Ao romper-se o segundo cordão “hominal”, também conhecido por “cordão de prata”, morre-se para o físico assim como se morrera para o útero materno quando após o parto cortara-se o cordão umbilical.
Infeliz daquele que ao terceiro cordão que o liga ao espírito, ou Mônada tiver rompido! Morre pela segunda vez e nunca mais voltará a renascer na terra... Também em nenhum outro lugar (na tese Teosófica).
O exemplo do Cosmos vive o homem plenamente interagindo harmoniosamente entre os três mundos, unido pelos três cordões: físico, (umbilical) que o liga à mãe durante o estágio uterino; psíquico, unindo o corpo à alma através do cordão (astral) ou de prata, responsável pelas sensações; e finalmente o mais importante, o cordão (espiritual), que une a alma ao espírito através do precioso “fio de Sutratmã” ou de ouro, responsável pela união do homem terreno com o homem universal, segundo sérios ocultistas e sérias doutrinas iniciáticas.
Assim a vida de estágio em estágio vai ligando e desligando cordões, mas que jamais se desligue o terceiro, do mais elevado plano!
De tal sorte ou má encerrar-se-á para sempre a estrada; e o que era ensaio de um deus a caminho da própria identidade real, deixa de ser qualquer coisa para ser absolutamente nada, enquanto ego humano... Nada absoluto?
Não sendo possível existir algo fora do todo, nada absoluto é o que será enquanto ego, mas enquanto o resto... Ninguém poderá responder.
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