sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Um inédito de José Enes para a NOVA ÁGUIA 16...

Tematizar as literaturas insulares numa perspectiva de teorização surge logicamente na dialéctica do discurso cuja peripécia se vem desenrolando desde que Rebelo de Bettencourt publicou, no Diário dos Açores em 1923, a entrevista com Vitorino Nemésio, com o título questionante “Porque não temos literatura açoriana?" Precisamente 60 anos mais tarde, Onésimo Teotónio de Almeida publicava, como texto inaugural de uma colectânea de outros anteriores, um livro intitulado A questão da literatura Açoriana...
(excerto)