A ÉTICA NEO-TOMISTA NA FILOSOFIA
LUSO-BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA
O
estudo começa por traçar um breve percurso do neo-tomismo, em Portugal e no
Brasil, após o seu renascimento na década de 1860, considerando, depois, o que
entendemos serem as suas duas máximas expressões contemporâneas, no plano ético
– as de Lúcio Craveiro da Silva, S.J., figura de primeiro plano da Escola
Bracarense, e de Henrique de Lima Vaz, S.J. –, destacando, quanto ao primeiro,
a ideia de fundamento da Moral na consciência e do seu carácter simultaneamente
autónomo e heterónomo, e, relativamente ao segundo, o lugar que no seu
pensamento ocupa a concepção triádica do agir ético, da vida ética e da pessoa
moral. (excerto)
