"a Universidade do Porto, em que eu aprendi realmente a ser livre, livre no interesse do espírito, a não estar preso por nenhuma espécie de preconceitos, a ir para as coisas o mais possível limpo de toda a espécie de intenções e de desejos que tal coisa fosse preta ou fosse branca, de ir para ela livre, e ainda de entender a liberdade dos outros, de se eu no fim de contas achar que é preto poder aceitar que um outro ache que a coisa é branca" (inédito)