Se o lançamento em Bragança, no âmbito do 14º Colóquio da Lusofonia, foi a chave de ouro da quinta ronda da NOVA ÁGUIA, o primeiro lançamento da NOVA ÁGUIA nº 6 também não poderia ter sido mais promissor. No Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa, falou primeiro o José Gama, que fez o devido enquadramento relativo à revista “A Águia”, depois a Maria João Reynaud, que se centrou mais na figura de Raul Brandão. Por fim, falou o Carlos Magno, que fez uma incisiva e muito espirituosa apresentação da Revista…
Isto perante uma plateia composta, onde, entre muitos amigos da NOVA ÁGUIA, apareceu o Bernardino Cervantes, vindo da Galiza. Já em Bragança, a primeira pessoa que encontrámos foi a Concha Rousia. Há sempre alguém da Galiza no caminho da NOVA ÁGUIA – porque será?
