quinta-feira, 21 de julho de 2022

Na NOVA ÁGUIA 30 - GILBERTO FREYRE: DO LUSO-TROPICALISMO À LUSOFONIA...



Em Abril deste ano, o Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, em parceria com o MIL, a NOVA ÁGUIA e a SHIP: Sociedade Histórica da Independência de Portugal, promoveu um Congresso de âmbito internacional – sobre “Gilberto Freyre e o outro modernismo brasileiro”. Neste número, publicamos os textos mais centrados na figura de Gilberto Freyre – figura central para compreender o Brasil, nos duzentos anos da sua independência, e, mais amplamente, a cultura lusófona do século XXI, enquanto paradigma maior de uma sã convivência inter-racial. No próximo número, publicaremos os restantes textos apresentados neste memorável Congresso, sobre outras figuras relevantes do “outro modernismo brasileiro”.

DO “MANIFESTO REGIONALISTA” DE 1926 À “NOVA ESCOLA DO RECIFE” | António Braz Teixeira

CAMÕES VISTO POR GILBERTO FREYRE | António Leite da Costa

GILBERTO FREYRE EM VIAGEM PEL’O MUNDO QUE O PORTUGUÊS CRIOU | Artur Manso

“LUSOTROPICALIDADE” E O CULTO DO DIVINO ESPÍRITO SANTO | Carlos Dugos

TALVEZ POESIA (PERCURSOS POÉTICO-ANTROPOLÓGICOS DE GILBERTO FREYRE) | César Tomé

A “MODERNIDADE CONSERVADORA” EM ORDEM E PROGRESSO DE GILBERTO FREYRE (ALGUMAS REFLEXÕES) | Ernesto Castro Leal

A MODERNIDADE E A TRADIÇÃO EM GILBERTO FREYRE | Joaquim Domingues

REFLEXÃO SOBRE CASA GRANDE & SENZALA | Jorge Chichorro Rodrigues

A SOCIOLOGIA EXISTENCIAL DE GILBERTO FREYRE | José Esteves Pereira

GILBERTO FREYRE E A CULTURA, A NOVA ESCOLA DO RECIFE | José Maurício de Carvalho

GILBERTO FREYRE, INTÉRPRETE DO BRASIL | Samuel Dimas

GILBERTO FREYRE E LUÍS ANTÓNIO BARRETO: DUAS ANTROPOLOGIAS DO HOMEM BRASILEIRO | Alberto Antunes de Abreu

A LUSOFONIA ENQUANTO BLOCO GEO-LINGUÍSTICO, CULTURAL E POLÍTICO: ENTRE VAMIREH CHACON, GILBERTO FREYRE E AGOSTINHO DA SILVA | Renato Epifânio