A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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quinta-feira, 4 de março de 2010

Ecos do Oriente: um diálogo entre Schopenhauer e Wagner



Hoje, 4 de Março, pelas 17h, Beatriz Lobo, investigadora do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, dará uma prelecção sobre o tema: "Ecos do Oriente: um diálogo entre Schopenhauer e Wagner" (Anfiteatro IV, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa).

Uma iniciativa no espírito ENTRE!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Recaída onto-teológica...

Sim, afinal, Alá existe. Mas é Wagner o seu profeta...



P.S.: Em memória de uma noite sublime (06.10.08, São Carlos, "Siegfried")

segunda-feira, 23 de junho de 2008

MÃE RÚSSIA

Uma fábula para a Biazinha


Sol Niger II, Gottfried Helnwein, 1987


Um certo dia, em Dresden, depois das barricadas e de uma grande seca do Wagner sobre espumantes franceses e patriotismo alemão, Bakunine foi dar uma volta nocturna pela cidade e encontrou três estudantes a espancar um idoso. Bakunine era um gajo forte e tresloucado. Deu um pontapé no cu do que estava mais a jeito e dois valentes chapadões nos restantes, levantou o velho e deixou-o ir à sua vida.
Os estudantes reconheceram-no.
– Sabe, nós também somos revolucionários e esse que deixou escapar o maldito de um aristocrata!
Bakunine olhou para ele muito sério.
– Que idade tens?
– Dezanove!
– Tu não és um revolucionário, és um Alemão estúpido a precisar de uma mãe Russa.



Klatuu Niktos