sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

De Adriano Moreira, para a NOVA ÁGUIA 17

A LUSOFONIA E AS DIÁSPORAS

Não podemos deixar de lembrar o visionário Agostinho da Silva, que depois de ajudar a formar o Brasil Moderno, imaginou uma sementeira de centros culturais ao redor da Terra – Ceuta, Índia, Malaca, Goa, Macau, Brasília. Amarras da cultura portuguesa miscigenada pelas distâncias, pelos tempos, pelas políticas. Nesta data, as comunidades de origem e cultura portuguesa marcam presença sobretudo na Europa em crise, porque esta não tem conceito estratégico, não teve política consistente do alargamento, está a aprender que mediu mal a capacidade de ter uma política de segurança e defesa autónomas (excerto).