A Águia, órgão do Movimento da Renascença Portuguesa, foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal. No século XXI, a Nova Águia, órgão do MIL: Movimento Internacional Lusófono, tem sido cada vez mais reconhecida como "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português". 
Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra). 
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa). 
Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286. 

Donde vimos, para onde vamos...

Donde vimos, para onde vamos...
Ângelo Alves, in "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo".

Manuel Ferreira Patrício, in "A Vida como Projecto. Na senda de Ortega e Gasset".

Onde temos ido: Mapiáguio (locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA)

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sexta-feira, 1 de março de 2024

Na NOVA ÁGUIA nº 33: de António Gentil Martins...

A IMPORTÂNCIA DA PASC PARA A SOCIEDADE CIVIL[1]

António Gentil Martins

A qualidade da democracia resulta, em primeiro lugar, da qualidade dos Partidos. Mas a democracia não se esgota nos Partidos. A Sociedade Civil, de forma organizada, e os portugueses individualmente têm de exercer o seu direito, que é também o seu dever, de intervenção informada e consistente para a reforma do sistema político. Disse-se então, em 2010: “É preciso mudar já”, o que, como infelizmente todos sabemos, ainda não aconteceu…

[1] Intervenção realizada no âmbito da VI Conferência Anual da PASC: Plataforma de Associações da Sociedade Civil/ Casa da Cidadania (2 de Dezembro de 2023).

 (excerto)

sábado, 25 de agosto de 2012

De António Gentil Martins, para o próximo nº da NOVA ÁGUIA

"Importa incrementar a convergência entre os Países e as regiões do espaço lusófono não só no plano cultural, mas também social, económico e mesmo político. É preciso saber dar e receber. Todos sabemos que o mundo atravessa uma grave crise financeira. Mas se o dinheiro é caro, é também verdade que a amizade, a compreensão, o carinho, o amor e a solidariedade, são baratos e ninguém tem justificação para não os usar. Façamos pois aos outros o que gostaríamos que nos fizessem a nós, quando em dificuldade. E é assim indispensável trabalhar, poupar e investir, aproveitando em pleno os recursos intelectuais e naturais. Como bem dizia o MIL: Movimento Internacional Lusófono , na sua Declaração sobre a última Cimeira Europeia, as Uniões políticas só podem sustentar-se em comunidades histórico-culturais, em comunidades de afectos, porque só nestas há verdadeira solidariedade e os valores se poderão impor aos simples interesses económico-financeiros, que hoje, infelizmente, dominam o mundo. Num mundo globalizado parece indispensável que se associem os que possuem entre si os maiores laços comuns, partilhando experiências, e até mesmo riqueza, nas suas várias modalidades."

(excerto)