sábado, 4 de agosto de 2012

De Carlos H.C. Silva, sobre Dalila Pereira da Costa: no próximo nº da NOVA ÁGUIA

Houve alturas em que a nossa razão polemizou com esta intérprete do esoterismo de Pessoa e pensadora da Saudade e do Mito português (1). Porém, numa outra lectio colhida antes ao sabor feminino da inteligência cordial de outras obras de Dalila P. da Costa, acertou-se com aquela lucidez derivada e declinante como em hora crepuscular ou auroral de uma diversa e silenciosa concordância.

(excerto) 


[1] Cf. Carlos H. do C. SILVA, Recensão de «Dalila Pereira da COSTA, O Esoterismo de F. Pessoa, Porto, Lello 1971», in: Clássica, nº 4, Dez. (1978), pp. 97-101; Id., Recensão de «Dalila Pereira da COSTA, Duas Epopeias das Américas, Moby Dick e Grande Sertão: Veredas (ou o Problema do Mal), Porto, Lello & Ir., 1974», in: Didaskalia, vol. IX, 1 (1979), pp. 237-239; e Id., Recensão de «Dalila Pereira da COSTA e Pinharanda GOMES, Introdução à Saudade (Antologia), Porto, Lello & Ir., 1976», in: Didaskalia, vol. IX, 1 (1979), pp. 239-241.