros de Fernanda de Castro, editados pela Fundação António Quadros, MEMÓRIAS (1906-1987) [com índice remissivo] e NÁUFRAGOS. Peça de Teatro em 3 actos [com estudos e documentos sobre a obra dramatúrgica da autora].
Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".
Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".
Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)
terça-feira, 3 de dezembro de 2024
7 de Dezembro: HOMENAGEM A FERNANDA DE CASTRO
domingo, 25 de agosto de 2024
Na NOVA ÁGUIA 34: sobre Fernanda de Castro...
FERNANDA DE CASTRO, DE ALMA EM FLOR, LIBERTA NUM GOLPE DE ASA HÁ
TRINTA ANOS
Mafalda Ferro
Fernanda de Castro morreu de morte natural no dia 19 de Dezembro de 1994. Foi a enterrar no cemitério do Alto de São João onde se encontram já o seu marido e o filho mais velho. No entanto, ao contrário deles que descansam no jazigo de família, Fernanda de Castro pediu para ser enterrada na terra em contacto com a natureza que tanto amou.
Sem lápides, sem chumbo, sem jazigo; | caixão de tábuas,
derradeira casa, | onde repousarei, frágil abrigo, | até me libertar num golpe
de asa.
Então, quando estiver a sós comigo, | que ninguém chore porque o
choro atrasa, | mas que alguém, se quiser, num gesto amigo, | ponha roseiras
sobre a campa rasa.
Será medo o que sinto? Não é medo. | Serei, não serei digna do
Segredo? | Ah, meu Deus, para lá das nebulosas,
Mereça ou não a expiação, a dor, | entrego-Te a minha alma sem
temor. | O que resta, o que sobrar, é para as rosas.
Fernanda de Castro, «Testamento», em "70 Anos de Poesia", 1989.
terça-feira, 7 de julho de 2020
Sobre Fernanda de Castro, na NOVA ÁGUIA 26...
Raul Lino

