António Quadros intenta desenhar um “projecto áureo” de futuro para Portugal após a derrocada do nacionalismo imperial do Estado Novo, ressuscitando das cinzas magoadas do 25 de Abril de 1974 o sonho providencialista português, expressão histórica, agora dinamicamente actualizada, de todas as tradições “arqueológicas” (no sentido alvarino de pensamento dos “arcanos”) de Portugal e dos povos pré-históricos que lhe habitaram o actual território europeu.
(excerto)

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