.
1. Mais de 12 anos após a sua criação, é um facto que a CPLP avançou pouco. Isso deve-se, essencialmente, à já aqui (MIL vezes) denunciada falta de “consciência lusófona”. No dia em que houver essa consciência, no dia em todos (em que muitos MIL de) nós nos afirmarmos como “cidadãos lusófonos”, aí a CPLP avançará bem mais depressa…
2. É certo que os respectivos governos da CPLP poderiam “estimular” essa consciência/ cidadania lusófona. Mas não me parece que isso venha a acontecer (se não aconteceu até agora…). Os governos que temos (nomeadamente, o português) não abrem caminhos, muito menos horizontes – andam apenas a reboque da “opinião pública”. Daí a importância que dão às sondagens…
3. Nessa medida, o caminho tem que ser aberto pela sociedade civil. É a esta que cabe promover essa consciência/ cidadania lusófona. Quando esta estiver devidamente cimentada, os governos virão a reboque…
4. Eis toda a tarefa do MIL. Tanto mais porque agora é a hora: mais de 34 anos após a descolonização, é tempo de enterrarmos de vez os fantasmas e os traumas dos ex-colonizadores e dos ex-colonizados…
5. Mais há ainda um longo caminho a percorrer – basta ver o número de imbecis que ainda acham que o projecto do MIL é “neo-colonialista”. Gente cujos quadros mentais cheiram a mofo, gente que só consegue olhar para trás, ainda que se achem muito "modernos" e "progressistas". Ora, o nosso caminho é em frente. Subtil, abissal diferença...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Nota: só um membro deste blogue pode publicar um comentário.