A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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sábado, 29 de novembro de 2008

Para o Zé

Segui com algum interesse a tua candidatura à Câmara Municipal de Lisboa. Sobretudo pelo facto de teres conseguido reunir em torno de ti pessoas das mais diversas proveniências ideológicas. Como sou, por natureza, anti-sectário e anti-maniqueísta, não podia deixar de valorizar esse facto.

Ao mesmo tempo, contudo, logo adivinhei o pior, ao teres como suporte partidário o Bloco de Esquerda, provavelmente o partido político português mais sectário e maniqueísta, não obstante aquele (postiço) ar moderno com que (ainda) vai enganando os mais pobres de espírito…

Estava-se mesmo a ver que, mais cedo ou mais tarde, te iam tirar o tapete.

Para a próxima, escolhe melhor…

Com um Abraço

terça-feira, 2 de setembro de 2008

COMENTÁRIO AO POST Querem ser melhor retratados?


Oportuno, não pelo que parece ser a temática da peça: a corrupção numa «Lisboa decadente que já foi a capital de um império», mas, sim, por tornar tão claro o compadrio que existe entre uma certa Esquerda e a visão de um certo Islão acerca da Europa e de Portugal!

Este é o Al-Andaluz de que não temos falta: somos arábicos de pleno direito histórico – o da história da civilização de excelência, tolerância, supremo conhecimento, arte, filosofia, astronomia, matemática, geometria, poesia e elegância que foram os dos Reinos Taifas; «somente» o melhor momento da Civilização Islâmica, a dos Príncipes Perfeitos, como Al-Mutamid, nascido em Beja, Príncipe de Silves, Rei de Sevilha, que tomava por esposas, cristãs, bebia vinho e não perdia uma boa conversa sobre o Ser e o Nada.

O que mais me espanta numa certa Esquerda não é a sua demagogia alarve, nem a suspeita de traição – é mesmo a sua tamanha falta de cultura!


Klatuu Niktos