A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

In NOVA ÁGUIA 37: sobre Amorim de Carvalho...

 

NO 50.° ANO DA MORTE DE AMORIM DE CARVALHO

Júlio Amorim de Carvalho

Desviando-me dos habituais assuntos a que me tenho dedicado[1], abordarei aqui o caso duma entidade que, pelas prόprias características da sua fundação, do seu funcionamento e da sua organização interna, se apresenta como facto muito original, único, nesta faixa litorânia de Entre-Minho-e-Guadiana e suas adjacências: refiro-me à Casa Amorim de Carvalho, sediada na cidade do Porto. O objectivo da presente exposição é o de levar melhor e mais vasta informação, a seu respeito, a uma elite, aos espíritos cultos e inteligentes, aos que se sentem naturalmente interessados pela temática que nestas linhas será desenvolvidamente tratada.


[1] Em estudos relacionados com o significado da criação poética, da teorização estética, do pensamento filosόfico amorinianos, e em trabalhos de investigação genealógica, publicados ora uns, ora outros em Espanha, no Brasil e por cá. 

(excerto)

terça-feira, 31 de dezembro de 2024

Na NOVA ÁGUIA 35: sobre Amorim de Carvalho...

 


NO 120.° ANO DO NASCIMENTO DE AMORIM DE CARVALHO

Júlio Amorim de Carvalho

Morte no exílio. Exílio voluntário. Não por razões de contingência política. Exílio voluntário e definitivo: supremo exílio[1], motivado na profunda incompatibilidade de Amorim de Carvalho com o ambiente mental do seu país, que lhe fôra persistentemente hostil, de que resultou a marginalização do homem, o silenciamento organizado e sistemático da sua obra ‒ proveniente duma incompatibilidade genética ou incompatibilidade de raiz psico-sociolόgica entre, por um lado, o espírito elítico amoriniano e, por outro, a pesada mentalidade-massa acrítica da pseudo-intelectualidade portuguesa.


[1] Amorim de Carvalho usou a expressão supremos exilados referindo-se àqueles que, como ele, da pátria já nada esperam (poema A comédia da morte, soneto Cruel o exílio dos que a dúbia estrela).

(excerto)

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Lançamento(s) de "A Obra e o Pensamento de Amorim de Carvalho"




Menos de um ano após ter decorrido, por iniciativa do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e do Instituto de Filosofia da Universidade do Porto, um Colóquio sobre “A Obra e o Pensamento de Amorim de Carvalho”, é agora lançado o volume que resultou desse evento (MIL/ DG Edições), assim justificado, na contracapa: “Nascido, no Porto, duas semanas antes de José Marinho (1904-1975), a quem sobreviveria alguns meses, e mais velho um ano do que Álvaro Ribeiro (1905-1985), em cujas tertúlias lisboetas participou regular e activamente, até se ter fixado em Paris, em meados dos anos 60 da passada centúria e onde a morte o veio surpreender faz, agora, precisamente, quarenta anos, José Maria Caldas de Matos Amorim de Carvalho (1904-1976), que, literariamente, se identificava pelos dois últimos apelidos, foi uma singular figura da nossa reflexão contemporânea a que, até hoje, não fora conferida a atenção de que, inquestionavelmente, é merecedor, lacuna que o presente colóquio pretendeu começar a preencher.”

O volume inicia-se com uma panorâmica da vida e obra de Amorim de Carvalho, realizada pelo seu filho, Júlio Amorim de Carvalho, seguida de uma série de mais de uma dúzia de ensaios, que abordam as várias facetas do seu pensamento: J. Pinharanda Gomes, «A crítica dos filósofos portuenses – Amorim de Carvalho»; Afonso Rocha, «A metafísica de Sampaio (Bruno) segundo Amorim de Carvalho: um "positivismo metafísico”»; António Braz Teixeira, «A ontognosiologia de Amorim de Carvalho»; Artur Manso, «Amorim de Carvalho e a missão universalista de Portugal»; Filipe Delfim Santos, «A correspondência entre Amorim de Carvalho e Delfim Santos»; Joaquim Pinto, «Amorim de Carvalho e a intimação ontológica ao(s) "eu(s)" orteguiano(s)»; José Almeida, «Amorim de Carvalho: entre o exílio e O fim histórico de Portugal»; Júlio Amorim de Carvalho, «Da noção de poesia à métrica na obra de Amorim de Carvalho»; Manuel Cândido Pimentel, «A dialéctica mononómica de Amorim de Carvalho»; Mário Carneiro, «Amorim de Carvalho, crítico de Fidelino de Figueiredo»; Renato Epifânio, «Para além d’O fim histórico de Portugal»; Samuel Dimas, «O problema de Deus na filosofia de Amorim de Carvalho: necessidade e liberdade, emanação e criação».

Sessões de Lançamento: 6 de Abril, 17h, Palácio da Independência – Sala Antão de Almada (Lisboa) | 7 de Abril, 17h, Biblioteca da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.

Outras obras promovidas pelo MIL: