“Consumar o suicídio no próprio espaço da escrita. O que começou por ser um comentário irónico acabou por tornar-se um princípio aceite por todos os membros da sociedade secreta. E ficou bem claro que, de futuro, o suicídio poderia ser praticado sobre o papel.”
Enrique Vila-Matas, “História Abreviada da Literatura Portátil”, Assírio & Alvim, Lisboa: 1997, p. 36.
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