Face a esta situação de vazio histórico e ontológico a que a metafísica fora conduzida no século XX, a proposta de José Enes é a de regressar à metafísica, não do modo sistemático por que ganhara escola ao longo da tradição ocidental, mas à sua fonte primeva, a grega de Aristóteles, lida pela inspiração cristã de São Tomás de Aquino. É o que José Enes fará na sua tese de doutoramento, relendo ambos à luz auroral da hermenêutica de Martin Heidegger...
(excerto)
