segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Ninguém acredita mas é bom sinal que eles se tenham sentido obrigados a proclamá-lo...

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por LusaHoje

A criação do Estatuto do Cidadão da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e a promoção e difusão do português são as prioridades do programa do XVIII Governo Constitucional na Cooperação, hoje entregue no parlamento, em Lisboa.

No documento, que será debatido quinta e sexta-feira pelos deputados, afirma-se ainda que o Governo vai "promover a aplicação dos Acordos de Brasília - relativos à livre circulação de pessoas no espaço CPLP -, bem como a actualização de acordos para a concessão de vistos".

No domínio da internacionalização da língua portuguesa, tendo em vista a promoção e difusão do idioma, o programa do Governo privilegiará, entre outras iniciativas, o "apoio à expansão dos sistemas de ensino do Estados-membros da CPLP onde o português funciona como língua veicular de alfabetização e do sistema de ensino em geral".

Ainda neste domínio, o programa refere que privilegiará, em "estreita coordenação" com os restantes Estados-membros da CPLP, "a promoção do português como língua oficial ou de trabalho em organizações internacionais e, em particular, no sistema das Nações Unidas".

A "reestruturação profunda do funcionamento e dos objectivos do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP)", em colaboração com a CPLP e "em estreita articulação" com os Estados-membros da organização lusófona, é outra das prioridades do Governo.

Nesse sentido, a reestruturação do IILP será submetida para aprovação na próxima cimeira de Chefes de Estado e de Governo da organização lusófona, a realizar em meados de 2010, em Luanda.

EL.

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1408455

3 comentários:

  1. ver para crer... mas é uma boa notícia!

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  2. Pelo menos não voltaram atrás com o que disseram na pré-campanha. Isso, só por si, é já um bom sinal.

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  3. Vamos dar o benefício da dúvida. Que sina a minha! Só vejo pessoas de outras religiões, de outras filosofias e de outros partidos fazerem alguma coisa pela lusofonia. Não sei o que se passa...

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