
Pobre Portugalório! Já me passou o azedume de outros tempos, e agora, considerando o que espera esta pobre gente, que afinal é tão boa gente, sinto dor verdadeira.
1890
Antero de Quental,
in Cartas de Vila do Conde [carta a Oliveira Martins], introdução, organização e notas de Ana Maria de Almeida Martins, Lello & Irmão Editores, Porto, 1981, p. 334.